Moral

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Veja a diferença da ética para moral:
Ética é tomar as decisões e medidas a partir das ações prudentes e regradas.
Moral é ouvir e atender os modos e conselhos do que combina com o convívio social.

⁠Como cada pessoa traz consigo sua bagagem intelectual, moral e espiritual, nossa empatia, embora necessária, por mais que nos esforcemos, ainda assim, será sempre relativa.

Todo negócio a base de desonestidade leva a decadência e as vezes a falência Financeira e Moral!


Seja Honesto

O populismo é capaz de levar uma atrocidade
ao padrão moral da sociedade.


Os indivíduos são resíduos
de uma fornalha que queima com o combustível
do generalismo, medo e ódio.


Levando os líderes ao primeiro lugar no pódio.
A escada de carne e osso tem como alicerce
ressentimentos, justificativas de fracasso,
como bolas de aço presas em seus calcanhares.


O problema pode existir e ter validade,
mas não é visto nem resolvido com base na realidade.
Murmúrios os unem, falácias os munem.
Aplausos ocultarão a necessidade de uma nova opinião.

Todos os instrumentos de coerção física passaram primeiro pela análise moral de uma mente adoecida.

O problema não é ter alcance. É transformar alcance em autoridade moral, intelectual ou existencial sem responsabilidade pelo que se provoca nos outros.


Quando a influência não está comprometida com verdade, consequência e propósito, ela não forma pessoas, ela apenas aliena.


E isso, na maioria das vezes, é só charlatanismo disfarçado de virtude.

"Muitos buscam em Jesus um modelo de perfeição moral para validar sua própria conduta, mas Jesus não veio ao mundo para ser um troféu dos 'corretos'. Ele veio para ser o Servo dos caídos.
​A verdadeira identidade de Jesus é revelada na Cruz — o lugar onde o Único Perfeito foi tratado como o maior dos pecadores, para que nós, os imperfeitos, pudéssemos ser tratados como filhos. Se tentamos ser 'o Cristo' para os outros através da nossa própria justiça, apenas os ofuscamos com nosso orgulho. Mas, quando servimos a partir da nossa fraqueza, nos tornamos o espelho que reflete a única Luz que realmente salva.
​Não somos a fonte; somos apenas embaixadores de uma Graça que nos alcançou quando nada tínhamos a oferecer. Que as próximas gerações não vejam em nós pessoas 'sem defeitos', mas sim pessoas que foram profundamente amadas e transformadas pelo Único que é Santo."

A Era da Euforia Limpa não é um manifesto moral, nem um guia de abstinência, nem um elogio à disciplina rígida. É um retrato de época. Uma leitura crítica — e profundamente humana — de uma transição cultural em curso, na qual clareza, movimento, saúde mental e longevidade deixam de ser exceção e passam a ocupar o centro da vida cotidiana.

O indivíduo que utiliza- se do assédio moral para se promover profissionalmente, deveras é um tirano. Uma mente vazia, corpo sem alma, coração de pedra; pedra sem coração.


080226

408🙏🌹 O perdão é o instrumento de cura e libertação físico, moral e espiritual, toda dor e sofrimento se dissipa abrindo caminho para o amor e equilíbrio espiritual, mas tem que ser profundo, vindo do nosso consciente... quando vem da alma, do coração, ferido magoado e destruído por pior que tenha sido a agressão sofrida por ambos, é um profundo remédio libertador, onde o reencontro do sublime sentimento da luz volta a florir nos corações atingidos, basta que deixemos de nutrir em nós a ira, raiva, rancor, ódio e mágoa expurgando da mente e do coração todo o lixo que absorvemos em nossas existência pretérita e presente, assim a dor se vai e a ferida se fecha e a paz aflora e nos confortar, ensinamento do nosso mestre e irmão Jesus Cristo... essa reflexão serve para todos nós no presente... É dentro de nossas famílias que estão os maiores desafetos de todas ás nossas existências, amar um familiar que temos uma aproximação natural, afins é bonito, mas o desafeto é a nossa maior luta, assim acabar com ás indiferenças entre ambos, onde entra o mediador afins nos aconselhamentos de todos, isso é um legado muito profundo deixado por aquele que pereceu na cruz pela humanidade, por nós ... 🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA... AYACHE VIDAL.

Os animais de rua não pedem direitos; eles expõem a falência moral de uma sociedade que já os reconheceu apenas como sobra.

“Animais de rua não estão fora do Direito, estão na sua periferia moral.”

⁠Generosidade é imitação do amor como virtude moral ,como decisão da inteligencia ,já que não ama, faça como amasse e seja generoso ! Lute pelo outro ,não pela circunstância dele querer você ,lute pelo outro , pelo outro! Talvez seja isso que Henri Bergson, tentou enfatizar mais em seus ensinamentos. Isso é muito ligado a questão da resiliência ,as pessoas falam de resiliência como uma espécie de força pessoal intima ,subjetiva e em primeira pessoa do singular .Eu penso que não ! Pois acredito que a resiliência, é realmente uma força ,justamente quando ela vai além da primeira pessoa do singular, quando tem outras pessoas envolvidas e você sai para "dentro de si" muito em função da dependência que os outros tem em função de sua vitória.

⁠"UMA COISA PRIMORDIAL NA MINHA VIDA EU APRENDI: Nunca dê sua atenção (MORAL) para quem não quer e muito menos contar sua vida para quem não interessa saber suas dores mais na hora do milagre, na hora da benção está ai e quer que você comparta. SAIBA SER SELETIVO."

⁠—By Coelhinha

A interpretação jurídica é sempre uma forma de escolha moral mascarada.

Proteger o Meio Ambiente
deveria ser uma atitude instintiva,
ética e moral de todo ser humano.

Tanto a mulher quanto o homem, fazendo coisas erradas contra sua moral, reputação ou fidelidade, se arma de desculpas falsas e mentirosas.

"Estamos vivenciando uma sociedade com uma bússola moral corrompida, quando o cidadão de bem resolve reagir é tratado como bandido e quando o bandido vira a vítima é visto como inocente."

Carta III — A Injustiça dos Homens: Crítica moral, política e social


Sete anos já se passaram desde que o inferno da terra abriu-me as portas para este calabouço. Ainda é uma sorte possuir alguma porção de fôlego para respirar. Afinal, o problema nunca foram as leis, mas aqueles que as criam e os fins para os quais as aplicam. Cada gota de oxigénio que inalo está infestada de dor, angústia, fome e sede. Enquanto os reis da terra convocam reuniões, os lares transformam-se em cemitérios: cada quarto, uma campa; cada cama, um caixão. E, ao passo que os lordes repousam sobre o conforto da riqueza, as mãos pobres de quem trabalha repousam na indigência.


Então disseram os opressores:


— Enquanto houver um que governe, haverá sempre um que sirva.
— Enquanto houver um que dite as leis, haverá quem as obedeça.
— Enquanto houver um que mande, haverá quem cumpra.


Esta é a lei dos antepassados e é hereditária a todas as gerações. Não há quem mude essa lógica: o que já está estabelecido, ninguém altera.


Então o povo gritava:


— Longa vida aos que nos governam; que os vossos dias se multipliquem na terra!
— Que a riqueza, o luxo e a abundância nunca vos faltem!
— Viva aos reis da terra, pois não há entre nós quem se compare a vós!
— Que os antepassados vos protejam das desgraças deste mundo!


Cada um bajulava da melhor forma, na esperança de ganhar a atenção e o reconhecimento deles. Elogiavam, veneravam e presenteavam aqueles que os oprimiam, intimidavam e matavam.


Ainda assim se curvavam em adoração e exclamavam:


— Viva! Viva! Viva aos reis da terra!
— Viva! Viva! Viva aos que nos governam!
— Viva! Viva! Viva aos que nos orientam!


Os poderosos, então, criaram leis que os protegessem daqueles que mais necessitavam de proteção, para que permanecessem aquecidos no trono do poder, enquanto o povo continuava cego rumo à decadência. O cheiro sanguinolento de suas atrocidades chegava até aqui embaixo. Eu ouvia o choro dos inocentes subjugados ao martírio. Sentia o grito de socorro de mulheres violentadas pelos lordes. Sentia o desespero dos maridos assistindo ao sofrimento de suas esposas.


Nada me vinha à mente senão o ódio ao escrever:


Morram, miseráveis. Vós que governais sobre a penúria dos mais vulneráveis; vós que julgais o futuro de uma criança ainda no ventre da mãe; vós, poderosos que proclamais hipocrisia diante do sangue derramado por milhares de mártires. Vós que vestis túnicas de ouro, sapatos de prata, mitras de diamantes, cintos de escarlata e colares de esmeralda: saciai o gosto da opulência enquanto vos resta tempo. Comei e bebei enquanto o galo ainda não cantou. Dançai e alegrai-vos das vossas atrocidades.


Pois a vingança está às portas daquele que bate. O meu espírito perseguirá os injustos e não cessará a busca até que todos sejam consumidos. Morram, malditos. Arrepender-se-ão de não me terem enterrado. Eis que venho sobre vós com uma espada de dois gumes para completar a minha ira e derramar sobre vós a minha justiça. Vós que comeis sobre a desgraça dos pobres tereis as entranhas cheias de dor e angústia. E vós, ó plebeus, por serdes cúmplices dos opressores provareis também a desolação de tudo aquilo que construístes com músculos abatidos. Preferistes aplaudir aqueles que vos oprimem e condenastes aqueles que vos defendiam.

Quando a malevolência gritou, silenciastes a benevolência.


Que o castigo seja convosco. Que o tormento, a dor e a desgraça vos acompanhem até a sepultura.


Morram, corruptos. Trocais a justiça por moedas e jade. Deixastes que o brilho funesto da riqueza e o prazer transitório da concupiscência vos corrompessem. Escrevo-vos com o mesmo sofrimento que me fizeram suportar, com o mesmo tédio com que me lançaram nas sombras destas paredes escuras, com a mesma dor em cada dedo que perdi. Naquele momento, a sede de vingança, a ânsia pela justiça e o cansaço de continuar a escrever dilaceravam-se dentro de mim.


Afinal, quando a injustiça canta, os tolos dançam.


Quando a justiça fala, a sociedade censura.


Mas quando a verdade retalia, não há quem se desvie da sua cólera.


A ignorância torna os homens cegos à verdade; a ganância envolve-os com o manto da cobiça; o egoísmo conduz ao assassinato da guerra. E é aqui que nasce a injustiça dos homens: todos querem reinar sobre os outros; todos querem ser distintos dos comuns; todos querem ser senhores e receber o serviço dos servos. É aqui que nasce a indiferença dos homens: na criação de castas e estratos para evitar o semelhante — nobres e humildes, fracos e poderosos. Diz-se que a maioria vence sempre. Mas a lei pertence aos poderosos; o mundo é dos poderosos, daqueles que detêm a força.


Por isso, não importa a quantidade: diante da minoria rica e soberba, nem mesmo Deus pôde impedir que nos pisassem.

Ateísmo versus teísmo: Além da dualidade moral.


A crença ou a ausência de crença em Deus não delineia o contorno entre o bem e o mal na conduta humana; tais categorias emergem de impulsos mais primordiais que qualquer dogma. O altruísmo, longe de ser mera preferência volitiva, revela-se como uma sinfonia neuroquímica dopamina e ocitocina tecendo laços de empatia no sulco temporal do cérebro, recompensando o ato generoso independentemente de recompensas divinas ou celestiais. Uma criança, moldada pela educação teísta, pode, contudo, ser tocada por uma reflexão neuroquímica profunda: discernindo a religião não como verdade ontológica absoluta, mas como construção beliefal humana - um véu mitopoético sobre o abismo da existência, ecoando Nietzsche ao proclamar que valores morais devem ser transmutados pelo homem livre, sem deuses decadentes.