Moradores de Rua
Caminhando pela rua
de paralelepípedo
sob a gentil companhia
de um carinhoso par
de canários-da-telha
que não consegui fotografar
e merecem na minha
memória para sempre estar,
Fui pelo Centro de Rodeio
rumo o meu destino,
Na volta pude desfrutar
do perfume fascinante
de flores de Laranjeira
que me emprestaram
ânimo para retornar ao lar
com os laços fortalecidos
com o meu próprio olhar.
Posso ser enviado para o outro lado do MUNDO, mas também posso ser enviado para o outro lado da RUA. O sentido de MISSÕES não está relacionado à distância que percorro, mas no propósito que carrego.
O simples relato do que Deus fez no avivamento da primeira geração de Metodistas e na Rua Azuza não satisfará esta geração. Essa geração quer experimentar o mover de Deus hoje. O que alimentou e matou a sede das gerações passadas, não alimenta e nem mata a sede dessa geração.
No dia 24 de maio de 1738, numa pequena reunião na Rua Aldersgate, Wesley ouviu a leitura de um antigo comentário escrito por Martinho Lutero, sobre a carta aos Romanos, onde ele relata em seu diário que sentiu seu coração se aquecer. Essa experiência de Wesley não transformou somente ele, mas uma nação e posteriormente se espalhou pelos confins da terra aquecendo os corações de homens e mulheres por varias gerações, chegando até os nossos dias.
Testemunho de Wesley: “Cerca das nove, enquanto ouvia a descrição que Lutero fazia sobre a mudança que Deus opera no coração através da fé em Cristo, senti que meu coração ardia de maneira estranha. Senti que, em verdade, eu confiava somente em Cristo para a salvação e que uma certeza me foi dada de que Ele havia tirado meus pecados, e que me havia salvo da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todo meu poder por aqueles que, de uma maneira especial, me haviam perseguido e insultado. Então testifiquei diante de todos os presentes o que, pela primeira vez, sentia em meu coração”.
Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Charles Wesley, irmão de John. Os dois irmãos deram à religião um novo espírito de alegria e piedade.
Eu sempre digo: Não basta dizer que é Metodista, é preciso ter também a experiência do Coração do Aquecido.
Em Levíticos Deus orienta aos sacerdotes que “o fogo deveria arder ininterruptamente no altar” (Lv 6.12-13). Devemos nos lembrar de que foi Deus quem acendeu o fogo no altar de bronze (Lv 9.24) e os sacerdotes tem a obrigação de garantir que essas chamas nunca se apaguem. O Apostolo Paulo recomenda ordena “não apagueis o Espírito” (1º Ts 5.19).
Assim, todos devem buscar essa experiência transformadora de ter um coração aquecido.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Hoje ao passar numa rua vi uma moça com uma criança bem novinha nos braços. Eu disse a mim mesma que um dia eu também tive um filho assim em meus braços. Essa saudade mareou meus olhos.
Vontade de sair para a rua é inconscientemente procurar encontrar-se no externo e vontade de ficar em casa é conscientemente ter se encontrado dentro de si.
A educação faz a cultura e a cultura faz a educação.
A casa, a rua e a escola se entrelaçam como lei natural.
A sociedade ainda é um bebê e o manejo e projeção consciente ainda se faz necessário.
A maioria das pessoas nasce na rua do hospital com excessão das pessoas que nascem de partos domiciliares ou em outros locais.Por isso,você pode até mudar o bairro onde você vive.Você pode até mudar de cidade caso tenha nascido no interior de alguma cidade e queira estudar em uma cidade grande.Mas,caso troque de estado ou de país ou faça muitas viagens dentro do seu país ou no mundo poderá cair no tráfico de pessoas que costuma acometer mais mulheres,crianças e a população LGBTQIAPN.Por isso,não fique paranoico,mas tenha cuidado.
Eu me abro imensamente
- só para você -
A rua é testemunha abaixo
A vontade morro acima
Faço uma obra prima
Para não sair da tua mente.
Essas distâncias
- não separam -
Os nossos corações
E as nossas mentes.
Eu me mostro carinhosamente
- só para você -
Em cores alegres
Em versos serenos
Faço tudo para te ter
- eternamente -
Com arte e perfumes
- amorosamente -
Para refrescar e te aquecer
- sensualmente -
Nas asas da minha plenitude
- amiúde -
Na minha pele com solicitude.
A rua de paralelepípedo
- acarinhada,
Essa antiga rua percorrida,
Pelos teus passos
- apaixonada,
É noite, mas em ti é dia;
Respiras o verso,
e exala toda a poesia.
Vês nas casas antigas,
- mil alegrias,
Escutas as conversas,
que não foram ouvidas,
Porque és pessoa mediúnica,
Trazes contigo essa sina,
Quem te conhece,
Não questiona, e nem duvida.
A busca eterna por um amor,
que alucina,
E por algo que te comova,
e te impulsione;
Além das brumas que te escondem,
Os vestígios foram deixados ali,
Ao pé da montanha como oferenda.
Não te surpreenda,
e não te repreendas:
A fé no amor toma forma,
vai à tona certeira,
A forma que não a forma dela:
a forma de todo o amor...
Não desista da vida,
aos poucos ela vai dando a pista.
A liberdade de expressão existe,
Alegre, muda, falante ou triste;
Ela é como uma rua que resiste.
A liberdade de expressão resiste
Em passos 'salsos' - ela insiste,
De tanto dançar - ela persiste.
A liberdade de expressão vive
No peito que bate altissonante,
Dono de uma fé que não desiste.
A liberdade de expressão persiste,
Ela no teu peito reside,
Sempre ela dá um jeito
- ela [sobrevive].
A liberdade de expressão reside,
No coração de quem intensamente vive;
É sinal fecundo de tudo nesta terra
- tu [construíste].
Devagar pela
minha rua
porque o meu
tornozelo
ainda me exige,
e não posso
mais ir longe.
Ah, ao menos
os verdes morros
me fazem tranquila!
Venho assim
sentindo os efeitos
da queda,
e da temperatura.
Ah, como essa
Humanidade
anda estúpida!
Dessa maneira
e todos os dias
venho nutrindo
a utopia de salvar
a mim mesma
e de quem da
salvação precisar.
É dos pássaros
que tenho a melodia
para musicar
e condensar a poesia.
A rua acima
da minha rua
é o endereço
da memória
do amor de
muita gente
que migrou
para o infinito.
E todos nós
nos divertindo
com a tragédia
de quem não
nos entende,
e se colocou
num mundo
em guerra por
ignorar que
viver significa
fazer o bem
sem ver a quem.
Da rua acima
da minha rua
não olhamos
só para trás
e para quem
longe se foi,
Em noites
mui escuras
ali sempre
contemplamos
a luz da Lua.
Os que vão
contra o oculto
e o destino
são todos
os que creem
na vida curta,
nem no verdor
e no balanço
das árvores
poemas não leem.
Um carro
desfilando
leve na rua,
emoção e
pele de flor,
e a tua à
flor em pêlo,
De todas
a mais alta
conspiração
surgida até
para o teu
sono ocupar,
No teu céu
tornei-me
a tua Lua
_suspensa,
em teus
sentidos
_presença,
E total
_sentença
que tuas
mãos não
podem
capturar;
Betelgeuse,
Antares,
e Aldebaran
ao redor
da cintura:
o meu rubi
na boca tua.
Você bateu os olhos
em mim naquela
tarde subindo
a ladeira da tua rua,
Reconheceu que
sou adrenalina pura;
Talvez o jogo mais
perigoso da tua vida:
presença que alucina.
Ainda sou presença
que te fascina,
Mesmo que a distância
não permita,
Sinto que ainda
com fogo me anseia.
Até hoje você não
consegue me tirar
da tua cabeça
E a tua memória
ainda sente o meu
perfume de Lua,
Tudo por causa
daquela tal tarde
na ladeira da tua rua.
Em noite de céu
estrelado direto
da minha rua,
vi um cometa
a dar uma volta
ao redor da Lua,
de olhos fechados
algo me diz
que já sou tua.
Com a minha
paz de savana
mediterrânea,
não temo
a noite escura.
Em noite de luar
e céu estrelado,
vibrar com povos,
os namorados
e a ternura
de escutar
canções de amor
sentindo o barulho
dos teus passos.
Sem ter medo
da distância
e sem temer
me perder
na tempestade.
Um coração
apaixonado
está sempre
na maravilha
embalada
por histórias
de amor
e se encanta
com as narrativas
até quando
lê livros sagrados.
Expressar admiração pela sua rua, bairro, Estado e Nação nunca é demais. Não há como estar num caminho de prosperidade onde há pensamento e comportamento hostis e e recheados de radicalismos.
