Monólogos mais Famosos

Cerca de 94 frases e pensamentos: Monólogos mais Famosos

Muitos dos meus sonhos foram abortados. Em um monólogo pessoal, indagaria a Deus por aquilo que deu ou dá errado? Quem na verdade sou eu? Sou filho adotivo de Deus por Sua misericórdia! Conclui que não sou nada, não sou merecedor de nada mas ainda sim, quando estou em oração o Senhor tem me visitado em sonhos, nas minhas reflexões sobre a existência mesmo quando sou acusado, perseguido, esquecido, questionado ou deprimido... mas entra em ação mais uma vez a misericórdia de Deus que tem me dado lugares de refúgio e é nestas horas é que me sinto no colo dEle dizendo-me para me aquietar...queria que esse momento não me levasse a ser desperto, queria continuar no colo ou que encontrasse anjos ou humanos que compreendessem o que é ser humano; que demonstrasse algum grau de importância ou quando alguém (quase nunca acontece, mas o contrário sim: ligam, batem à porta, interpelam nas ruas e pedem orações.) me ligasse e me chamasse para orarmos juntos, para falar das escrituras, partilhar conquistas alcançadas pelo poder do Espírito Santo de Deus para o Reino de Deus! Ás vezes me esqueço que fazemos parte de uma geração narcisista, egocêntrica e que somos filhos da indiferença interpessoal. Que ninguém não está nem ai prá nada...Sinto-me como Jó que foi abandonado e acusado pelos seus amigos por conta da ausente relação dele com o Senhor, quando por trás das cortinas no mundo espiritual havia uma batalha entre Deus e Satanás e que Jó foi provado por muitos problemas que excedem a força humana ,mas que mesmo chegando ao fundo do poço ou no final do túnel sua fidelidade se manteve ao Senhor, não blasfemando, mas agradecendo. Em nenhum momento ele se rebela contra o seu Deus. É então lembrando de momentos marcantes em minha vida, é que vejo "anjos" e pessoas que descobriram o que é "ser humano", quem realmente se importa com você e que lhe ama de verdade. Mas é o amor de Deus que me leva a acreditar mesmo não vendo de forma abstrata mas pela fé que Deus sempre trabalha de forma didática, cuida de mim, e que em Seus planos estou eu inserido.

Fernando de Albuquerque
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Diálogo para muitas pessoas é apenas uma oportunidade de ensejar um monólogo. Está muito longe o dia que as pessoas vão realmente dialogar e aceitar os outros como realmente são. Quanto mais essa sociedade egoista que vivemos for se avolumando, mais difícil alguém aceitar alguém. O pensamento está mais centrado em si e da forma como os outros "devem me aceitar". Aturar é diferente de aceitar.

Swami Paatra Shankara
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Monólogo de Natal


Ivone Boechat

A noite estava muito bonita. Como de costume, Sara ficou olhando para o céu e resolveu conversar com uma estrela:

-Você que mora aí em cima, estrela, conta pra mim o que viu de mais bonito aqui na terra?

- É o mar, nosso espelho e há noites em que ele está tão deslumbrante, que nós, estrelas, ficamos tontas e caímos. A lua acende todas as velas, ilumina as ondas no seu doce vaivém. É emocionante vê-lo se espreguiçando na areia, esperando o pisca-pisca da estrela dalva, a madrinha.
- Você que observa tudo poderia dizer qual foi a noite mais linda de toda a história?
- Claro, nós fomos convidadas. Naquela noite, o céu estava em festa. Tudo aconteceu como previram os profetas. Fomos alertadas para expor todo o nosso brilho, em constelações, ninguém poderia nem piscar, porque algo extraordinário ia acontecer. Ficamos aguardando os sinais, A rainha das estrelas se colocou esplêndida no firmamento. Um coro de anjos chegou cantando. Anjos, muitos anjos sob as nuvens. Os pastores de Belém extasiados, se curvaram, em oração. Os animaizinhos se encolheram na estrebaria, dando espaço à Maria e José; nós estrelas e galáxias, ali brilhando, brilhando...O luar estava lindo. Ouvimos quando anjo Gabriel chegou numa apoteose celestial, nunca vista.
Sara notou que a estrela estava fluorescente, emocionada e feliz!
- Por que você está assim tão diferente, estrela, parece que você chorou ?
E a estrela concluiu:
-A noite em que nasceu Jesus Cristo, foi o dia mais bonito do Universo. A paz tão prometida chegou! É por isto que ficamos de prontidão aqui, observando para avaliar o que fazem os homens na terra na linda noite de Natal! Esperamos que pelo menos orem agradecendo e se abracem.

(Escola, doce escola 1ª.edição-Unigranrio-1983-RJ)

Ivone Boechat
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O monólogo silencioso de uma Mãe”
julho 29, 2009 in Reflexões | Tags: ser mãe
Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em ‘começar uma família’.

‘Nós estamos fazendo uma pesquisa’, ela diz, meio de brincadeira.

‘Você acha que eu deveria ter um bebê?’

‘Vai mudar a sua vida,’ eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.

‘Eu sei,’ ela diz, ‘nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .’

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: ‘E se tivesse sido o MEU filho?’ Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer. Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzi-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de ‘Mãe!’ fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald’s se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida — não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar talco num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

‘Você jamais se arrependerá’, digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus… que é ser Mãe.’

Autor Desconhecido

não conheço
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"O amor é um monólogo travado na sombra."

Lúcio Cardoso
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Minha vida é este monólogo teatral sem comédia e com falhas coesivo-textuais.

Alysson Augusto
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MONÓLOGO

Se na vida pudesse trilhar
Sem escolha os trilhos do destino,
Seria assim: como o vento,
Que sopra, sopra e não tem fim.

Se na vida pudesse dançar,
Sem ouvir que música toca,
Seria assim: como a folha,
Que solta,solta e não se prende em mim.

Se no sonho pudesse cantar,
Sem saber quem vai curtir,
Seria assim: como o pássaro,
Que acorda e canta,
Mesmo sem ter alguém para lhe ouvir.

Jôsi Baraúna
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Alguém a me ouvir orar, pode pensar:
Nossa, como consegue ser tão monólogo ?
Negativo alguém.
Deus fala muito, muito, muito.
Infelizmente com muitos, é Ele o monólogo.
Eu falo pouco com Deus que fala tanto comigo, através de TUDO.
Eu devo é infinitas palavras de agradecimentos e gratidão a Deus.

Marcos Vinicius Trindade
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Monólogo parte Mil



" Palheta em cima da mesa, roupa de dormir e chocolate quente ao lado. Sem falar é claro no computador á minha frente e o teclado que digito. Livros a vista e um álbum de fotos ao alcance. Não que goste muito de entrar em meu passado.
Quantas vezes chorei com essa música, sorri com ela, escrevi.
Nos momentos de arrependimento, nos momentos de alegria, nos momentos de “sem emoção” [sabe? Quando a gente ta num exatamente NADA estado de ser?!]
Acho que é uma música que me define. Que consegue me limitar. Mesmo sabendo que na verdade nada pode definir ninguém. [...]"

Trecho de Monólogo parte mil

Aline Cogitare
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Monólogo de uma Sombra

"Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!

A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!

Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!

Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.

Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!

Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.

Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!

Quis compreender, quebrando estéreis normas,
A vida fenomênica das Formas,
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta,
O horror dessa mecânica nefasta,
A que todas as cousas se reduzem!

E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes,
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mostrar, já nos últimos momentos,
Como quem se submete a uma charqueada,
Ao clarão tropical da luz danada,
espólio dos seus dedos peçonhentos.

Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta
Todos os agregados perecíveis,
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!

Será calor, causa úbiqua de gozo,
Raio X, magnetismo misterioso,
Quimiotaxia, ondulação aérea,
Fonte de repulsões e de prazeres,
Sonoridade potencial dos seres,
Estrangulada dentro da matéria!

E o que ele foi: clavículas, abdômen,
O coração, a boca, em síntese, o Homem,
— Engrenagem de vísceras vulgares —
Os dedos carregados de peçonha,
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares!

A desarrumação dos intestinos
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come,
Numa glutoneria hedionda, brincam,
Como as cadelas que as dentuças trincam
No espasmo fisiológico da fome.

É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham,
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s.

E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo,
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se,
E após tantas vigílias, reduzir-se
À herança miserável de micróbios!

Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomista exalta,
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas células vilíssimas,
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo.

Brancas bacantes bêbedas o beijam.
Suas artérias hírcicas latejam,
Sentindo o odor das carnações abstêmias,
E à noite, vai gozar, ébrio de vício,
No sombrio bazar do meretrício,
O cuspo afrodisíaco das fêmeas.

No horror de sua anômala nevrose,
Toda a sensualidade da simbiose,
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos,
Como no babilônico sansara,
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos.

Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda.
Negra paixão congênita, bastarda,
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete,
Com a veemência mavórtica do ariete
E os arremessos de uma catapulta.

Mas muitas vezes, quando a noite avança,
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende,
Que, tateando nas tênebras, se estende
Dentro da noite má, para agarrá-lo!

Cresce-lhe a intracefálica tortura,
E de su'alma na caverna escura,
Fazendo ultra-epilépticos esforços,
Acorda, com os candieiros apagados,
Numa coreografia de danados,
A família alarmada dos remorsos.

É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
— Macbeths da patológica vigília,
Mostrando, em rembrandtescas telas várias,
As incestuosidades sanguinárias
Que ele tem praticado na família.

As alucinações tácteis pululam.
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza;
E autopsiando a amaríssirna existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!

Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna,
Reconhecendo, bêbedo de sono,
Na própria ânsia dionísica do gozo,
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!

Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua,
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca.

Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa,
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre,
Á condição de uma planície alegre,
A aspereza orográfica do mundo!

Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento,
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética,
Que a mais alta expressão da dor estética
Consiste essencialmente na alegria.

Continua o martírio das criaturas:
— O homicídio nas vielas mais escuras,
— O ferido que a hostil gleba atra escarva,
— O último solilóquio dos suicidas —
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!"

Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos,
Da luz da lua aos pálidos venábulos,
Na ânsia de um nervosíssimo entusiasmo,
julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre caveiras sujas,
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!

Era a elegia panteísta do Universo,
Na podridão do sangue humano imerso,
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta,
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases.

E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres,
Há-de ferir-me as auditivas portas,
Até que minha efêmera cabeça
Reverta à quietação da treva espessa
E à palidez das fotosferas mortas!

Augusto dos Anjos
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MONÓLOGO POÉTICO DE OUTONO

O outono frio sem amor, pode parecer com mergulhar na escuridão fria...

Um passo para adeus dos nossos verões, eu ouço as folhas secas sendo pisoteadas...
Com chocolate quente na caneca, com o coração cheio de saudades de você... E você com saudades de outro alguém, que por sua vez tem saudades de outro alguém ainda...Mas não é de você! O inverno também pode ser minha mente, uma torre de sucesso embalada por este monólogo.. Para quem? -Para eclodir no universo das letras e se tornar mais um texto poético e sem dor... Ontem foi o verão, folhas caem aqui . Este ruído misterioso soa como uma partida..Amo seus olhos verdes de beleza delicada, mas hoje eu estava doce como chocolate, e você preferiu contemplar a paisagem fria e parada na foto tirada de um trem que já passou há muito tempo... Você está sempre fugindo do verdadeiro amor.... Quanto tem nas mãos deixa escapar, quando perde lamenta em saudades... Melhor que eu aprecie poéticos textos, artesanais e meus como raio amarelo e macio de outono! Autora Cleide Regina Scarmelotto

Cleide Regina Scarmelotto (Poeta e escritora)
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Relacionamento tem que ter Diálogo, senão vira um Monólogo!

André Suhanov
Inserida por andresuhanov

são paulo
Esse é o meu monologo;
para mostrar-lhe o quanto amei pisar em seu solo;
dizer-lhe que todo esse tempo amei estar em seu colo;
por todo esse tempo ter sido meu polo;
meu lugar de repouso;
a minha al qaeda;
nas horas triste o meu consolo;
meu odre novo;
a única que apesar dos meus muitos podres;
nunca gelo;
sempre me amou,e tratou com o mais profundo anelo e desvelo;

Hisley Prisley
Inserida por MbiavangaLourenco

Ando literalmente perdido em meus próprios monólogos mentais, e acima de tudo, apático. Assim me sinto.

Gabriel Leite
Inserida por vishgabriel

O Habitante de Dois Mundo
Monologo: Ruisdael Maia
LIVRE ? Nunca Seremos ...
Após muito lutar contra um sistema totalmente parcial , separativo e Cruel
encontro-me hoje como Servo e Escravo algemado pela liberdade que Busco....
Enquanto ser racional, sou autor das leis que imponho-me a min mesmo ...E se sou mestre , também sou servo ! só a um individuo legislador e responsável por aquilo que faço, autônomo da própria vontade então sou LIVRE ? Livre enquanto minha capacidade de agir ,o problema é esse determinismo que me consome pela própria naturalidade, enquanto me liberto para o reino da moralidade ... me escravizo em minha mortal natureza !
Ser livre , submete-me às leis da própria razão ....
Se devo agir, é porque posso agir.
Se vou ou não agir é uma Escolha ! Mas....
ainda há tempo .... em quanto moral sou eterno , enquanto homem temporal ... Escravo dos próprios meios , mais livres pelas próprias verdade !

Ruisdael Maia
Inserida por ruisdaelmaia

Poesia é quando escrevemos o monólogo de nossa alma, que se torna um diálogo com o leitor.

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado

Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
Inserida por LucianoSpagnol

Monólogo da madrugada

E eu novamente perdida em meu mundo,
Contando histórias de mim sobre eu mesmo,
Num lugar onde não me encaixo e solidão torna meu rumo.
Talvez eu pudesse pensar em me encaixar,
Como fiz antigamente,
Tenho preguiça...
Não sou mais inconsequente.
Pra encaixar no velho,
Prefiro viver desencaixada,
Quero encaixar no novo,
Mas o novo não se encaixa em mim...
Fico assim,
Sábia das minhas certezas,
Fugindo das incertezas,
Feliz,
Tranquila,
Não procuro problemas,
Mas ás vezes eles me acham,
Cuido de mim, nem sempre foi assim,
Odiava o silêncio, agora amo.
Gosto disso.
Do presente,
Que realmente é um presente.
Não ligo de ser diferente...
Não gosto de sair...
Chato.
Música ruim.
Não me encaixo,
Nem quero.
Gosto das pessoas,
Mas, meio que nada a ver a vida...
Muito menos os pensamentos,
Difícil pensamento alheio me agradar ...
Sei lá.
Prefiro a companhia de mim mesma, mesmo.
Não sinto falta de nada, até estranho...
Mas um estranho bom,
Vejo pessoas bebendo,
E eu não vejo sentido na insanidade, no entorpecer.
Gosto de ser sóbria,
Prefiro o clarear de ideias.
Entorpecentes como fuga são.
Não preciso perder a sanidade,
Muito menos,
A linha de raciocínio,
Quero ser um eu completo,
Solido.
Não influenciável.
A bebida deixa a pessoa mole, sem ciência,
Dopa a consciência,
Muda o mundo interior, destrói.
Distrai.
Não gosto de sonhar também.
Sonhos mentem...
Tentam fazer sua mente.
Distrações...
Não gosto delas,
Mas algumas ainda me prendem.
Por isso a vontade imensa de me isolar,
Morar na praia, vida simples,
Sem TV, sem som, sem modernidade.
Meu violão, livros e só...
Utópico né.
Mas eu sonho em viver de arte,
Sonho acordado.
Passo-a-passo...
Vou construindo meu futuro,
Trabalhando,
Atrapalhando...
Faz parte.
Agora chega de falar comigo!
Dormirei.

Letícia Del Rio
Inserida por DelRioLeticia
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Como se fosse um monólogo...

Tenho lá meus pensamentos e sinto que devo compartilhar. Há os que me condenam e os que dizem que me exponho. Prefiro pensar naqueles que se alinham comigo, porque encontram um ser que tem as mesmas alegrias e dores, reflexões e afins. A estes eu digo: não estamos sozinhos...

Enéias Teles Borges
Inserida por eneiastb

Monólogo

Estar atento diante do ignorado,
reconhecer-se no desconhecido,
olhar o mundo, o espaço iluminado,
e compreender o que não tem sentido.

Guardar o que não pode ser guardado,
perder o que não pode ser perdido.
— É preciso ser puro, mas cuidado!
É preciso ser livre, mas sentido!

É preciso paciência, e que impaciência!
É preciso pensar, ou esquecer,
e conter a violência, com prudência,

qual desarmada vítima ao querer
vingar-se, sim, vingar-se da existência,
e, misteriosamente, não poder.

Dante Milano
Inserida por carlosmachado67

Monólogo Trivial De um Amor

É fundamental descrever isso aqui agora para que você possa pensar ,no futuro como que vai ser a sua vida, hoje você está bem,talvez sofrendo por mim, e eu por você.
naturalmente que isso seja normal, mas daqui a 10 anos, 5 anos,4 anos, que seja, talvez você tenha me esquecido para sempre, nem se lembre de mim, como se passa pela sua cabeça que eu estou bem ou mal, ou isso nem será importante.

Estes diálogos que na verdade mais parece com monólogos, as vezes me aliviam destas dores que me maltratam diariamente.
Então, que eu poderia pedir ao desejar pra você,?

Que você seja muito feliz, eu sei que amanhã você vai estar separada desse casamento.isso é um fato, ou acostumada com esta vida ao ponto de viver sem um verdadeira entrega.

Mas não será por minha culpa, e nem por sua culpa também, talvez tenha se apaixonado por outra pessoa, se encantou, largou deixou, e se a vida te oferecer o que você procurava, eu fiz de tudo, pra ficar com você, eu abrir meu coração, eu abriria mão de tudo tudo que eu tinha, tudo o que eu conquistei, apenas para viver este amor, mas você não quis, você não me deu uma única chance, a única coisa que você pode fazer foi Chorar no meu ombro docemente e lamentar em prantos no carro no dia 29 de agosto de 2015, e eu me lembro da cena até hoje, e isso me dói muito porque faltava quinze dias, se eu não me engano, pra você se casar.

E eu pedi pra você fugir comigo, eu ia te dar de tudo casa carro conforto,bens materiais, tinha condições de fazer isso.


Por você eu perdi minha família, perdi minha esposa e meus filhos, perdi a minha alegria a minha felicidade eu perdi tudo por você.

Por você sofro como um animal sem dono, sem cuidado afogado nas ruas procurando viver de migalhas, de sonhos, de vontade, de pequenos desejos e nunca consegui me aproximar de você verdadeiramente, e faz tempo já que tudo se tornou uma dor permanente, uma dor forte ardendo constantemente no meu peito, me consumindo aos poucos, e depois você me avisa afunda ou se afundou na cidades de desilusão afundou-se na incerteza,afundou-se na solidão, na escassez deste amor,

Hoje tenho várias doenças no corpo como depressão tendinites e epicondilite e dores de cabeças fortes, me torneio praticamente impotente pra vida não consigo sentir mais prazer em ninguém não tenho mais vontade de fazer algo por mim mesmo, vivo como se eu fosse um zumbi caminhando sem destino nessa cidade fria e gelada ou quente e insuportável.

Não consigo olhar para a traseira do meu carro, no banco de trás, te vejo lá Não consigo, não posso mais fazer os mesmos caminho, porque tudo se foi tudo desapareceu, sabe né, existe uma imagem, apenas uma imagem de você, e uma dor insuportável que eu sinto por você.

Todos os dias eu passo na frente da sua faculdade, meus olhos enchem de lágrimas eu me lembro da palavra, eu te amo muito, meu coração se derrete se eu escrevo algum poema não consigo terminar de tanta saudade, tanta dor, porque eu tô falando assim! Isso é verdadeiro, não é brincadeira é algo fundamental dolorido, é algo que realmente me deixa sem sentido, sem razão, me perco no meio nessa escuridão, é difícil dizer pra você que te amo, se o amor que eu sinto por você tá escondido em mim, é difícil demais falar de amor pra você se eu não consigo te ver.

Etam
Inserida por Etam
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