Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica

Cerca de 451928 frases e pensamentos: Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica

"TCHALANI, O INVENCÍVEL"

⁠Era uma vez na pitoresca aldeia de Kwanza, onde as palhotas eram tão abundantes quanto as gargalhadas das crianças a brincar. A aldeia estava em alvoroço, pois era o dia do grande jogo de futebol, onde os jovens da aldeia competiriam pelo título de campeões do vilarejo. Tchalani, o herói local e mestre de esconde-esconde, era o protagonista dessa história.

Tchalani era conhecido por ser tão rápido que, numa brincadeira de esconde-esconde, conseguia desaparecer atrás de uma palhota antes que alguém dissesse "já está". Nesse dia, enquanto a aldeia se preparava para o jogo, Tchalani decidiu brincar de esconde-esconde com os seus amigos. Ele sabia que a melhor maneira de treinar a sua agilidade para o jogo era através dessa brincadeira.

"Vou esconder-me atrás da palhota do velho Mabuto, ele nunca me encontrará lá", pensou Tchalani, rindo para si mesmo. Enquanto se esgueirava, ouviu a fofoca da aldeia a voar de uma palhota para outra. "Dizem que Tchalani é tão rápido que pode correr mais rápido que o vento!" cochichava a tia Binta, conhecida por saber de tudo e mais alguma coisa.

A brincadeira começou e Tchalani correu e escondeu-se tão bem que os seus amigos procuraram por ele durante uma hora inteira sem sucesso. De repente, ouviu uma comoção. O grande jogo de futebol estava prestes a começar, e Tchalani tinha desaparecido. Os jogadores da sua equipa estavam preocupados, pois precisavam do seu melhor jogador para vencer.

Tchalani percebeu que tinha perdido a noção do tempo e, sem ser visto, correu para o campo de futebol. Quando apareceu, toda a aldeia soltou um grande suspiro de alívio, e as fofocas começaram de novo. "Viram só? Ele estava escondido esse tempo todo! Que maroto!", disse a tia Binta com um sorriso.

O jogo começou e Tchalani usou toda a sua habilidade de esconde-esconde para driblar os adversários. Corria tão rápido que os jogadores do outro time ficavam tontos só de tentar segui-lo. Em pouco tempo, Tchalani marcou o primeiro golo, e a aldeia explodiu em aplausos e risadas. A tia Binta, sempre pronta para uma boa fofoca, disse: "Dizem que ele pode desaparecer e reaparecer como mágica!".

No final do jogo, a equipa de Tchalani venceu por 4-0, e ele foi o herói do dia. A aldeia festejou com danças e canções, e Tchalani foi carregado nos ombros pelos seus amigos. "Você é o nosso campeão, Tchalani! E o melhor jogador de esconde-esconde também!", gritaram.

Naquela noite, ao redor da fogueira, enquanto a aldeia celebrava, a tia Binta começou uma nova fofoca: "Ouvi dizer que Tchalani pode até esconder-se do sol! Será verdade?". Todos riram e Tchalani, com um sorriso maroto, piscou o olho e respondeu: "Quem sabe, tia Binta, quem sabe?".

E assim, a aldeia de Kwanza continuou a viver com as suas palhotas, jogos de esconde-esconde e futebol, e, claro, as fofocas que nunca terminavam. E sempre que alguém precisava de um herói para qualquer brincadeira ou jogo, sabiam exatamente a quem chamar: Tchalani, o campeão.

Inserida por Susatel

⁠Uma certa vez, na pitoresca província de Gaza, uma aldeia chamada Manjacaze, conhecida por suas tradições vibrantes, risadas contagiantes e festas épicas. A vida em Manjacaze girava em torno das palhotas, onde as histórias antigas e os costumes eram passados de geração em geração. Entre os habitantes mais conhecidos da aldeia estavam Tonekas, Tchissola, Penina, Dina e Caró, cinco amigos inseparáveis e especialistas em transformar qualquer ocasião numa celebração inesquecível.

Era uma manhã quente e ensolarada quando Tonekas, o mais travesso do grupo, teve uma ideia brilhante enquanto se espreguiçava na sombra de uma palhota. "Hoje à noite, vamos dar a maior festa que esta aldeia já viu!", anunciou ele com um sorriso maroto.

Tchissola, a mais sábia e conhecedora das tradições, franziu a testa. "Uma festa? E quem vai preparar toda a comida e a bebida?"

Penina, conhecida por sua risada contagiante e habilidades culinárias, levantou a mão. "Deixa isso comigo! Vou preparar carne grelhada que fará todos lamberem os dedos."

Dina, que tinha uma coleção invejável de capulanas coloridas, acrescentou: "E eu vou decorar o espaço com minhas melhores capulanas. Vai ficar lindo!"

Caró, o mais divertido e mestre das bebidas, garantiu: "E eu vou preparar a bebida mais forte e saborosa que já provaram. Esta festa será lembrada por gerações!"

Com os papéis distribuídos, os cinco amigos começaram os preparativos. Penina foi ao mercado comprar carne fresca e temperos. Dina desdobrou as suas capulanas mais bonitas, pendurando-as entre as palhotas, transformando o lugar num arco-íris de cores. Caró começou a preparar uma bebida secreta, cuja receita tinha aprendido com o seu avô.

Quando a noite caiu, a fogueira foi acesa e a festa começou. Os moradores de Manjacaze foram chegando, atraídos pelo cheiro delicioso da carne grelhada e pelas risadas que já se ouviam à distância. Em pouco tempo, a aldeia inteira estava reunida em torno da fogueira, dançando, cantando e contando histórias.

Tonekas, sempre pronto para uma boa piada, pegou um copo da bebida especial de Caró e subiu numa pedra. "Atenção, pessoal! Quero propor um brinde aos amigos, às tradições e, claro, à bebida de Caró, que é forte o suficiente para derrubar um elefante!"

Todos riram e levantaram seus copos. Enquanto isso, Tchissola começou a contar histórias antigas da aldeia, envolvendo espíritos, heróis e antepassados. As crianças ouviam com os olhos arregalados, e os adultos soltavam risadas de tempos em tempos, especialmente quando Tonekas fazia comentários engraçados.

A festa continuou noite adentro, com Penina servindo mais carne e Caró enchendo os copos de todos com sua bebida mágica. Dina, com suas capulanas, fez uma dança tradicional que arrancou aplausos e risos. A certa altura, Tonekas, já bastante embriagado, decidiu que seria uma boa ideia mostrar seus dotes de equilibrista. Subiu numa das palhotas e tentou caminhar pela borda. Claro, acabou caindo de cara no chão, mas levantou-se rapidamente, sacudindo a poeira e rindo de si mesmo.

A alegria e a camaradagem estavam no auge quando Tchissola, já um pouco tonta de tanto dançar e beber, sugeriu uma competição de histórias engraçadas. Cada um dos cinco amigos contou sua história mais hilária, e a aldeia inteira se encheu de gargalhadas. Caró, sempre o último a falar, contou sobre a vez que
Estavam numa festa em casa de um amigo na cidade, e então, começaram a servir comida. Um outro amigo deles, vendo os bifes sobre às mesas, sem esperar a autorização para servir, ele levantou-se à velocidade da luz para se servir. Sem intenção alguma de o fazer, derrubou o cabo de som e a música parou. Todo mundo parou o que fazia e começou a olhar para ele. Ele, perplexo, sentiu um calor de vergonha percorrer-lhe a espinha e não se atreveu a mover. E de lá do fundo, onde Judas perdeu as botas, gritou um convidado embriagado: "É esse que quando vê comida não se controla! Não precisa correr, a comida não vai fugir de ti!" Todos explodiram em risadas.
As risadas foram tão altas que ecoaram pela aldeia.

A festa continuou até o amanhecer, com todos finalmente exaustos, deitarem-se ao redor da fogueira ou em suas palhotas, cobertos pelas coloridas capulanas de Dina. Ao acordar, a aldeia estava um caos de risadas, roncos e algumas cabeças doloridas.

Nos dias seguintes, a festa tornou-se lenda em Manjacaze. Tonekas, Tchissola, Penina, Dina e Caró eram constantemente lembrados de suas proezas e das risadas que proporcionaram. E sempre que alguém queria uma boa festa, sabia exatamente a quem recorrer: aos cinco amigos que sabiam como transformar uma noite qualquer numa celebração inesquecível, cheia de carne suculenta, bebidas fortes, tradições respeitadas e risadas intermináveis.



In, Susatel - A Grande Festa de Manjacaze: Tradição, Risadas e Aventura
Todos os direitos reservados

Inserida por Susatel

⁠Palavras têm uma força poderosa e um poder de sedução gigantesco, mas passado esse entusiasmo da surpresa, o que realmente nos encanta e apaixona de forma intensa e permante são os gestos.

Inserida por ednafrigato

⁠Daria para escrever uma poesia a cada sorriso que você desce

Inserida por sofia_lopes_1

Você é um rato em uma gaiola, rodando infinitamente até sua morte.

Inserida por Anyone666

⁠Eu estava no topo do mundo. Fracasso? Não era uma opção, eu nem considerava até rolar. A morte agora parece real - talvez a única coisa.

Inserida por Saaam

“Não entre em uma briga se você não puder resolvê-la, para não acabar assumindo o problema da outra pessoa e criando um ainda maior para você.”⁠

Inserida por leonardomenin

⁠O mundo é o resultado
de uma inflação de imitações.
Portanto, que imitem
de cada um de nós
o amor, a gentileza e a
compaixão.

⁠Não tenha medo
Ao longo do caminho
Há uma esperança bonita.
Fique atenta!

Inserida por RitaSimoes

⁠Eu tenho varias dores cada uma pior que a outra.
Tem a dor da saudade
Tem a dor da angustia
Tem a dor da tristeza
Tem a dor da ternura
Mas a dor que mais doí
É a dor da culpa.

Inserida por marinha_sul

⁠Orar não é uma opção. É ordem de Deus.

Inserida por Stamer

⁠Assim como um balão no céu, meu amor por você é ilimitado. Ser Mãe de uma criança Autista me ensina a voar acima das expectativas e a celebrar cada pequena conquista!

Inserida por sukapriscile2015

⁠Geralmente, por trás daqueles que se dizem bem-intencionados, sempre há uma pilha de corpos.

Inserida por Nodachi

⁠Sou uma mistura de realismo sujo literário, com um toque de caos, regado a uísque.

Inserida por adson_guedes

⁠"Quem nunca realizou uma adaptação técnica provisória, que se tornou permanente, atire o primeiro 'clips' (gambiarra)". (NUNES, DavidTobias.2024.).

Inserida por davidtobiasnunes

⁠Hoje fiz uma viagem, viajei para vários lugares
Atravessei montanhas, rios e mares, e me aventurei pelo tempo
Entrei no passado, e depois no futuro, me perdi, tento voltar ao presente,
mas logo o presente será o futuro, acho que vou ficar aqui, esperando o presente chegar no futuro, para eu voltar o passado.
Mas, se o passado não passar, não voltarei ao presente, viajarei eternamente, onde o pensamento me levar, de continente a continente, caí no túnel do tempo.

Inserida por andressa_tomas

⁠O silêncio é uma obra de arte.

Inserida por Vinischuartz

⁠No luto viramos protagonistas de uma série, mas que somente nós temos acesso a todas as cenas.
As pessoas em nosso em torno, assistem um pequeno trailer e na maioria das vezes só ouviram falar do filme e não fazem a menor ideia de tudo que está envolvido.

Inserida por EdelziaOliveira

⁠O amor, de fato, tem o poder de conectar almas e comprometê-las uma com a outra. Quando é verdadeiro, ele une as pessoas independentemente das circunstâncias, resistindo até mesmo às maiores dificuldades e provações. Esse tipo de amor é capaz de superar desafios e fortalecer os laços entre aqueles que se amam, tornando suas conexões ainda mais profundas e significativas.

Inserida por celsobranicio

⁠6 princípios bíblicos para uma vida plena:
Amor: Se deseja ser amado, seja proativo no amor e expanda suas relações interpessoais por meio dele.
Paz: Se busca a paz, caminhe em direção à vontade e aos propósitos de Deus para sua vida.
Alegria: Se quer ter alegria, cultive-a dentro de si através das virtudes e valores da Palavra de Deus, que têm o poder de transformar sua vida.
Humildade: Se aspira à humildade, conviva com pessoas que demonstram maior capacidade nesse aspecto do que você e tenha o Espírito Santo como seu principal mentor.
Fé: Se quer ter fé, siga em direção à santidade de Deus e aprenda com a sabedoria divina a andar em seus caminhos de retidão.
Sabedoria: Se deseja ser sábio, aprenda a governar suas emoções, pensamentos e desejos por meio do domínio próprio, em comunhão íntima com Deus.

Inserida por leonardomenin