Morto Vivo

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A fé nos afirma o quanto é bom estar vivo.

Eu vivo no improviso
mas meu coração rima sem querer Entre notas e versos.
Me encontro de novo, como quem volta pra casa sem perceber.


Sou apaixonado pela música que cura, pela poesia romântica que acende o peito , conto histórias vivendo sentimentos, e no silêncio mais fundo encontro meu jeito.


Tudo o que toco vira verso, tudo o que sinto vira canção. Sou feito de melodias e memórias de saudade, amor e inspiração.

"Você escolhe a importância que me dá, mas eu sei o valor que mereço. O que vivo entre esses dois extremos não é da sua conta."

Pensam...
Falam...
Julgam...
Palpitam...
Enquanto isso, eu Vivo!
Haredita Angel
24.04.22

Há homens que trabalham para viver; eu trabalho para descobrir se ainda estou vivo.

Eu tenho tantos defeitos
Que vivo a me consertar
E observo os efeitos
Que levam a me melhorar.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
12/08/2026

Eu tenho raiva
Vivo pela clemência no meio dos inclementes, eu peço por justiça em meio ao vendaval, tiro e coloco a roupa no varal.
Faço pipoca e vejo filme, vivo por instinto da pura sobrevivência.
Confundo a maldade e não confronto o inimigo.
Sou conselheira do amigo.
Faço do Pai Nosso meu abrigo....𓂃 ࣪˖ ִֶָ𐀔ꫂ ၴႅၴּ ֶָ֢.

⁠Como Te exigir alguma coisa se vivo por Tua misericórdia? Tua Graça me basta Senhor.

Eu devia morrer, mas vivo; Ele devia viver, mas morreu. Porque o único Homem que não merecia a morte tomou sobre Si a morte que eu merecia, hoje tenho vida.

O Deus vivo não se curva aos caprichos do homem moderno. Se você serve a um deus que concorda com todas as suas escolhas e tolera as suas falhas sem repreensão, desmonte esse ídolo imediatamente. O seu ego assumiu o trono.

O velho homem que habita em nós é um monarca deposto, mas terrivelmente vivo. Ele morre com uma relutância agônica, recusando-se a abandonar o trono de nossa alma, e não sucumbe facilmente aos nossos desejos por comunhão com Deus. Esta é a dura realidade da cruz: a natureza adâmica resiste até o fim, exigindo que a batalha contra a carne seja travada todos os dias de nossa peregrinação terrena.

Enquanto sossego, vivo. Quem conhece o próprio sossego chega a habitar-se, e não ao desassossego do meio.

Monetizar a transmissão ao vivo pois nave globus vai lançar no sol a urna de diamantes e ouro frutos da corrupção.
Também será lançada outra urna feita de terras raras com petróleo e ouro e dianande e ex dolar.
Canções não ditas ou cantadas o silêncio cruel da inicio a comemoração muita bebidas o cheio de narguile.
Pois familiares acompanham o cortejo.
Terra unida de planetas agora tem novas crônicas. Presidente de cada país se tornam senadores da confederação galática.
União dos paises foi um elemento de poucas décadas pois ainda somos um castia guerreira. Somos barbaros ainda mais com consciência do que ser terrestre,
Os cosmonautas e astronatas se uni na confederação estelar são instituições diferentes.
Os gafanhotos da terra tem novos planetas e dilemas e conflitos sociais.
Seus dilemas com implantação da existência com cada consciência digitalizada no hiperespaço.
Pois novos corpos das ias estão sendo interligado com suas consciência.
Então humanos híbridos e terrestres ganham novas crônicas e descobertas pois mente humana continua a evolução existencial.
Ainda temos alienados e uma um tratamento psicológico pois são muitos. Sua prolem ainda acha que terra é plana mesmo passeios a lua e marte serem constantes para desenvolvimento do motores transdobra e motores transdimencionais.
Enquanto telestransporte são desenvolvidos pelas equações e paradoxo recem descobertos pelas novas raças integrada ao conceitual conceilho galático.

O Arquivo Vivo do Tempo
​Nos atos do espelho, repetem-se os ecos da moral e da ética, mas eles são validados pelo viés. Os escravagistas possuem a linha de dados lógicos e os algoritmos para toda a colonização do ecossistema. Pequenos lampejos de vidas anteriores são transmitidos pelas linhas sanguíneas; nem todas as respostas estão mastigadas dentro do lado espiritual. Fatos são fardos: fragmentos e lembranças de déjà-vus na linha cronológica do tempo.
​No primeiro contato dos alienígenas, somos índios diante do espelho — o espelho e eu. Somos indígenas dentro de um mundo alienígena do qual também somos alienígenas. Com o foco distorcido de uma realidade ambígua, compreendemos as sombras como alegorias, mas ainda ouvimos, em sonhos, seus cânticos no mundo espiritual. O DNA traz cargas de lembranças para nos tornar médicos, engenheiros ou qualquer outra coisa; temos uma consciência transmutada e esquecida, pois começamos exatamente de onde eles terminaram — como os aviões na cabeça de Leonardo da Vinci.
​A vida floresce, até que alienígenas queiram não só o núcleo da Terra, mas também os nossos corpos como moeda de troca: as flores do conhecimento. No DNA, como um arquivo vivo das almas vivas, somos células como a poeira do universo, somos sementes do espaço. Caminhamos pelos astros em seres animados por suas próprias ideias, partes da floresta que habitamos no subconsciente.
​Quando sonhamos com luzes no céu, nossos neurônios são levados de volta ao instante em que os colonizadores chegaram a novas terras. As sombras implantadas são frutos de abdução. Mesmo assim, continuamos a buscar compreensão no espaço sideral. Vemos nossas almas pairar sobre nossos espíritos aventureiros; cada experiência faz parte do emaranhado da alma humana. Mesmo quando o transhumanismo for a realidade de todos no planeta, haverá o código genético: a linha eterna da experiência.
​No instante em que a caverna digital e suas alegorias florescem na alienação intelectual, há algo no sangue que ainda sabe quem somos. Diante do feed, somos servos observando, maravilhados, os deepfakes existenciais. Mas, no mais profundo sentido do sangue, carregamos lembranças, mesmo dentro da horda coletiva. Vemos lapsos de tempo, o esquecimento como uma doença ou uma falha do sistema. Mas, quando o rádio quebra, nós o consertamos com outros transdutores, condutores e até capacitores. O termo infinito se torna breve com a percepção de tempo e espaço. Os olhos tremem, os lábios tremem, a insônia chega: num instante, avançamos os limites da consciência.
​A expressão verbal da consciência estava nas árvores — o grito era a linguagem quando, ao redor da fogueira, estávamos alucinados pelos rituais. Aprendemos a ver a história da caçada como a verdade da realidade, a enxergar as adversidades morais e éticas como a resiliência da própria vida diante daquilo que verdadeiramente somos. Essa verdade viaja pelo tempo. E todo registro é resgatado. Como sabemos fazer algo, como sabemos falar outras línguas se nunca as estudamos? Está no sangue. Carregamos essas lembranças e recordações.

Dia é começo e a madrugada. continuação diante do inevitável,
Somos o pensamento vivo diante as entrelinhas do cosmos somos insignificantes e irrelevante.
Na irregularidade somos continuidade do relativismo a soma de negativos.
No caótico universo da perspectiva dos humanos claro,
Ser o somos diante do que somos.
As formigas do futuro se comunicam por feromonios e gestos para ser tão organizado a colonia pensa no bem estar de todos.
Porém resistir é inutil, sera assimilado
Seus corpos serão lembrados nos depósitos de reciclagens. Nada se perde, então não resista grilo humano.
Grilo que grita ao universo existo estou aqui esse meu mundo, aonde consumo tudo a todos, ate alienação intelectual se tornou ferramenta moral.
Não precisa de armas de destruição em massa. Mensagem foi clara o universo se calou, se tornou uma crônica não tenha contato pois sera ferramenta para própria destruição. Humanos grilos são bonzinho.

Na solidão dos pensamentos vivo o horizonte da vida.

Seus corpos famintos
Suas almas cansadas,
Seus espíritos ainda vivo...

Criticar a efemeridade da clareza
Morrer nas incertezas
Navegantes sonhos de liberdade.

Voz que no pudor do silêncio grita as injustiças do mundo.
Morre o teor que é exclamação e vive interrogação.
Tantos momentos neste mundo insanos.

Somos o que somos alem do somos nada seremos diante que sois.
Para ser o sois levou a manipulação ao nivel IA....
Ate IA duvido do somos diante somos.
Ate semos fruto da manipulação...
Ouvi os sinos tocarem voz da liberdade .
As mentiras cairam diante as sobras dos burgues somos hipocrisia de todos tempos.
Manipuláveis pois não aprendermos ser o somos diante do somos.
Farpas no caos absoluto do caotico.
Mais jogo o pais pode esperar.
O churrasco do jogo da hipocrisia
Carvão da floresta devastada...
Carne do gado que devasta o que era a floresta.
O jogador não joga esta machucado
Informações irrelevante pois serão assimilados.
Jogador apoia político corrupto pois também faz parte do esquema.
Se político for bem nas pesquisas jogador que não tem nada joga...
Fifa aceita alguns milhões...
Mito mito mito.
Deus patria família.
Todos sejamos louvados pois arrecadação chegou dois bilhões...
Geopolítica introspectivo maestria do fruto da corrupção e alienação.
Close ação mais uma deepfake my friedys ... move move
Por Celso Roberto Nadilo

Apaga a luz e fecha a porta... não me liga.... não quero vc por telefone... quero vc aqui, ao vivo e a cores.. suprindo todas as minhas necessidades..

O Que Está Vivo Agora

O medo imagina o que pode acabar; o amor nos lembra do que está vivo agora.
Talvez uma das maiores contradições de amar profundamente seja esta: quanto mais alguém se torna importante para nós, mais descobrimos que também somos capazes de sentir medo. Não porque o amor seja frágil, mas porque finalmente encontramos alguma coisa que não gostaríamos de perder.
O medo é um viajante apressado. Ele abandona o presente e corre para um futuro que ainda não aconteceu. Inventa distâncias, ensaia despedidas, imagina silêncios, constrói ausências e depois volta para dentro de nós trazendo lágrimas de acontecimentos que talvez nunca existam.
O amor é diferente.
O amor permanece.
Ele olha para o rosto que está diante de nós e diz: “Está aqui.”
Escuta a voz e diz: “Ainda posso ouvi-la.”
Sente o abraço e responde: “Então abrace mais forte.”
O amor não pergunta o tempo inteiro quanto tempo vai durar. Ele pergunta quanto de verdade somos capazes de colocar no instante que temos.
Talvez eu tenha começado a compreender isso justamente agora, quando amar alguém passou a significar tanto para mim. Porque quando o coração encontra alguém que muda nossos planos, nossos pensamentos e até a maneira como imaginamos o amanhã, nasce uma vontade quase impossível de pedir ao tempo: não toque nisso.
Mas o tempo não nos pertence.
Nunca pertenceu.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja tão precioso.
Porque amar é segurar uma mão sabendo que não podemos segurar o próprio tempo. É olhar profundamente nos olhos de alguém sem possuir nenhuma garantia sobre o amanhã e, ainda assim, dizer silenciosamente: “Hoje eu escolho você.”
O medo quer garantias.
O amor oferece presença.
O medo pergunta: “E se um dia terminar?”
O amor responde: “Mas por que sofrer pelo fim enquanto ainda estamos vivendo o começo, o meio, o agora?”
Quantas vezes destruímos um momento bonito tentando protegê-lo de uma tristeza que ainda nem chegou?
Quantas vezes deixamos de sentir plenamente um beijo porque nossa cabeça estava ocupada imaginando a possibilidade de um último beijo?
Não quero amar assim.
Não quero transformar aquilo que está vivo em saudade antes da hora.
Se existe amor hoje, quero senti-lo hoje.
Se existe um abraço, quero morar alguns segundos dentro dele.
Se existe um sorriso capaz de mudar meu dia, quero contemplá-lo sem perguntar quando deixarei de vê-lo.
Se existe alguém que fez meu coração reaprender a bater de outra maneira, quero agradecer pela existência desse sentimento em vez de interrogá-lo todos os dias sobre sua eternidade.
Porque talvez o “para sempre” não seja uma quantidade de anos.
Talvez o para sempre seja a profundidade com que determinados momentos permanecem dentro de nós.
Há pessoas que passam décadas ao nosso lado e quase não deixam marcas. Outras chegam inesperadamente e, em pouco tempo, reorganizam nossa alma inteira.
E quando isso acontece, sentimos medo.
Claro que sentimos.
Mas não devemos entregar ao medo a caneta com que escrevemos nossa história.
Que ele fique sentado em algum canto, se precisar.
Que murmure suas dúvidas.
Que invente seus futuros.
Mas que seja o amor a escolher as palavras.
Porque o medo continuará imaginando tudo aquilo que pode acabar.
Enquanto o amor, silenciosamente, continuará apontando para aquilo que está diante de nós e dizendo:
“Olhe.
Sinta.
Abrace.
Ame.
Ainda está vivo.
E é agora.”

Sobre a vida sei pouco, por isso vivo para
aprender mais sobre ela.


Marcelo HB