Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
E ele disse, um dia, como se fosse surpresa: eu não sei lidar com esse valor todo. Ela riu internamente com a ternura que se ri de uma criança que não sabe segurar o lápis. Era assim com tudo o dele. Era assim porque era amor, e o que o amor dá é a paciência de ensinar a segurar o lápis. Ou de esperar que se aprenda sozinho. Mas foi que começou a doer. Porque ela não era forte o suficiente pra se manter adulta e inabalável ao longo de toda a estrada. Porque ela também tinha lápis. De cor.
Conversas de nós dois:
Vem comigo? Ela disse docemente.
E eu prontamente respondi, você pode me levar, e nem vou perguntar o destino, desde que eu esteja contigo.
Ela sussurrou baixinho, te levo para um lugar só nosso, lá seremos só eu você.
E será como nos contos de fadas.
Viveremos juntinhos e felizes para sempre.
Bora amor?
Esse é meu sonho, disse eu, pois o que sinto por você é tão grandioso que nada nem ninguém pode mudar.
A eternidade ou quantas vidas ainda existirem, será pouco para o tanto que eu tenho ainda pra te amar, foi a minha resposta.
E ela esboçou um sorriso e disse, sei que é você a minha alma gêmea, pois te reconheci de imediato , e te amo desde então infinitamente.
Eu tentei, posso dizer que fiz o que tinha de fazer.
Abri e disse a verdade.
O que sentia.
Ela recebeu isso.
Ela ignorou isso.
Não importa quantos "eu te amo" a pessoa te disse ,se no final , ela vai te esquecer como se tudo aquilo tivesse sido um teatro o tempo todo.
Aí ela chegou e disse, você quer um pouquinho de felicidade nesse coraçãozinho teu.
Eu disse, e você vai preferir nos próximos anos de casado café da manhã na cama ou junto a mesa?
Aí ela me olhou e sorriu, seu bobo disse ela, claramente que vou querer na cama, juntinho de ti. Seus lábios vieram para junto dos meus, e os meus se entregaram em espírito e em verdade. Você é minha musa, disse eu.
In Não há outra
Eu não sei o que esperas
O seu silêncio me tortura
A brisa do mar veio me acalmar
Ela disse pra eu não me magoar
Mas esse conselho foi se atardar
Sinto que existe um mar entre ambos
Isso afoga às minhas esperanças
Mais uma vez me encontro à deriva
Boiando num oceano de dúvidas e feridas
Deveria ser pecado amar-te
Não quero ter que renascer para entender
Que eu não fui feito pra você
Prometo consertar esse meu desencontro
Resolver os meus confrontos
Mas não agora
Vou embora
Na dúvida
Se vou
Sobre
viver
Um dia disseram a mim :
--- sua filha é muito mimada
E eu disse em poucas palavras :
- ela é muito amada.
eu disse pra ela
de forma singela
com a roupa que estava
de blusa amarela.
eu quero teus olhos
na minha janela
comer tua língua
no meu desjejum.
de noite na cama
debaixo de acoite
morder teu umbigo
e junto contigo
construirmos um.
castelo de areia
de frente pro mar
correndo perigo
é este o castigo
de quem quer amar.
eu como a tua alma
e bebo o teu corpo
licor de mangaba
meu vinho do porto.
a cor dos teus olhos
é tão inconstante
depende do jeito
que olhas pra mim.
às vezes tão perto
ás vezes distante
eu entro em delírio
não sei se consigo
ser mais que amante.
Um tremor percorreu o corpo dela.
– Zoë... – disse eu.
– Estrelas – murmurou ela. – Consigo ver de novo as estrelas, minha senhora.
Uma lágrima rolou pela face de Ártemis.
– Sim, minha serva corajosa. Estão lindas esta noite.
– Estrelas – repetiu Zoë. Os seus olhos fixos no céu nocturno. E não voltou a mexer-se.
CLARICE ME DISSE
o que eu, para mim, jamais ousei:
Quem se indaga é incompleto.
Sim, ela, a bela dos olhos amendoados e olhar perdido
esteve aqui, inda há pouco, inexorável,
para me dizer essa verdade
que abrange mil verdades...
Clarice me disse,
em poucas linhas, um grosso livro.
Espinhos, farpas, ferrões...
que me tiraram do conforto
– abrupto despertar –
para a zona de confronto:
Quem sou eu?
Eu sou esta, poema,
com o meu eu fujão estatelado
na bandeja,
pois que o que Clarice me disse
me despiu – a dormente –
e me revestiu – desperta semente –
com a realidade que eu havia,
através de longo tempo, negado.
O que Clarice me disse
– direta e firmemente como quem aguilhoa mentes –
me abriu um hiato fenomenal.
Doeu, desde as raízes. Gemi. Chorei.
E não tapei meu grito
nem o vácuo
da minha magna incompletude...
De modo que eu (eu?),
daquele instante para cá,
encontro-me perdida
no perdido
vazio
de Clarice.
Todavia, em via de,
enfim, lúcida à Clarice,
me encontrar.
Acabei de falar de saudade
E ela fez isso comigo
Eu disse "tranquilo"
Mas não vou ficar
Sei exatamente como vai ser
Vai doer, vou chorar
Vou atender o que me foi solicitado
Vou ficar pensando que vai passar
Mas sei que não
Vai doer, não só na alma
Mas tbm no ressuscitado coração.
Só quando eu estava com ela, eu consegui falar com naturalidade. Ela me disse a mesma coisa. E achei que podia ficar com ela pelo resto da vida.
Ela
Ela me disse que queria umas fotos para escrever poesia. Então, eu procurei algo tão lindo quanto o reflexo dela.
Eu disse a ela que não se pode prender à terra um homem do mar. É preciso deixar que ele vá. Com sorte, a próxima maré o trará de volta aos braços dela.
Eu abro a porta, o espaço é o mesmo. Eu a vi virada para a parede branca. Disse-lhe:
-Oi!
Ela se virou para mim com seus lindos e brilhosos cabelos longos e pretos, enunciado:
-“Ri”!
Se colocou à correr na minha direção. Eu a peguei nos braços é rodopiei coa minha israelense de olhos azuis. Quando acabei, ela me olhou e me falou:
-Por que me deixou só? Por que?
Eu a beijei por um instante e, após, respondi:
-Eu não te deixei! Nunca.
Não sei como estávamos vestindo na ocasião.
A sorte me poupou,disse que seria caótico se eu o tivesse " risos " ,mal sabe ela que este é o meu maior azar .
Ter apego por algo ou alguém ao qual jamais terei acesso , é quase que eminente esse tal sentimento de zelo ,talvez melhor referir a ele como burrice ,mas não seria nada ético de minha parte tal deselegância .
Queria mesmo era ter audácia para esclarecer ou coragem para fugir "tola " ,não se pode fugir de algo interno ,nem mesmo se pode matar algo que é imortal ,de todos os sentimentos este ao qual me refiro é o único capaz de levar ao céu e ao inferno sem ao menos tirar os pés do chão .(...)
Eu disse para pessoa que sempre amei que eu sempre ia ama-la mas ela disse para mi que ela me odeia isso é tratar a pessoa que sempre te amou isso quer dizer que o amor é uma mentira quer dizer que sentimentos não existe
Eu falei para ela que a amava, mas ela pensou que estava brincando. Aí, eu disse mais três vezes. Ela riu e disse que também me amava. Chamei-a de "mais bela", incomparável, nem com Helena de Troia. Ela sorriu e disse que sou tão conquistador quanto Alexandre, o Grande. Eu disse: "Venha ser meu norte magnético." Ela respondeu que sim. Falei sobre ter dois filhos, um cachorro, uma casa branca, varanda, quintal e uma janela. Ela sorriu. Eu disse: "Vem ser minha lua, eu sou seu sol." Para mim, ela é tudo. Então, falei mais treze vezes que a amo, até o infinito, pois meu amor por ela nunca acaba.
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