Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
são os teus olhos, meu amor
esta urgencia dos meus.
esse canto, que março me canta
entre silencios e segredos. são os teus olhos
como um poema sem palavras.
urdido no tépido voo das gaivotas.
que se levantam, voam e dão voltas
e se agitam ansias regresso. ao teu olhar
rasgado e amplo
com vista para o mar e céu no telhado.
olhar feito sol, no embriagar da lua
que em mim, se faz leito
onde me deito e amo
sem quando nem fim.
Alma de passarinho só canta quando se sente livre
Fui embora
porque sou passarinho
coração doeu
todavia
meu canto se perderia
se fosse encadeado
ele só é bonito livre...
EUFORIA ...
Este contentamento impossível de conter
Que alegra, canta, suspira, chora, aflora
Vive no meu peito, em flores a florescer
Na duração sem fim onde o agrado mora
Sem fim, amplo, é vida, que vive a viver
Certeira e fatal, serena, ao fascínio cora
Que acontece quando tem de acontecer
Embora seja sedução, e sensação afora
Nada mais que um olhar, um itinerário
Tudo assim, mão na mão, querer diário
O sussurro, o beijo, um isto, um aquilo
E neste cenário bucólico de um amador
O desejo, o sim, a cumplicidade de amor
Faz a emoção cada, ter euforia e estilo... ...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31/03/2021, 07'33" – Araguari, MG
(segunda dose da vacina da
Dona Maria de Fátima Brasileiro)
Sou poeta que canta com inspiração
a bela morena de beleza rara,
que traz um sorriso lindo na cara,
tem corpo atraente, pura sedução....
Minha rima tem peso e tem tradição.
Sou artista nessa arte de rimar.
Fazendo repente, gosto de mostrar
a cultura divina aqui do nordeste.
Sou Everton Lima:Um caba da peste,
nos dez de galope da beira do mar.
Canta uma canção bonita
Falando da vida, em ré maior
Canta uma canção daquelas
De filosofia e mundo bem melhor
O CANTO DO POETA
Enquanto canta o ávido pássaro espanta
A tristeza triste de estar na inglória gaiola
Se se debate e se machuca e se esfola
Ainda ferido ensaia o cortejo e canta
O “dono” se esmera em encantos e planta
No rosto uma imagem de alegria pachola
Relembra os tempos de infância na escola
Enquanto contempla a morte e se encanta
No fundo da terrível cela inviolável e santa
Ruge ou canta ou geme ou chora e se consola
Um canto malcontente e pálido se levanta
E como em último e gélido suspiro se agiganta
Observa o rosto do insensível homem e se desola
Um sentimento terrível de que nada adianta.
Avanildo Moreira (Poesia Reflexiva)
Uns dizem que sou mulher e a outra metade menina.
Sou a menina que canta desafinadamente, que brinca, companheira, carinhosa, acredita nas pessoas, que ri, que corre descalça, anda na chuva, brinca na lama, que rola com seus bichanos no chão e na cama, que faz graça e que não tem medo de se mostrar. Também sou a mulher que sonha em ser amada por inteiro e sou e , daquele amor que você sente que é verdadeiro. Eu sinto . Sem meias palavras, meios gestos e de sentimentos calculados. Sou menina e mulher ao mesmo tempo. Quando se trata do meu mundo, não cabe viver de quase momentos . O quase, não me satisfaz. É ou não é. Que seja tudo por inteiro.
Quando amanhece chovendo
O galo canta molhado
lá fora o tempo fechado
com chuva raio e trovão,
me pego na oração para
agradecer mais um dia
e a Deus pedir valentia
para enfrentar esse mundão.
O vento canta um mantra
tão forte como um alarme
mas o vento não é pilantra
ele gosta de fazer charme
Na alvorada caminho sobre o clarão, a neblina ainda desaparecendo... canta o uirapuru e o rouxinol, ao som de um novo dia nos toques aveludados nas gotas de orvalhos o arco ires refleti as lembranças no gramado
Amei somente a ti e por ti amar someti a ti amei
Meus olhos via a beleza só em ti e tudo muito colorido e andava sobre as nuvens
Entre a vida flutuava como bolhas de sabão cambaleando equilibrando sobe o vento
Seus lábios como mel sua boca com tâmara do deserto adoçava a vida deste poeta sonhador
Mas dias tenebrosos veio... e os vultos andava a espreita e caminhava sobre as sombras e invejaram o amor tão puro
e sussurrou ao seus ouvidos e o verme lambeu os seu sentidos
e as riquezas e a cobiça deste mundo como um vírus te enfeitiçou
você foi arrastada e o amor para ti não tinha mais valor
Saber que o amor se foi trocado por ouro queima a alma nas tardes solitárias por ti medido e achado em falta nos bolsos pobres só amor
A dor ruiu o bronze de um nobre amor e dera a um pobre amor o ouro que a ti comprou e em curto tempo a ele chamado de amor
Vejo seus olhos estragando e se distanciando vendendo sentimentos e apodrecendo a alma o odor exalando do luxo que se deleita.
Mulher que brinca na chuva que canta que chora, sorriso espontâneo, que adora amar, atrevida sapeca as vezes menina as vezes mulher... sabe provocar com esse seu ar de que não está nem ai, más não me deixa em paz um segundo já querendo amar. Felicidade tem nome e é você que eu chamo. c.m.
Como você se sente ao ver um passarinho numa gaiola? Eu sei que ele pode cantar, mas canta o seu choro e sua solidão...
Como você se sente ao saber que tem uma bela casa, uma cama aquecida e refeições diárias, enquanto muitos vivem ao relento?
Como você se sente ao saber que há mais de 2000 anos, um mestre veio nos ensinar o amor, e foi morto por isso?
Se vibracemos o amor em unissono, o mundo seria mais justo e belo
Quando o passarinho canta na gaiola, está pedindo a Deus para perdoar seu carcereiro que ainda não entendeu o valor da liberdade.
UIRAPURU
Uirapuru piou
O seu canto de amor
Quando o uirapuru canta
Toda a mata silencia
Bico novo, bico velho
A ele reverencia
Só pra ouvir o seu clamor
O seu canto de amor.
Sua história é de lamento,
de tristeza e solidão
A cunhã foi desprezada
E chorou seu coração
Mas, Tupã lhe deu um canto
Para sua dor acalantar
Só falando de amor
De amor para sonhar.
Logo que o galo canta
quando o sol vem raiar
o nordestino levanta
bem cedo pra trabalhar
e nessa terra que é santa
lá no sertão ele planta
e no litoral vai pescar.
Reflexões da Alma Inebriada
Em meio à vastidão do universo silente,
A alma, inebriada, canta o seu encanto.
Oh, vida! Serás tu mero acaso latente,
Ou o propósito de um sonho exuberante?
Ecos da existência ressoam na mente,
Na melancolia da solidão, me encanto.
Nas ruelas estreitas da memória, de repente,
Surge a euforia do amor, e então me levanto.
Sob os telhados de uma cidade adormecida,
Contemplo as estrelas, sentindo a dor da vida.
O tédio, por vezes, pesa, opressor, voraz.
Mas na vasta jornada do tempo e do espaço,
Encontro o sublime, o belo, o abraço,
E na poesia, a vida faz sentido, enfim, capaz.
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