Motivação

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É insano como tantas pessoas não precisam de nenhuma prova para acreditar em uma mentira, mas precisam de infinitas provas para aceitar a verdade.

Minha maior conquista foi ter você na minha vida.

Caro direitista,
Te desejo o salário mínimo sem direitos trabalhistas, a segurança do morador de favela,
a fartura de quem faz fila pelo osso,
o "livre mercado" de pagar gás e gasolina em dolar,
o patriotismo que bate palma para estrangeiro
e a justiça que finge demência para as
joias e rachadinhas.

Embora a burguesia identifique a importância do proletariado e de seu" trabalho sujo"na engrenagem social, ela se recusa a reconhecê- lo.

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Seguir, viver, amar...três escolhas para todos os dias.Porque a vida pode recomeçarquando acreditamos em novas possibilidades.

Helaine Machado

Trabalhar a vida toda, pagar impostos abusivos e, na hora de se aposentar e curtir a vida, ter que voltar a trabalhar para sobreviver. Uma realidade triste e revoltante.

Quando falta Deus no coração, sobra abandono, seja no trabalho ou no lar. Sem Deus, nos esvaziamos do amor e não conseguimos cuidar daqueles que Ele nos confiou. Precisamos voltar a orar; é a oração que nos mantém ligados à Fonte. O homem falha e abandona, mas Deus é fiel e jamais nos abandonará. "Ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, o Senhor me acolherá." Salmos 27:10. Que nunca nos falte Deus, para que nunca nos falte amor pelos nossos.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

Não quero trabalhar kkkkkk

Desejo Infinito sobre o anseio de amar e ser amado eternamente

Eu queria conquistar teu coração,
E encontrar em ti, meu porto, minha razão.
Queria ser teu riso, tua alegria,
A cor que pinta os traços do teu dia.

Quem me dera, eu fosse o centro da tua atenção,
O brilho dos teus olhos, tua inspiração.
Se um desejo me fosse então concedido,
Seria estar contigo, em paz, sem um só gemido.

Não quero viver na solidão, à tua espera,
Essa dor que o tempo tece e desespera.
Mas me arrepio, ao som da tua voz,
Um eco que acende e entorpece a sós.

Oh, se pudesse, amor, ser tua eternidade,
Teus passos, teu sonho, tua felicidade.

A fábula da recomposição


Havia alguém que acreditava no amor como recomposição, mas não como acréscimo.
Dizia: “que você seja o que eu não consegui ser”,
porque existir sabendo que tinha aquele amor
era algo mágico —
e o sorriso dele era o único lugar onde queria estar.


Nunca lhe fez mal.
Nunca quis ferir.
Mas, de repente, ele sumiu.


Foi como um porto que se fecha sem aviso:
nada mais seguro,
o cais distante,
e nenhum sinal de volta.


Disseram: “quando você é jovem, você não sabe de nada.”
Mas aquela pessoa sabia o que sentia.
Porque uma das melhores sensações da vida
é amar.


E entendeu também que a maior felicidade
é fazer sentido na vida de alguém
e ser amado de volta.


Aprendeu que amar é doação,
é se dar ao outro.
Mas percebeu que o amor, às vezes,
fala uma língua parecida com a paixão —
e por isso confunde,
e por isso precisa ser pensado
sem se perder na emoção.


Um dia, descendo as estradas do Sul,
veio uma ligação…
e, enfim, a confirmação:
ele se foi.


E então ficou a dúvida:
de que adianta conseguir o que se quer,
se não é o que se precisa?


Porque há um tipo de dor silenciosa:
amar alguém
e ainda assim ser desperdiçado.


E há também aquela insistência do sentimento,
quando se está apaixonado demais para esquecer.


Mas, no fim, ficou um aprendizado:
se nunca tentar seguir,
nunca saberá o próprio valor.


Moral da história:
Amar não é apenas tentar recompor o que existiu, mas reconhecer quando é preciso ir além, para não se perder de si mesmo.

O trabalho revela mais do que aquilo que fazemos; revela quem nos esforçamos para nos tornar. Quando dedicamos tempo ao que tem significado, não construímos apenas uma carreira, mas também uma parte da nossa própria identidade.


-jouberth Toffoli

Cada escolha revela aquilo que acreditamos merecer.


-Jouberth Toffoli

Há homens que trabalham para viver; eu trabalho para descobrir se ainda estou vivo.

Talvez trabalhar seja minha última forma de oração

Tanto a fé quanto o medo exigem que você acredite em algo que não pode ver. A escolha é sua.

"Somos o resultado do que acreditamos". Tornamo-nos maiores e melhores à medida que alcançamos objetivo. Cada conquista tem o seu preço, assim como cada mercadoria o seu valor." (Maklina Almeida)

Quando o burro dá as ordens e o trabalhador puxa o arado, tudo está errado! Vote no Lula e rejeite a mula!

Tudo progride por realimentação. Quanto mais eu acreditar, mais ciente estarei do que eu acredito. Isso é reforçar a crença. Quanto menos acreditarmos, menos estaremos presos. E não iremos adiante enquanto estivermos presos no conflito desejar/não desejar.

Lula veio do povo!
Trabalhou ao lado do povo!
Governa para o povo!
O "mito" foi só um milico!

sangue.

Tem coisa que a gente só acredita depois que dói.

Você pode passar a vida inteira ouvindo que o sangue é vermelho, pode ver em filme, em fotografia, no corte de outra pessoa, pode até saber disso de cor. Mas existe uma diferença brutal entre saber alguma coisa e descobrir alguma coisa dentro da própria pele.

Sabe quando você tem que sangrar pra saber que a cor do seu sangue é vermelho?

Talvez algumas verdades sejam assim.

Elas não chegam quando a gente está preparado. Não batem na porta, não pedem licença, não vêm acompanhadas de uma explicação bonita. Elas rasgam alguma coisa. E é só quando aquilo começa a escorrer que você entende que certas coisas só podem ser aprendidas pelo preço de senti-las.

Foi assim com quase tudo que realmente mudou alguém.

A queda ensina que o chão existe. A ausência ensina o tamanho de uma presença. A perda mostra o peso de algo que, enquanto estava ali, parecia leve. E algumas pessoas precisam ir embora para que você finalmente perceba quantas vezes estava se diminuindo só para que elas continuassem por perto.

A gente passa muito tempo tentando evitar o corte, como se não sangrar fosse a mesma coisa que estar inteiro. Mas às vezes o corte já aconteceu faz tempo. A diferença é que você ainda está tentando fingir que não viu.

Então um dia a pele abre.

E você olha.

Vermelho.

Não é bonito. Não é poético. Não tem música tocando ao fundo. É só a prova de que alguma coisa dentro de você era real o bastante para doer.

E talvez seja isso que assuste tanto na verdade: ela não precisa ser bonita para ser verdadeira.

Tem coisa que a gente só entende depois que perde. Só acredita depois que quebra. Só valoriza depois que sente falta. Só aprende depois que sangra.

E talvez amadurecer seja justamente parar de perguntar por que precisou doer tanto para entender.

Porque algumas respostas nunca estiveram escondidas.

A gente só ainda não tinha sangrado o suficiente para enxergá-las.

Sigo estancando minhas hemorragias.