Mira
Amor não é guerra para que se atire para todos os lados. Amor é duelo. Mira-se no alvo, define-se a estratégia, para atingir com um tiro certeiro um só coração.
Alvo na mira
Pressão no dedo
Zero absoluto correndo pela fronte
Escarcalhada no sorriso da fonte
Perigo no olhar do calcado
A vida como película passa pela mente
O fim é um novo começo ao mesmo passo
Um Desapego a esse plano
O suor corre espelhado
Forte temor na batida do seu imo
Palavras não faladas são arrependidas
Indulgencia perante ações passadas
Encômio no que se passou e não se lembra mais
Para quem restar o fecho de esperança a sobrar
Nos olhos onde reluz o olhar
Corra criança, se esconda
Cresça e um dia leve sua nação
Ao que sempre idealizou.
Mira na espreita soldado
Ergue a cabeça olha ao seu lado
Adejando ou em seus velhos rasantes
De momento em momento, a cada instante
Faúlha em baixo e no topo
Deixando um espaço dimensional infindo
Campos astrais se atraindo e confluindo
Numa dança macabra, de eletricidade
Gerando corisco luminares com intensidade
Para segunda parte do préstito
Hora de brilhar, trilhas de luzes do ar
Alvejando com meteoritos vijo
Alagando tudo, imergindo o que existe
Acalmar as correntes elevar o coexiste
Porfiar na ideia da torrente baixar
Para em cima a luz fosco fulva, estar lampejar.
Pombos de rua não aprendem, querem só diversão, escolhem lá de cima a quem adubar a cabeça, mira invejável. É mais um jogo lúdico.
MIRA DO MUNDO
Me atiro a rosa da vida
com mãos dóceis distraídas
dando palma a sua vinda
com a vida assim vivida
sem adeus apara partida.
Velejarei mundo a fora
com remos fieis do sonho
estarei na minha hora
com tudo que sou agora
em plano que ti proponho.
Me atiro em rosa petalada
no passo firme do mundo
e as passadas nas estrada
são fieis a quase nada
em tic-tac do segundo.
Antonio Montes
Dependendo de onde se mira,
acerta no cravo ou na ferradura.
O cavalo alado vai em busca da rosa
já o asno condicionado está
na realidade espinhosa e dura.
La noire, assim seja o despido céus.
Com sorte de nenhuma mágoa
Que surge sobre os desatentos mirantes
O lampejar dos astros é perdurável.
La noire, que enfeitiça quem te olha.
Com teus infinitos vigilantes
Que no teu intimo orbitam.
Perpetuam por olhares extasiados
La noire, faz da noite, tua arte.
Ter um alvo não siginifica acerto certeiro
Não adianta ter um alvo sem mira precisa
Sem munição pra uma troca necessária ..
Mira o norte e lança tuas flechas com entusiasmo. Os erros do passado servem pra lembrar que tudo é aprendizado. Com o espírito do guerreiro honrado corra atrás dos teus objetivos mais elevados e "vai na fé".
MAGNÍFICA
(A anjo Mira)
Como em prantos de apojos, secular,
Mulher das rochas e das flores,
Que de paixão alimenta os amores
Dos anjos, e dos bálsamos peculiar
Com os magníficos azuis de seu olhar,
Dos lírios, das rosas, de seus pudores,
Banhas a terra dentre as dores,
Como os céus a fizeram, deslumbrar...
Cantiga entre as almas do deserto
O oculto sentimento das promessas,
E envolta aos caminhos da aurora
Como a magnífica dos jardins aberto,
Troveja em assombros, e remessas
A dor dourando os ares como outrora...
LA PALOMA QUE SE VÁ
YA SE VÁ LA PALOMITA
MIRA-LÁ COMO SE VÁ
SE VÁ VESTIDA DE BLANCO
PARA CRUZAR SOBRE EL MAR
SE VÁ PARA NUEVA VIDA
EM NUEVO HOGAR
MIRA COMO ESTÁ TRANQUILA
QUIÉN SABE QUE PASSARÁ
QUANDO SOLTEIRA ERA ALEGRE,
AGORA COMO SERÁ?
QUE TENGAS TRANQUILIDADE
PALOMA COM TU SÍMBOLO DE PAZ
YA QUE LLEVAS LA CORONA
DEL AMOR Y DA AMISTAD
POR TODOS ESOS CAMINOS
DONDE TENGAS DE PASAR
SERÁN TUS NUEVOS DESTINOS
COM QUIEN TE HABRÁS DE ENFRENTAR
ENCONTRÁS BUENOS VIENTOS
QUIZÁS UMA TEMPESTAD,
PERO LAS BUENAS PALOMAS
SIEMPRE LOGRARON LLEGAR
LA PALOMA ERA VALENTE
SIEMPRE QUE QUISO VOLTAR
Y SIEMPRE QUE SE DETUVO
DESCANSO Y VOLVIÓ A EMPEZAR
NO DÉJES QUE TU PLUMAJE
ALQUIEN LO QUEIRA ARRANCAR
PIENSA QUE A SIDO TU MADRE
LA QUE TE ENSEÑO A VOLAR
ASÍ QUE VETE PALOMA
VETE Y CRUZA SOBRE EL MAR
QUE TENGAS UMA BUENA VIAJE
CON MUCHA FELICIDAD
RECURDATE A TÚ FAMÍLIA
QUE PARA TU PALOMAR
NO ES UMA JAULA DE ORO
LO QUE DESEAS ABITAR.
TU HOGAR A DE SER PRECIOSO
SIN RELIQUIAS DE METAL
QUE A DONDE MIRES TUS IJOS
SIEMPRE VEAN LA LIBERTAD.
Talvez a melhor maneira
de esquecer uma dor
seja transcrevendo-a,
vendo-a
sendo-a cor, mirando o amor
virar folha, vide flor
que o colibri sinta o odor,
mas não sentindo-a
e que o caso das amêndoas
que seu corpo cheirava,
pairava
não saia do papel,
sim, erra-me o céu,
mas ,em questão, adorava.
Seu amor vem como brasa incandescente, mira meu coração e reacende, as chamas desse amor que a tempos se apagou...
O caminho se faz entre o alvo e a seta, em meio a esse percurso sobrevivemos a mira as vezes por demais cruel do senhor chamado destino!
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