Minha Alma tem o Peso
EU JUREI FALSO
EU JUREI que não iria te ver nunca mais
Que para sempre em toda minha vida iria te esquecer
EU JUREI também, nunca mais te querer
E mesmo que minha consciência não tivesse paz
Achei que seria bem melhor assim
Melhor pra você e melhor pra mim
EU JUREI que não iria mais te procurar
Que passaria por cima de qualquer dor
Apagando minha maior dedicação de amor
Esquecendo para sempre minha vontade de te amar
EU JUREI resistir aos meus sentimentos
E provar a ti o quanto sou forte
EU JUREI te mostrar que antes da minha morte
Você não estaria mais em meus pensamentos
EU JUREI por mim que não cometeria um engano
EU JUREI por toda a felicidade
E peço-te que me ouça e confira
EU JUREI esquecer tudo, até você mulher que amo
Mas também JUREI ,que antes que tudo fique só na saudade
EU JUREI confessar que todas essas juras são mentira
"ENGANOS DE UM POETA (2)"
Uma vez , amei muito em minha vida
E por este amor fui duramente magoado
O qual abriu em meu peito uma grande ferida
Fazendo com que este belo coração, demorasse a ser restaurado
E por quase três anos, carreguei esta cruz
Sem vontade nenhuma de me apaixonar
Até que em meu caminho acendeu uma luz
Que fez nascer em mim, um novo desejo de amar
E cego de amor, esqueci-me do meu primeiro engano
E lutei pra te ter ao meu lado
Confiante que tu estavas me amando
Tanto quanto eu tinha te amado
Mas quando menos eu estava esperando
O destino voltou a me seguir
E depois de quase três anos
A história antiga voltou a se repetir
Não posso acreditar nisso, e nem dá
será que meu destino é só sofrer?
Será que a vida que é tão má?
ou sou eu que não sei viver?
É, e pela segunda vez eu me enganei
Amei até mais do que fui amado
Nem adianta dizer que te esquecerei
Pois não sei até quando serei desprezado
É, realmente eu me enganei
Eu me entreguei a você até demais
Tanto que nem eu tinha visto
Mas a maior razão de não viver em Paz
É que todo este tempo eu te amei
E até hoje você não dá valor a isto.
ORIGINAL ESCRITO EM 08/11/1991 ÀS 00:48 DA MADRUGADA DE SEXTA-FEIRA
A rua de baixo
a rua de baixo, é típica da minha infância lá as crianças brincam e me traz doces lembranças
As famílias se reúnem em todo feriado como eu gosto de ouvir dessas pessoas o sussurrado
dos sons das gargalhadas e de todos sond festivos
que me traz eternas lembranças da infância o meu paraíso
Se é para comemorar lá está aquela gente amada
às vezes para chorar a perca do seu time até nisso são educados
Eu fico muito feliz em morar na rua de cima mas que vontade eu tenho de ouvir as peripécias da rua de baixo
que deixa a rua daqui também no mesmo clima
Eu me lembro de outrora no meu tempo de criança
que minha mãe do lado de fora gritava vem tomar banho Você não cansa?
De brincar o dia inteiro com toda criançada, ai que saudade eu tenho dessa época amada!
O tempo está passando e bem velho vou ficando
mas a rua de baixo na lembrança falando, que pode passar o tempo que passar,
aquilo
que está guardado no nosso peito no nosso sentimento para sempre vai ficar.
Não conhecemos o mundo em seu estado natural, as flores foram apresentadas a minha percepção, outros passariam reto por aquele canteiro, mas percebi um girassol sofrendo, cabisbaixo de semblante sonolento. Assim percebi que o cativar e valor final viria pelo meu desejo. Feito valor de alguns beijos, esse não era segredo o valor era puro desejo, enquanto para ti o meu era olhar de desprezo. Acho que talvez eu fosse aquele girassol só preso em outro canteiro.
Minha vida é repleta das coisas que sinto...
E não só de momentos que hão de passar...
E aquilo que trago no coração...
O espelho reflete sem ilusão...
Meus atos de improviso...
Tecem histórias de boatos...
Os sonhos se esvaem...
Enquanto fleto com o desconhecido...
Eu... bem que tentei...
Ter o olhar compreensivo...
Ter um sorriso desinteressado...
Tal qual um menino...
Se posso ter me perdido confesso...
Não vejo meu espelho a algum tempo...
Eu ouvi falar de promessas...
Que agora jazem mortas...
Nada é medido pelo seu valor...
Ah, como sei...
Quem lhe ama...
Também causa dor...
Sandro Paschoal Nogueira
Rodeado de gente, sou solitário
Minha mente é uma prisão
Minha soberba é uma maldição
Entre fumos e bebes, sou feliz
Não cesso de pensar em
Você...
Lembrar dos momentos vividos aqui em casa...
Marcaste minha vida pois depois de você nunca mais serei o mesmo..
A sua coragem e determinação me inspira e vai me inspirar a minha vida inteira...
Só sinto não estar a seu lado para desfrutar de suas alegrias e conquistas...
Isso me entristece....
Mas o que me conforta é que dentro das pessoas que me seguem tem muitas pessoas que gostariam de ouvir essas palavras e identificam com elas....
Graças a Deus que mesmo com os óculos colados de qualquer maneira por enquanto eu não deixei de escrever...
Eu não deixei de louvar o amor....
Precisamos de mais amor mais respeito ao próximo...
Você princesa
pode ter a certeza
E sempre que precisar
Estarei aqui para te ouvir
e te aconselhar...
E se eu não brilhar o suficiente, que a minha luz seja capaz de iluminar o caminho dos que me seguem!
O NASCIMENTO
Quando fui posto ao mundo, o médico ouviu minha mãe proferir que eu era o bebê mais lindo que havia nascido naquele dia. Não me questiono se de fato fora verdade, ou, apenas o amor de uma mãe que acabara de receber seu filho; sendo bem sincero, isso não importa.
A vida tem dessas, nem todas as palavras ditas no passado permanecerão para sempre. Foi como no momento em que escutei um parente próximo dizer que me amaria por toda a vida, mas com o passar dos dias ser levado a perceber que no raiar do sol de sua morte, o amor permaneceu apenas em meu coração, pois já não havia fôlego de vida para constatar em ações, todos aqueles bons sentimentos.
Algumas palavras não duram para sempre, e que bom que elas têm prazo de validade. Não sou mais o bebê lindo de minha mãe, o tempo, me fez crescer.
Primeiro amor
Minha doce e bela Bruna
Com seu olhar de diamante
Com cabelos desprendidos
Pele doce e estonteante
Não acreditava em amor
Até um dia te ver
E meu coração bradar
E acelerado bater
Senti algo extraordinário
O amor despertando em mim
Desabrochando uma flor
Como uma rosa ou jasmim
Eu me sentia nas nuvens
Era algo surrealista
Meu coração me avisando
Foi amor à primeira vista
Tic-Tac
O relógio da parede não para de girar.
Como minha minha cabeça...
À cada Tic-Tac.
Ecoa em meus ouvidos.
Tão forte.
Dentro de mim.
Em qualquer lugar.
Eu ouço Tic-Tac.
Quebrando o relógio...
Tirando os ponteiros...
Nada adianta.
Tudo o que fica, é esse Tic-Tac.
Eu tenho que aturar.
Mas é mesmo o relógio?
Ou é minha cabeça?
Não sei mais.
Tudo o que escuto, é só esse Tic-Tac.
Rodeada de relógios invisíveis, no meio desse escuro agonizante...
O medo arrepia minha pele.
Será que são minhas horas?
Esse Tic-Tac?
Eu não sei mais.
Tudo o que me resta...está nesse...
Tic...
Tac...
MINHA RAZÃO DE VIVER
No dia em que eu fui embora
Sabia que não iria te ver mais
Pois sem você, sofro muito agora
Na realidade choro até demais
Paro um pouco pra pensar
Admirando a bela paisagem
Mas de você logo começo a lembrar
Vens aos meus olhos como uma linda imagem
Não cansarei de sofrer
Não cansarei de chorar
Pois enquanto eu viver de ti irei sempre lembrar
Mulher tão bonita
De um belíssimo olhar
Minha paixão infinita
Meu desejo louco de amar
Minha vontade de tentar
Minha chance de vencer
Minha tentativa de amar
Enfim, MINHA RAZÃO DE VIVER.
Poetizo-te hoje, na esperança
de te encontrar de novo.
A fase da minha existência
na qual vivia pela
inconsistência, parte do
processo de amadurecimento
da consciência.
Dou de cara com a presente
realidade e, por um momento,
vem a saudade que em breve
voltará, sem mais nem menos,
em outra ocasionalidade.
Eu só acredito que você seja real e não apenas fruto da minha imaginação, porque me lembro do prazer que senti nas minhas mãos, no meu corpo e na minha boca.
Minha vida é uma eterna decepção regada com lampejos de esperança a cada crise de ansiedade onde parece que enfim tudo terminará.
Gosto tanto da perfeição no que faça que até minha hulmidade fala para consciência que faria melhor.
