Momentos Felizes Amigos
Mas Cristo morreu não só pelos seus amigos, mas também pelos seus inimigos; não só para alguns homens, mas para todos, sem exceção. Esta é a imensurável ou vasta extensão do amor de Deus.
Que o Espírito Santo não permita que fiquemos amigos dos nossos pecados, pois essa amizade nos levaria para o inferno.
A lacração sempre foi uma marca dos religiosos e das universidades. Wesley e seus amigos do clube santo eram cancelados diariamente na Universidade de Oxford, onde eram difamados e apelidados de “Sacramentários”, “Entusiastas”, “Mariposas da Bíblia” e “Metodistas”. Esse último espantalho ou lacração acabou sendo definitivo, se tornando o apelido do movimento Metodista no século 18.
O paralítico foi curado porque tinha amigos que o levaram até Jesus. E seus amigos, estão levando você para onde?
John Wesley e a Importância dos Amigos
John Wesley reconheceu a importância de ter amigos para discutir assuntos espirituais, que orem uns pelos outros, encorajando uns aos outros na fé. Esses amigos de caminhada de fé devem manter a comunhão e estarem sempre se ajudando. Em suas cartas, ele frequentemente falava desse aspecto vital da caminhada cristã.
Vejamos uma de suas falas:
“Você deve se lembrar de que não pode se aquecer sozinho; você precisa encontrar um, se não mais, com quem possa conversar livremente sobre as coisas de Deus. Você pode fazer isso apropriadamente pela oração; e mais cedo ou mais tarde sua oração será ouvida, embora alguns daqueles com quem conversou uma vez tenham esfriado. Mas Deus é capaz de fornecer a você outros que não serão tão instáveis quanto a água. É uma grande bênção que Ele tenha apoiado suas ações no caminho e permitido que você ainda prossiga para o alvo. Que Ele possa estabelecer, fortalecer e estabelecer você! John Wesley (carta para Harriet Lewis, 2 de abril de 1789).
Eclesiastes 4:8-10: isto é, um homem sem ninguém, não tem filho nem irmã; contudo, não cessa de trabalhar, e seus olhos não se fartam de riquezas; e não diz: Para quem trabalho eu, se nego à minha alma os bens da vida? Também isto é vaidade e enfadonho trabalho. Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
QUANTAS ALMAS TEMOS:
Quando criança está sozinho me era aprazível.
Meus poucos amigos, pouco me eram!
Assim me fez viciar ao perigo da solidão.
Recluso ao meu tumulo, em silêncio,
Escutei a voz do coração distanciando-me
Do convívio com pessoas.
Saímos de cena para deixar fluir!
Na plateia mascaras sem olhos.
Metade de mim era alma, outra metade nem calma.
A vida nada mais que comédia suburbana
O único ato de um único monólogo.
O idiota canta, sozinho encena horas a fio
Logo sua voz se faz silêncio sob a égide de um até breve.
Quando, vê, o show acabou.
A comédia bufou.
Nada é eterno!
Não sabemos quantas almas temos.
Cada momento não somos ou cabemos.
“Amigos são Joias raras”
Não posso dar-te soluções...
Para todos os problemas da sua vida...
Mais posso oferecer-te a minha amizade.
Consolar seu coração.
Não tenho resposta, para suas perguntas e duvidas...
Mais posso ouvir-te e compartilhar contigo...
Todos os momentos vividos.
Não posso evitar que suas lagrimas caiam...
Mais posso oferecer meu ombro para chorar.
Não posso mudar...
O teu passado nem o teu futuro...
Mas quando necessitares de mim...
Estarei junto a ti.
Não posso evitar que tropeces...
Somente posso oferecer-te a minha mão...
Para que te sustentes e não caias.
As tuas alegrias...
Os teus triunfos e os teus êxitos...
Não são os meus...
Mas desfruto sinceramente...
Quando te vejo feliz.
Não julgo as decisões...
Que tomas na vida...
Limito-me a apoiar-te, com amor.
A estimular-te com carinho e paciência, a ajudar-te sem antes me pedir.
Não posso traçar-te limites, nem dizer o que deves fazer...
Dentro dos quais deves atuar...
Mas sim, oferecer-te o espaço necessário para cresceres e caminhares por caminhos certeiros...
Sem ter mede de cair.
Não posso evitar o teu sofrimento...
Quando alguma mágoa parte-te o coração.
Mas posso chorar contigo a todo instante e recolher os pedaços que restaram...
Para armá-los novamente...
Não posso decidir quem foste nem quem deverá ser.
Somente posso amar-te como és.
E ser tua amiga hoje, amanhã e sempre.
Todos os dias pensos nos meus amigos.
Não estás acima...
Nem abaixo nem no meio...
Mais em meu coração...
Não concluí a lista, não sou o número um...
Nem o número final e tão pouco tenho a pretensão de ser o primeiro.
O segundo ou o terceiro da tua lista.
Basta que me queiras como amiga
Não tenho nada a oferecer a não ser minha simples amizade...
Quero dormir feliz, acordar desejando felicidades a todos.
Quero manar vibrações de amor e alegria e dividir com vocês...
Saber que estamos aqui de passagem.
Que o amor é lindo...
A vida e bela e os amigos são joia rara.
Melhorar as relações...
Acreditar no futuro...
Aproveitar as oportunidades...
Escutar o coração...
Acreditar na vida...
É viver o amor
Entrega, Confia e Agradece
As coisas mudam, a vida surpreende,
Perdemos amores, amigos, gente,
Partes de nós que nunca imaginamos,
Mas a alma insiste, e nos reencontramos.
Novos rostos chegam, abraços chegam também,
Amores surgem, como o sol após a manhã,
No espelho vejo, uma versão mais forte,
Mais sábia, que venceu cada corte.
Por mais difíceis que sejam os dias,
Há luz, há força, há novas alegrias,
Só precisamos entregar, confiar, agradecer,
Pois o que vem depois é para nos fazer renascer.
Reconhece os teus amigos, mas tão importante como isso será conheceres os teus inimigos. Esses, não os percas de vista, pois são veneno de víboras em teus calcanhares.
AMIGOS. TÍTULO DE DOAÇÃO SILENCIOSA.
"Já não vos chamo de servos, mas de amigos"
(João 15:15)
" Esse é o título de maior grandeza qual poderíamos esperar receber do meigo Nazareno e pelo mesmo fazermos jus em toda nossa existência no corpo ou fora dele. "
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Dentre os ensinamentos mais elevados e perenes de Jesus Cristo, há um que se destaca pela profundidade ética e pela exigência moral que impõe ao espírito humano. Em dado momento, afirmou o Mestre que “o verdadeiro amigo é aquele que dá a sua vida pela vida do amigo”.
Se tomarmos essa afirmação em sua literalidade rigorosa, seremos forçados a reconhecer a escassez de amigos autênticos na Terra. Pouquíssimos seriam capazes de entregar a própria existência física em favor de outrem. Contudo, o ensino do Cristo não se restringe ao plano biológico. Ele se projeta no campo simbólico, moral e espiritual da vida. Dar a vida não é apenas morrer pelo outro, mas viver para o outro. É dedicar tempo, energia, cuidado, escuta, renúncia e presença. Eis o labor silencioso da amizade verdadeira, tarefa que somente os amigos assumem com naturalidade e nobreza.
Essas amizades profundas, viscerais e estruturantes manifestam-se com frequência no seio da própria família. Não raramente, os maiores amigos dos filhos são seus próprios pais. A mãe que se anula em favor dos filhos, o pai que abdica do descanso, do lazer e do repouso para garantir escola, alimento, vestuário e dignidade. São existências que se doam integralmente, mesmo quando os filhos ainda não possuem maturidade para reconhecer tal grandeza e transformam-se, por vezes, em exigentes inconscientes do sacrifício alheio.
Esses pais representam o arquétipo do amigo maior. Oferecem tudo sem contabilizar retornos, e há um valor pedagógico imenso quando o filho percebe que não há cobrança, apenas entrega. A amizade autêntica percorre esse caminho da gratuidade, onde o amor não exige recibos nem garantias.
Por isso a amizade não se negocia, não se impõe, não se exige. Ela nasce da sintonia, da afinidade moral, da comunhão de sentimentos e da ressonância íntima entre consciências.
Os amigos apresentam-se sob as mais variadas formas. Há amigos religiosos e amigos ateus. Amigos de fé superficial e amigos de convicção profunda. Há os expansivos e os silenciosos, os simples e os sofisticados, os que transitam nos ambientes do prestígio social e os que vivem nas periferias da existência. Não importa a origem, a aparência ou o estatuto. Quando o coração pulsa de modo diferente na presença do outro, quando há alegria mútua no encontro, ali se estabelece a amizade.
A amizade assume relevância singular porque, muitas vezes, permite uma abertura maior do que a existente entre consanguíneos. Há temas íntimos, dores profundas e fragilidades que se expressam com mais liberdade diante do amigo do que no âmbito familiar. Isso não diminui a família, mas enaltece a função terapêutica e fraterna da amizade.
Justamente por isso, a amizade exige respeito. Não é lícito ferir com palavras, humilhar com censuras ou violentar emocionalmente aquele a quem chamamos amigo. Quanto maior o afeto, maior deve ser a delicadeza. A discordância é legítima, mas jamais pode converter-se em hostilidade. O verdadeiro amigo transita livremente na intimidade do outro sem profaná-la.
Ser amigo é, portanto, estar disposto a dar a vida no sentido moral do termo. Daí a amizade aproximar-se da irmandade. O amigo verdadeiro é um irmão de escolha consciente.
Essa alma irmã merece fidelidade. A amizade autêntica manifesta-se na constância, na presença nos dias claros e nos dias sombrios. Existem os chamados amigos ocasionais, que só se aproximam enquanto há vantagens, recursos ou prestígio. Quando a fortuna escasseia ou a visibilidade desaparece, eles se afastam silenciosamente.
Também é preciso reconhecer que, por vezes, nós mesmos falhamos como amigos, procurando-os apenas nos momentos de crise e esquecendo-os nos períodos de estabilidade. A ética da amizade exige reciprocidade contínua, não conveniência circunstancial.
Valorizamos aqueles que permanecem conosco em qualquer clima da vida. A fidelidade afasta a suspeita. Onde há amizade genuína, não deve haver desconfiança sistemática.
É fundamental não confundir amigos com colegas. O coleguismo limita-se ao espaço funcional, ao convívio circunstancial do trabalho, do esporte ou do cotidiano social. A amizade, por sua vez, pressupõe confiança, transparência, abertura e compromisso moral.
Nesse sentido, o ensino do Evangelho de João ilumina a compreensão da amizade quando registra as palavras do Cristo: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto aprendi de meu Pai vos tenho revelado”. Jesus define a amizade pela partilha, pela verdade oferecida sem máscaras, pela sinceridade que não oculta nem engana.
Evidentemente, trata-se de uma linguagem simbólica. O Cristo revelou tudo o que podíamos assimilar, respeitando nossas limitações intelectuais, morais e emocionais. A pedagogia do amor também ensina a dosar a verdade conforme a capacidade de quem a recebe.
Assim deve proceder o amigo. Ele compartilha o que edifica, guarda o que pesa excessivamente e jamais transfere ao outro um fardo que este não possa sustentar.
A amizade é quase irmandade. Ser amigo é ser irmão por afinidade espiritual e escolha ética. Por isso, cabe-nos ampliar o círculo da amizade sincera e reduzir, tanto quanto possível, os espaços da inimizade enquanto caminhamos na Terra, pois cada amigo verdadeiro é uma ponte silenciosa entre o que somos e o que ainda podemos nos tornar.
Na minha concepção, sempre disse aos meus amigos e colegas, que não somos nós que devemos trabalhar para as máquinas, mas sim elas trabalharem para nós.
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