Minha Alma tem o Peso
O Peso dos Porquês
Se amar é tão bom, por que esquecer se faz necessário? Por que deixar ir é tão vital? Insistir no erro não nos leva a lugar nenhum, mas restam tantos porquês e tão poucas respostas. Carregamos falhas, acertos e traumas não curados. No caminho, acumulamos tentativas: algumas prosperam, outras abandonamos pelo medo do que podem virar. Mas o medo é mesmo necessário? Talvez ele seja o combustível que nos mantém atentos, o motivo para continuar. Afinal, como diz o ditado: 'se der medo, vai com medo mesmo'. E assim seguiremos, marchando firme sobre as nossas incertezas.
Foi trabalhando em um hospital que descobri o valor da vida, o peso de uma lágrima e o que é uma oração de verdade. Acredite, como num passe de mágica, toda soberba, toda arrogância e vaidade se acabam no leito de um hospital.
Antes eu não queria o peso de ser exemplo para ninguem. Hoje, chamo para mim a responsabilidade de mudar o meio em que vivo. Acredito que a luta para mudar a si mesmo é maior que qualquer outra. É fácil encarar os monstros nos outros, difícil é enxergar, encarar e combate os monstros internos. E através dessa luta para mudar nós mesmo que acredito que causamos um abalo positivo na estrutura a nossa volta gerando com isso exemplos a serem seguidos.
Perdão:Quando você perdoa a si mesmo e aos outros, aquilo deixa de ter peso em sua vida. O perdão é uma forma de cura das nossas emoções e enfermidades.
(Intro – voz grave com eco e peso)
É a ROMU…
De ponta a ponta na missão…
Prevenção… repressão…
O crime treme, o certo tem proteção…
(Verso 1)
A ROMU patrulha, por toda extensão,
Ostensiva na rua… caçando ladrão!
Na fundada suspeita… é abordagem na ação,
“Mão pra cima, não se mexe!”… acabou a ilusão!
Se é cidadão… tem respeito e consideração,
Mas se for ladrão… perdeu a proteção!
Aqui não tem pinote… é disciplina e projeto,
Se a conduta é limpa… segue firme e reto!
Mas vacilou no crime… é cela, é detenção,
Adeus céu aberto… olá, grade e prisão!
(Refrão – com impacto, batida seca)
ROMU na contenção!
Ostensiva, na missão!
No bairro, na quebrada, no centrão…
Protegendo o cidadão!
Se é decente, tem respeito…
Se é ladrão, sente o efeito!
ROMU chega no impacto…
E o crime… fica sem teto!
(Verso 2)
Aqui o patrulhamento é preventivo e incisivo,
Não tem conversa fiada… o trabalho é ativo!
O rádio chama… a viatura responde,
O ladrão corre… mas cê sabe, não esconde!
Na viela, no farol… ou no miolo da favela,
ROMU fecha o cerco… o ladrão sente a novela!
É proteção pro povo, é pressão pro bandido,
Com respeito ao certo… mas duro com o envolvido!
Se o cara já pagou… vida que segue, irmão,
Mas se tiver pendência… é algema e detenção!
A justiça caminha… a ROMU faz cumprir,
Quem vive no certo… pode até aplaudir!
(Refrão – com mais força, marcando o grave)
ROMU na contenção!
Ostensiva, na missão!
No bairro, na quebrada, no centrão…
Protegendo o cidadão!
Se é decente, tem respeito…
Se é ladrão, sente o efeito!
ROMU chega no impacto…
E o crime… fica sem teto!
(Verso 3 – Final, mais direto)
Na ronda, na blitz… no giro das viaturas,
É o crime tentando… mas só tomando dura!
A ROMU ensina… mas também corrige,
Se levantar pro confronto… é aí que se atinge!
Prevenção é a meta… mas se precisar… é reação,
O certo vive em paz… o errado volta pro camburão!
É preto, é pardo, é branco… cidadão tem proteção,
ROMU é justiça… no meio da confusão!
(Encerramento – voz em fade out, com eco pesado)
É a ROMU…
Na rua… no combate…
Proteger… é missão…
Cidadão na paz…
Ladrão na contenção…
H.A.A
Quando você não cuida da sua saúde mental, você acaba se tornando um "peso" para quem convive com você.
Até que um dia descobri que eu podia fazer o que eu queria fazer, sem o peso de querer agradar os outros o tempo inteiro. Hoje me sinto feliz e em paz. Deixei de ouvir o que outros pensam sobre mim. O que interessa é o que eu penso e sinto, o que interessa sou eu.
Carreguei o peso do mundo sem deixar cair sobre ninguém, engoli lágrimas para que outros pudessem sorrir, lutei batalhas que ninguém viu e, mesmo esgotado, ainda estendi a mão. Nunca fiz alarde da minha dor, nunca pedi troféus pela minha resiliência, e ainda assim esperam que eu continue oferecendo o que já me custou demais. Minha generosidade nunca foi fraqueza, mas agora é escolha. E se hoje me permito viver sem culpa, sem carregar quem nunca quis andar ao meu lado, não me apontem o dedo. Eu aprendi, da forma mais cruel, que quem dá demais a quem não valoriza acaba se tornando invisível até para si mesmo. E isso eu nunca mais serei.
Não quero ninguém só para mim
É muito peso nas minhas costas
Nem vou conseguir levantar voo
Com todo essa responsa...
Eu sou aquela borboleta
Que passa os dias beijando as flores
Mas sempre a noite
Venho dormir com você, amor!
Solidão
Pra uns é um peso
Pra outras, um alívio
Pra uns, um refúgio
Pra outros, um precipício
Pra uns, um vício
Pra outros, um tormento
Pra uns, um doce
Pra outros, um veneno
Pra uns, uma alegria
Pra outros, pura tristeza
Pra uns, poesia
Pra outros, fraqueza
Pra uns, uma paz
Pra outros, a própria guerra
Pra uns, um escape
Pra outros, uma cisterna
O casamento pode ser tornar um fardo
E o casal um peso para ambos
As rotinas de intensa escravatura e a casa uma senzala
E quando sufocados pelo desgaste da enfadada rotina vem o que nunca foi prometido a separação como alívio
Ambos se afasta pra recomeçar cada um em sua nova vida
E a liberdade parece a novidade
Até que Percebem que nunca foi culpa de um só mas do amor que foi esquecido substituído pelos deveres apagado entre os compromissos
E então bate a saudade daquele e daquela que formavam um belo casal de namorados
As vezes é só priorizar o que realmente importa nesta vida a felicidade a vida é o amor verdadeiro
Pois tudo um dia acaba passa com o tempo se desgasta que nem a beleza resiste
Mas o amor nunca termina
E pra sempre acredite...
O amor
Quando o peso da consciência for notável, fique feliz, pois ainda resta esperança. O verdadeiro desafio surge quando o erro já não afeta mais o espírito.
