Mocinha
No final o mocinho sempre ganha e fica com a mocinha, mas o gostoso mesmo e que dá vida à história é o que acontece antes do fim...será que eu sou o vilão?
Há, essa mocinha, jeitinho de menina inocente querendo brincar,
Desafia seus próprios limites, gosta de se aventurar,
Mistura de mel com pimenta, desejo e amor uma doce loucura,
No conjunto da obra uma linda mulher, mente madura sabe bem o que quer.
Toda ela,
Minha mocinha
Com o tempo aprendemos
Aprendemos e abusamos de tudo
Como é interessante a vida
Ontem um embrião e hoje essa luz irradiante
Cheia de manias e postura com o seu próprio jeito
Discreta e na Lua
empolgante e Serena
Dorminhoca e infantil
Direcionando os pés e observando as pedras
Ela vem vindo na passarela da vida
e construindo o seu castelo
Dê batom preto e seu almanaque
com seu pote cheios de Barbie
e sorrindo de seus pensamentos ocultos
Ela tá aprendendo no tempo errado as coisas certas
se permitindo conforme sua própria idade
Ela esta crescendo ...
Logo, entrando no ginásio e com seu novo caderno de dez matéria
ela quer um agenda pessoal ou seja uma agenda de adolescente
Isso é só oque ela pensa
nesse exato momento
Cheio de grandes emoções
com seu fone ela escutas seus primeiros e admiráveis sucessos
Deixando a Vida lhe apresentar oque ninguém jamais imaginou
Ela é Ela é Isso Mesmo ...
Nas cenas são centenárias mas não há quem não sonhe ser a mocinha ou o mocinho que cruzam olhares no embalo de uma serenata, que tenham nos olhos o reflexo da chama amarelada das velas sobre a mesa de jantar o que, emocionados, molhem o sorriso com lágrimas na entrega da rosa.
O comportamento parece ridículo, mas também não há que não sonhe em ficar sentado horas esperando o telefone tocar para depois relembrar palavras por palavras dada do outro lado da linha; escreve frases bregas no cartãozinho mas brega ainda ( o achar um exemplo de bom gosto e originalidade ); ficar sem fome ( ou comer demais ); ouvir músicas ( Melosas) sem descanso e perder o maior tempo imaginando os passos do outro.
Não há quem não queria ser o motivo da “loucura” e da inspiração (mesmo desastrada) para o versinho que vem assinado pelo Chuchu, pelo Fofo ou pela Gatinha – apelidos que fazem o resto do MUNDO cair na gargalhada e ele(a) se sentir realmente Fofo, um Chuchu ou uma Gatinha. Os últimos românticos ganharam milhões de companheiros. O romantismo sobreviveu a todas as formas de Revoluções de comportamento. Ele pode ter emprestado as vestes da modernidade mas, despido, ainda tem as velhas formas que emocionaram todas as GERAÇÕES.
Não há como negar. Não há quem não queira ser o te do EU TE AMO.
Sem Amor tudo o que fazemos torna-se monótono e repetitivo nada tem graça na Vida; Sem Amor somos obrigados a conviver com a eterna Insatisfação interior nada e capaz de nos fazer Feliz tornando nos limitados e pior de tudo Vazio.
Mocinha...
Bom mesmo
é ser a mocinha
que sonha e acredita no amor
desenhando sua inocência,
em um pedaço de papel
cercado de um verde esperança,
um céu riscado de azul
com pássaros voando
e um sol, sempre brilhante.
Bom também, é acreditar,
no eterno bem querer
porque todo feiticeiro sabe,
quando o sonho é encantado,
nenhuma magia,
consegue desfazer.
Bom seria se assim fosse
e a gente acreditasse,
em sempre juntos,
eu e você.
by/erotildes vittoria
Te amo, minha mocinha. Lembre-se de que você é e sempre será a maior fonte de orgulho da minha vida.
O herói e a mocinha
Crianças éramos, e juntos
explorávamos mundos só nossos.
Eu era o herói que à frente ia,
você a moça bonita, que o herói
protegia.
Fase boa a de criança, parece que
tudo se podia, sonhar não era preciso,
pois mal o sol nascia, la estava a vida
que para nós sempre sorria.
O querer de uma criança é possessivo,
e era essa a forma que eu te queria, e você
como menina, sorria pois achavas normal
eu assim agir.
De criança a adulto gira rápido o mundo,
hoje crianças, só os pequenos que nos cercam.
Às vezes lembro-me de ti hoje sei que o meu
possessivo querer, amor era.
Passei a lembrar-te mais vezes, que vontade de
te ver, beijar, de ser o teu herói, e então não via
a hora disso acontecer.
Dizem que os anjos nos escutam, e eis que
de repente te encontro porém, não me conheces
nada digo, continuei andando devagar, sem pressa.
Lembrei-me do herói o que faria ele agora?
Te salvaria? Só que diferente ele agiria,
te diria que o herói por ti um grande amor tem,
que apesar de haver passado muito tempo,nada atingiu
ou afetou o seu querer.
Ele ainda gostaria de ser o seu herói, protegê-la,
pelo resto de seus dias, tê-la junto como na infância,
e ainda como seu herói, junto a ela poder morrer.
.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Sou tão impulsiva e tão pé no chão...sou tão mocinha e tão bandida... sou tão menina e tão mulher...Tão dona do meu nariz e tão insegura...sou uma doce e estranha criatura!
Nos contos de fada tem sempre um príncipe que salva a mocinha e na vida real também. A diferença é que na vida real o nome do príncipe é amor-próprio.
Romance de Novela
vilã
mocinho
vilão
mocinha
amigo
inimigo
herói
amores não correspondidos
amores sofridos
medo
misto
maldade
ódio
obscuro
desejo
choro
chora
chora
sorri
feliz
juntos
sempre.
Sussurro
Ei mocinha! Em que ponto você se perdeu?
Cadê aquela pureza? Aquele olhar sem malícia?
Talvez você tenha se deixado levar pelas circunstâncias, tenha ouvido conselhos nada bons...e se perdeu!
Meu apelo é que se encontre, recupere sua essência, volte a ser você!
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.
.
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Olhei em volta e nada vi, apenas o sussurro que ainda ecoava em mim.
Seja lá oque for tinha razão, eu me perdi!
A mocinha não é boazinha, o mocinho não é bonzinho, a vilã não é vilã, e o bad boy não é malvado. E o conto de fadas não existe, resumindo: A vida não é como nos livros
AMOR é quando a minha mãe fala: ''Se comporte mocinha, não chegue tarde, se cuida''. Sinto no olhar dela a preocupação, o medo de que algo de mau possa me atingir pelo caminho. Ela é a minha base e por isso não faço nada que possa machucá-la.
Para a mamãe a mocinha;
Para a vovó a inocente;Para a irmã a insuportavel;Para os amigos a doida;Para os desconhecidos a metida;Para os inimigos a qualquer;Para os incomprienciveis a chata;Para mim? Apenas uma menina com grandes sonhos.Vivendo no mundo surreal e estressante tentando apenas ser feliz!
Entre todas escolhi você, porque nos teus olhinhos, óh mocinha linda, eu enxergo uma felicidade sem limites
De tanto fazer o papel da mocinha, pobre coitada, e que vive chorando aos quatro cantos do quarto; CAN-SEI. Troquei de papel com a bandida.
A JOVEM DO LOTAÇÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Quando a mocinha ruiva e muito bem vestida entrou no lotação, só havia uma vaga para sentar. Um jovem negro que ocupava o assento ao lado se ajeitou para que ela ocupasse confortavelmente a vaga. A moça não quis. Agradeceu educadamente, meio de viés, e permaneceu como estava. O assento logo foi ocupado por outra pessoa.
Era uma viagem demorada e cansativa, e o lotação lotou. As pessoas ficaram espremidas e a moça continuava em pé. Bem depois, um rapaz que desembarcaria no próximo ponto a cutucou pelas costas e convidou a ocupar antecipadamente a vaga. No assento à direita, uma senhora bem idosa, em trajes encardidos e muito pobres, abriu um sorriso muito simpático, de alguns dentes cariados, como se desse boas vindas à moça. Mas a moça continuava bem. Não estava cansada. Outra vez agradeceu educadamente... e de viés.
Mas ninguém é de ferro. Quando o lotação começou a esvaziar, e ainda restava um bom pedaço de asfalto para chegar ao ponto final, onde a mocinha ruiva desembarcaria, mais um passageiro desembarca e deixa um novo lugar, ao lado de um moço forte, alto, branco e metido em trajes sociais. Aí a moça se rende: lentamente se dirige à poltrona, dá um sorriso simpático, seguido de um 'com licença', senta, se recosta e dorme.
Não tarda muito, e o moço bem apessoado sai, de forma bem delicada para não acordar a moça. No mesmo ponto, embarca no lotação um idoso esquelético, visivelmente esgotado e carregando pesados sacos de sucata, que ele catara provavelmente o dia inteiro. Deixa os sacos perto da porta, se dirige à vaga na mesma poltrona da mocinha ruiva, e com expressão de alívio se acomoda, sem demorar também a dormir.
Regidas pelo cansaço, o conforto da poltrona quase macia, o vento da janela e o ruído suave do veículo em movimento, ambas as cabeças pendem, cada uma para o ombro ao lado. É nessa entrega inocente, simbólica e desarmada que ambos seguem viagem para o mesmo bairro, onde moram cercados pelas mesmas realidades diárias.
