Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
" Mudei minha postura de ante das pessoas por não conseguir mais confiar e acreditar que suas intenções sejam boas. ''
Minha amada esposa, Deus é o maior autor da minha história e você o presente que Ele me deu, para me ajudar alcançar os planos Dele em minha vida.
Capelania meu maior ministério, pastorado um grande desejo e ser um servo de Deus minha missão. (Capelão Ângelo).
Uma maldição, um dom, a extrema anomalia dos opostos, sigo essa minha natureza dual, o encontro do demoníaco com o angelical.
Renegado pela humanidade, acolhido pela escuridão
O mistério é o meu escudo, o intelecto a minha espada
Caminhos obscuros se tornam a minha noiva
Filosofia, Literatura, Magia, Poesia
Não se olha mais pela janela temendo a noite
Mas sim admirando a sua eterna beleza
E seus vastos conhecimentos
É quando tenho que provar pra mim que a minha vida foi boa que me arrependo de não ter escrito um querido diário.
abandonei a canção,
chorei momentos assim,
tive minha verdades
embora tenha jogado fora,
e acordei em outro dia,
tudo que quis não terá importância...
depois que dormir de novo,
quero sentir uma ultima vez,
a rosas ferindo meu coração,
num simbolismo que palavras não importa,
apenas o dia amanhecendo...
tudo que acontecerá será apenas mais uma noite,
num ato que as rosas marcaram um breve instante,
nas sombras tenho um sentido para você que tanto amo.
Tava tremendo, com febre, com frio
A estremecer de amor por causa dela
Corria em minha espinha um arrepio
E eu nem pensava em mim, somente nela…
Fogo
Ele enfiou a mão na minha cara de novo. O punho dele me atingia como um míssel alcançando um passarinho que cruzou seu caminho. Era pesada, seca e gélida, mas cheia de sentimento. Meu rosto jorrava sangue e ele socava a parece tentando amenizar a raiva pra não vir a fazer um estrago pior do que já havia feito em mim. Eu estava caída no chão, mas não chorava. Sentia tanta raiva quanto ele, mas ele chorava, eu não.
Peguei a bolsa em cima da cama, abri a porta e olhei pra trás, ele ainda estava com a mão dentro do buraco que havia feito na parede, olhava pro chão e cerrava os dentes, bem como o punho livre. Suas mãos estavam cheias de sangue, de ambos. Desci as escadas e não olhei mais pra trás. Peguei meu celular e te liguei. Você estava a quilômetros, mas como sempre, chegou em minutos. Eu esperei na calçada de casa e ele não desceu pra me procurar, não me ligou nem fez a mínima questão de saber pra onde eu havia ido. Enquanto te esperava eu cravava as unhas na carne das mãos, acrescentava mais algumas luas às minhas tantas outras e sangrava ininterruptamente.
Você estacionou o carro de qualquer jeito, desceu correndo e me tomou nos braços perguntando o que aconteceu. Eu não falei, não conseguia. Apenas levantei, me evadi do teu abraço e dei a volta no carro. Entrei pelo lado do passageiro e pude ver tua camisa branca, fina de algodão completamente coberta do meu sangue. Dei um sorriso de lado e olhei pra frente. Você levou as mãos à cabeça e olhou pra cima, pro apartamento, ele estava na varanda, nos vendo sair e te olhando com o ar indiferente de quem sabe de todo o desfecho que vai se repetir.
Depois de entrar no carro você deu a partida e arrancou me fazendo incontáveis perguntas das quais eu nem me lembro e eu só te disse pra dirigir. Me perguntou pra onde e minha única exigência era que fosse fora da cidade. Saímos, passamos pela placa de “até logo, volte sempre”. Eu ainda sangrava e você enfiava o pé no acelerador tentando de alguma forma dissipar a revolta e a confusão que sentia. Eu abri o vidro da janela e te disse pra não falar porra nenhuma, sentei na janela com o carro em movimento, as costas pra paisagem e olhando pra estrada infinita que se estendia à minha frente. Você pisou no freio e eu fiz um sinal negativo com a cabeça. Era madrugada, o vento frio assanhava meus cabelos e gradativamente coagulava meu sangue.
Você parou o carro no acostamento, chorando e desceu, deu a volta e me puxou pelas costas, pela cintura. Me pedia uma explicação e eu simplesmente não conseguia falar. Você sabia o que tinha acontecido, no fundo sabia, sabia o que acontecia sempre, mas apenas me abraçou, abriu a porta, me conduziu pra dentro e assumiu de novo o seu posto. Colocou um de seus clássicos italianos no carro e só dirigiu. Paramos em um desses motéis de beira de estrada sem estrutura nenhuma. Você segurou minha mão, tirou minha roupa e limpou cada um dos meus ferimentos. Os do rosto, os das mãos, e me conduziu pro chuveiro, ainda vestido no seu terno preto com a gravata vermelha. Lembro de olhar pro teu relógio dourado quando levantou a mão ao ligar o chuveiro, eram 03:00 da manhã.
A água caía no meu corpo e conforme a adrenalina me deixava, as dores começavam a aparecer e eu gritava. Você percorria cada parte do meu corpo com as mãos, numa delicadeza impecável e me conduzia para manchas roxas milenares que eu nem lembrava que existiam. Os hematomas te faziam lacrimejar e você me abraçou, nua, debaixo do chuveiro e chorou junto comigo. Sem nenhuma segunda intenção, só a compreensão mútua e silenciosa que compartilhávamos a tanto.
Te contei sobre a nova traição, sobre o apartamento destruído e os copos quebrados, sobre as roupas que rasguei e sobre todos os hematomas que também deixei nele. Sobre os buracos dos murros na parede e sobre os em mim, a minha costela quebrada e o nariz dele, quebrado. Mas você já sabia de tudo isso, sabia de toda a história, de todas as brigas. Me disse que era doentio e que eu sabia, estava certo como sempre. Me disse que ficaria tudo bem e que eu não precisava mais ter medo, que o faria pagar e que ele nunca mais encostaria um dedo em mim. Eu te beijei. Fizemos amor pela primeira vez e foi realmente a primeira vez que me senti tão conectada com alguém. Você já tinha dito me amar outras tantas vezes mas essa fora a primeira que eu te disse. Você estava tão lindo, tão radiante e iluminado, meu bem... dormimos abraçados e na manhã seguinte, quando acordou, você não me encontrou, e por mais que se negasse a acreditar, sabia exatamente onde eu estava.
Você é paz demais pro meu caos.
Thaylla Ferreira Cavalcante {Os quatro elementos}
A estrutura do seu corpo, é a minha salvação.
Apesar das alusões e os desvaneio , pude sentir o seu cheiro mais próximo do que ontem. Cheiro formidável , pena. Inalcançável.
triste realidade de um sonhador amante de seu fruto, hoje considerado poeira, pensamento mórbido, sofrido pelo seu caminho,e minha escolha.
"Hoje só quero agradecer, a Deus, a minha família e ao meu amor, fora isso, um abraço aos meus amigos."
A escrita sempre foi minha maneira de me exorcizar, me expressar livremente e até de me entender melhor.
Milagre da Fé...
Meu destino era via traçada
Nos idos de janeiro de 1961
Partir, sem minha mãe merecer
Em parto prematuro, inseguro de ser
Seus gritos não eram de dor
Eram de uma mãe que queria ter
Nos braços, a vida evoluída no ventre
Mesmo que imaturo naquele repente
Mas lhe vieram vis intempéries
Tanto tempo antes do tempo certo
E sangrou, sangrou tanto e muito
A se lhe precipitar a vida romper seu fio
Tocou-lhe a face um calor de amor
E pôde ouvir ao longe uma voz serena
Que a consolou e deu segurança
Reavivando a Fé, boa Graça e esperança
Por um instante, deixara seu corpo
Deitada num leito, fim de seu trilho
Num repente, adornou-se de Luz Divina
Ouviu:"devolvo-te a vida e a de teu filho!
Aí você chegou como quem não quer nada, mudou minha rota e me fez ver luz no final da estrada.
Aí você me sorriu de um jeitinho que ninguém nunca viu, fez meu coração mudar o compasso e pra seguir ao seu lado eu fui aumentando os meus passos.
Aí você me fez entender de paz, de amor e o meu coração frio se aqueceu com o seu calor.
Senhor Deus, obrigado por mais um dia de vida, pela minha saúde, por tudo aquilo que o Senhor nos proporcionou até esse exato momento. Porque tudo que temos é proveniente de ti. Temos vida, saúde, família,e muito mais. Obrigadoooooooooooo!
BOM DIA!
Enxergar na escuridão absoluta, sobreviver à frieza infinita
Esta tem sido a minha rotina existencial
Solidão, Desespero, Falsidade, Rancor
Nenhuma delas conseguem mais me atingir
As trevas são o meu habitat natural
Na morada do meu castelo obscuro
O meu código de honra é forjado na dor
Oculto, discreto, calado, quase imperceptível
Do escuro observo a luz dos hipócritas
Cegos e hipnotizados, falsos e iludidos
Pela primeira luminosidade do celular ou da televisão
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