Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
A vida é uma constante escola onde todos nós estamos matriculados... A permanência nela, até que sigamos a outro estágio, depende de cada conduta... A oportunidade é para todos, aprender ou não é escolha de cada um.
Onde uma pessoa demonstra traços de duas ou mais personalidades é sintoma de um querendo agradar dois.
Era uma vez barro, hoje um MITO.
Voltando do barro de onde fora
Gerado
E por fim nascer “o mito...”
De um grito
Apenas uma voz
Irrompendo o teor em meio à injustiça
Imbuído em uma única essência
Gerado para este fim
Dentre à ignorância
Que margeia e espreita.
Surgindo lá de longe
Não para ser aprisionado.
Nem aqui nem acolá
Despontando do nascente
Livre pelo principio
Que o gerou e o fez dentre barro:
“O homem para torna-se mito”...
(Marta Freitas) 17/12/2013.
Se no seu mundo tivesse uma porta aberta onde as pessoas pudessem levar-te o prazer das mais agradáveis experiências, talvez você despertasse diálogos mais intensos, prazeres mais longínquos, e um só amor, mas completo de insanidades pluralizadas.
Dar-te-ia colo quente, carinho delicado, suadas intimidades e amor apertado.
Não importa o meu jeito de se deslocar do espaço geográfico, porque de onde venho e para onde pretendo chegar eu é que sei, portanto, as pessoas não devem se preocupar tanto, por mais que eu esteja a gatinhar, a andar vagaroso, a saltar ou até mesmo a correr, prá mim, pode ser algo normal porque o importante prá mim, é se movimentar e puder chegar o meu destino.
Sei muito bem pra onde vou e ate onde posso chegar, mais isso não me impede de querer ir muito mais além...
Abraça-me
Amor por onde vagueio.
Vagueio nas páginas rasgadas.
Rasgadas de um velho livro.
Neste momento estou triste.
Soluço e choro.
Choro pelo orvalho da manhã.
Sem ti, sou como um livro nunca lido.
Com segredos autênticos.
Silêncios feitos nos becos da vida.
Leva as letras até ao vento que sopra.
Dá-me de beber, tenho sede.
Sede dos teus beijos.
Sede da profundeza do teu ser.
Encontras-me no meio do silêncio.
Silêncio de gestos.
Palavras, gritando ao vento.
Sem encontrar-te.
Tu apareceste no meu caminho.
Despertando a paixão.
Abriste o teu coração para o meu.
Abraça-me amor.
Vagueio nas páginas rasgadas de um velho livro.
Perdidas...
Esquecidas nas letras escritas de mim mesma!
Estamos todos num ciclo transitório onde a grande sacada é a junção tecnológica com os anseios da inspiração divina.
Usar as redes sociais para transmitir mensagem, é uma das muitas formas de evangelizar.
Eu vou tentando guardar a dor em um lugar escondidinho, onde ela me permita sorrir, onde seja possível falar de um amor sem transbordar em lágrimas.
Tua paz interior é o que te permitirá chegar onde você quiser, derrepente onde a sua cabeça e seu corpo não poder chegar, seu coração te impulsará a esse objetivo.
É como se eu tivesse preza no meio de uma rio congelado, do ponto onde eu to até a margem do rio, que é onde você ta, é um "campo minado" pra todo lado que eu olho só vejo uma imencidão de nada, a copa das arvores esta coberta de gelo.
Você esta indo embora e me deixando aqui presa, eu não posso me mecher, não posso me deixar levar pelo impulso, o desespero toma conta da minha mente fazendo com que eu grite seu nome, mais nem assim você não vem.
A rachadura esta se estendendo, e eu continua ali parada deixando que todas as lembraças vão embora e a que a raiva de mim fique no lugar. Quem eu era naquele instante não importava mais, estava mais preocupa com que me tornei.
Depois de tanto tempo e ainda pareçe que to preza no gelo.
A primeira perda machucou, mas eu nem entendia o porquê da partida e para onde se ia. A segunda não só machucou, dilacerou, despedaçou, sangrou e ainda sangra. A terceira veio logo em seguida, abriu ainda mais a ferida, e eu perdi o controle do sangue que, por fim, acabou levando também a esperança. Mas o Rio, o Mar, a trouxe, e com a esperança vieram dias de muito amor. E, depois dos dias de muito amor, mais uma perda. Agora a quarta. A dor já não mais tamanha quanto a segunda, mas, como a terceira, levou consigo a esperança. A esperança, a crença, o sonho. Levou, lavou com lágrimas por fim engolidas. A fé no merecimento pelo que se planta se escondeu, correu, desapareceu, e não é vergonha admitir que ainda não a encontrei, apesar de saber que ela existe. O coração, que há muito tempo vinha andando em linhas bem desenhadas, não acreditou mais que as mesmas linhas o levassem a um lugar seguro. Então, o coração desceu o risco e também se escondeu. Creio que ele está abraçado à fé. Quem sabe, talvez. O que é certo é que a fé, a esperança, a crença na verdade, caminham para a dureza de um coração cheio de perdas. E é dolorido repetir que eu não me envergonho disso. Mas seria ainda mais dolorido ter que perder tudo de novo.
Dualidades
Ignoro todos os lugares
por onde passei
e já não sei mais onde estou
nem para onde quero ir.
Viajo em meio à escuridão...
Laços sufocantes permeiam minha solidão.
Há um contraste dolorido
Neste entrave que não tem fim...
(... Sofro absurdamente pela desilusão...)
de conviver com o bem e o mal
que coabitam dentro mim.
J.A.Botacini.
25/03/2014.
