Monologo sobre Relacionamento

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⁠Quando for decidir sobre algo, pergunte. Isso é bom para mim? E para os demais? Se sim, dê seguimento e faça, caso contrário escolha outra decisão.

Inserida por DamiaoMaximino

⁠[SOBRE O CONCEITO DE LUGAR]


A partir dos anos 1960, o conceito de lugar parece já se libertar da conotação exclusivamente locacional. O vínculo do lugar com uma localidade – isto é, com certa posição no espaço – é ainda inquestionável (embora, mais tarde, mesmo isso vá começar a se alterar com o surpreendente desenvolvimento das realidades virtuais e do ciberespaço). Todavia, o acorde conceitual de “lugar”, a partir de então, já passava a exibir outras notas características importantes, para além da mera ideia de localidade. Todo lugar, começava-se a enfatizar cada vez mais, tem o seu lado de dentro e o seu lado de fora (o seu entorno).

A relação deste lado de dentro (ou deste sítio) com o entorno ou com realidades mais distantes, a experiência humana que no interior desta relação se estabelece, os modos de ver o mundo que afloram quando se está em um lugar e não em outro, os mecanismos de identidade que se impõem de dentro de um lugar ou contra este mesmo lugar – tudo isso começa a compor um sentido mais complexo para esta pequena palavra com a qual estamos tão acostumados na vida cotidiana.

O lugar não é mais apenas um mero local, mas sim um mundo que coloca em jogo as suas próprias regras. Pode-se mesmo dizer que todos os lugares são pequenos mundos. Se o lugar pressupõe uma localização (mesmo o lugar virtual tem um endereço eletrônico), este traço está longe de ser o único relevante quando pensamos nos lugares. Ademais, podemos ter uma localidade – cartografável ou indicável no mapa – mas sem termos ainda um lugar. O local pode ser um mero ponto no mapa definido pelo encontro de um paralelo e um meridiano. Mas um lugar precisa ser nomeado, pressentido por alguém como dotado de uma singularidade. O lugar é o local que adquiriu visibilidade para alguém, porque investido de certos significados.
O lugar, assim, é o espaço ao qual foram agregados novos níveis ou camadas de sentidos.

Conforme nossa própria terminologia, o lugar é o espaço objetivo sobre o qual se ergueu um acorde de subjetividades. De certo modo, o lugar é a quinta dimensão de qualquer poliacorde geográfico.[...] O lugar, sobretudo, implica relações intersubjetivas que se integram a uma determinada objetividade. Em duas palavras, envolve identidade e estabilidade. Ambas as instâncias – a saber, de um lado a identificação, e de outro lado a dupla sensação de estabilidade que é simultaneamente assegurada por um forte sentimento de pertença e pela permanência objetiva do lugar no espaço e através do tempo – parecem produzir nas pessoas sensações diversas de apego ao ambiente construído ou natural.

A sensação de pertença ao lugar, através deste duplo entremeado de subjetividades que envolve simultaneamente a identificação com o lugar e a impressão de sua continuidade no espaço-tempo – pode atingir distintos níveis de amplitude, que vão da vizinhança ou do bairro à pequena localidade, daí à cidade ou à área rural e assim sucessivamente, até atingir lugares maiores como o estado, o país, o continente, o planeta! Todos estes são certamente lugares, os quais são investidos de diferentes tipos e níveis de afetividade, de intimidade, de sentir-se dentro.


[trecho extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.170-171].

Inserida por joseassun

⁠já escrevi centenas de textos sobre você

no entanto desde o.primeiro já tornei-te imortal..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠desolador achar que sabe muito sobre uma pessoa e de repente ela te mostra que você não sabe nada..

Inserida por arremedos_poeticos

Escrevo sobre meu mundo

Queria escrever algo além do amor
Além de você
Além da dor de não te ter

Mas se eu olho pro teto, pra tevê, ‘pruma’ flor…
Lembro de você
Tu es meu viver

Se escrevo sobre ti
Escrevo sobre meu mundo

Inserida por Layyy

⁠Talvez você nem precise de um novo caminho, mas apenas de um novo olhar sobre aquele tem percorrido...

Inserida por lavinialins

⁠O tamanho de nossas aflições está diretamente ligado ao nível de controle que temos sobre as variáveis. Quanto maior a aflição, menor o controle.

Inserida por brunocidadao

⁠Minha dor

Sobre o vento muito tento
Esquecer os meus sentimentos
E nessa hora eu não me lembro como
Mas por mais que eu não consiga eu tento e tento

E essa dor de cabeça que me incomoda aqui
Me faz chorar
Em vez de sorrir

Não é só mais uma fase
É tudo o que resta da minha dignidade
Que de pouco em pouco acaba,
Pela minha falta de vontade

E toda esta tristeza
Nem consigo entender,
Ela é tão grande que me faz corroe

Será que tudo isso terá um fim?!
Ou morrerei triste
Sem um final feliz.

Inserida por httpsxnds

⁠A simplicidade dos pequenos momentos e gestos revelam mais sobre alguém do que qualquer condecoração ou honraria que se possa receber em vida. Que nosso esforço sempre seja em busca de agregar sabedoria e Luz ao nosso caminho e a existência dos outros.

Inserida por magicamistura

Enquanto não for sobre o toque, a troca, o momento, sobre amor...⁠ enquanto for sobre benefícios nunca vai ser verdadeiro e enquanto não for verdadeiro não prospera.

Inserida por k3v3m

O paradoxo da musculação: ⁠seguir de falha em falha, até a plenitude. Não é sobre perfeição, mas sobre evolução.

Inserida por ferscheuer

⁠O livro, "A vitória sobre si mesmo", vou ter que escrevê-lo com a vida e não só no papel.

Sto. Antônio Maria Zaccaria

Nota: Trecho de carta ao Frei Batista de Crema, em 31 de maio de 1530.

Inserida por herculesgdsantos

⁠O BRILHO DE UM LUAR DIURNO SOBRE UMA ROSEIRA DE VINHEDO... E a pobre lua tem o seu destaque apenas à noite que é quando sente a falta de um sol, ninguém da lua se lembra, dela se lembram, durante os dias quentes, mesmo estando ela lá no seu lugar, a guiar as marés, mas, na noite densa & fria ela pode ser o seu único iluminar. Da mesma forma a pobre rosa, bela, que fere a quem não vê o seu espinho tem a sua beleza sublime apagada, quando em frente a uma plantação de uva é colocada, para de alarme servir!

Inserida por HIAGOVAZDOSSANTOS

⁠⁠⁠"Você aprende sobre árvores quando começa a cortá-las. Preservando as raízes você começa a entendê-las."

Inserida por glauberlimadesouza

⁠É preciso discernimento na tomada de metas e sabedoria sobre quem pode sustentá-las a contento.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Na imagem que vê sobre mim ali está
Uma coisa que você precisa decifrar.
Olhe com atenção essa foto minha e
Mastarde vou aparecer para você.

FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO

Qual a minha opinião ⁠sobre esse mundo? Lá vai.
- ele nunca deveria existir, viemos para cá só para ver entes queridos partindo, pessoas discriminando a sexualidade, cor, opiniões... chega desse mundo! pra mim... Esse mundo está prestes a acabar, minha jornada tbm.
Com carinho, NUCITA <3 .

Inserida por Mikasadzinha

⁠Sobre densidade:

nascer
com o passar
dos anos,
descobrir-se gente

Inserida por AnaScuro

⁠Na vida tantas são as coisas das quais se deve aprender sobre as que já se sabe, que por isso a vida é curta.

Inserida por regismeireles

⁠A primeira noção à qual precisamos dar forma de modo a refletir sobre o Tempo Histórico é a de que este é um tempo necessariamente humano. O tempo dos historiadores refere-se essencialmente à existência dos homens. O que de fato interessa a um historiador é a passagem do homem sobre a Terra, o que inclui tudo aquilo que, tocado pelo homem, transformou-se, e também aquilo que, vindo de fora, transformou a vida humana. As modificações na vida humana ao longo dos séculos, o confronto entre diversas sociedades, as múltiplas maneiras como se desenvolveu o poder no decorrer da existência das sociedades humanas, o surgimento e a elaboração da cultura, a luta pela sobrevivência com a concomitante edificação de um sistema de práticas que podem ser consideradas como a base da economia, o surgimento e desenvolvimento das mais diversas formas de expressão e criação, as mudanças nos modos de pensar e de sentir ao longo dos séculos, tudo isto, e também as interferências impostas pelos homens no seu meio ambiente, constituem objetos de interesse dos historiadores, sempre considerados sob a perspectiva de suas transformações e permanências no tempo.

O tempo dos historiadores, portanto, é sempre um tempo humano. Ele não é o tempo dos físicos ou dos astrônomos. Tampouco é o tempo dos calendários ou da mera cronologia, ainda que destes modos de situar o tempo objetivamente o historiador precise se valer no decorrer de suas narrativas e análises historiográficas. Ao lado disto, um físico ou um astrônomo que observam os fenômenos celestes, materiais ou geológicos também podem pensar historicamente; mas não se trata aqui, obviamente, da mesma história dos historiadores.


[trecho extraído de 'O Tempo dos Historiadores'. Petrópolis: Editora Vozes, 212, p.20-21].

Inserida por joseassun