Meu Olhar
Enquanto meu olhar visualizar no horizonte os meus sonhos
vou seguir pela estrada, cruzando mares e rios,
invadir a mata, superar desafios
até finalmente alcançá-lo
Distancia
Você se foi e deixou no meu olhar a lembrança do seu abraço de partida, que me deu naquele aeroporto onde no qual te encontrei, suas caricias no quarto do hotel me envolveram me levando ao mais alto do céu, você apareceu e me fez sentir o amor, doce magia seu olhar me encanta, doce paixão me faça sentir seu coração, nos teus braços sempre encontro a paz, o seu bom dia faz florescer rosas no meu jardim vazio, as horas passaram em silencio quando te amei, seus lábios carnudos e macios envolvem os meus, fazendo nossa alma vira uma só, é incrível o seu jeito de dizer que me ama são pássaros cantando em meus ouvidos, Deus abençoou , o dia em te conheci pois escreveu no meu destino a sua historia junto a minha.
Enquanto penso na vida, que há lá dentro, fechado ao meu olhar, concluo que minha fascinação por essas aberturas, que se mantém fechadas, para mim, são, apenas, meu anseio por libertar, através das palavras, personagens de um livro, que venho escrevendo desde sempre, apenas, na imaginação...(Marilina Baccarat de Almeida Leão, no livro "Em Busca dos Sonhos)
Sempre que tento ocultar verdades meu olhar me desmascara diante do teu. Não dar para mentir quando nossos olhos mergulham um dentro do outro.
Nas profundezas do meu olhar vc pode enxergar, vc ainda vive em mim nao sei nao te amar,qnto estou soh eh em vc q penso ,cmo vou esqcer alguem q mora em meu pensamento.
No meu olhar só me faz amar você. Meu coração não consegue mais esconder. Pois o que sinto por ti é sincero.
"Defrontando-me aos livros que aqui expõem ao meu olhar, vem ao meu ser uma certa apreensão ao que antes era da minha vontade e hoje ejeta a cada instante em que eu visualizo. Como disse uma vez Carlos Drummond de Andrade. " Há livros escritos para evitar espaços vazios na estante." o que atualmente, guarda este mesmo sentido em minhas ações momentâneas."
Escapatória
Entre tantas indas e vindas
Resolvestes fugir do meu olhar
quando voltar, verás somente
O meu despertar
Que aqui neste peito, nunca fostes
O teu lugar
Anseio lembrar, em teu coração
Que aqui, não me encontrarás
Sinto dizer, quando acordar
Só terá meu profundo respirar , Sonhar.
Ainda anseio lembrar
Não mergulharei mais, em teu mar
Os meus olhos rasos d'água refletem a vontade de cruzar meu olhar com o seu, de entregar meu coração ao seu amor, e de fazer meu corpo vibrar em seus braços.
Ontem o ponto final foi colocado. A partir de então, mirei o meu olhar para outro caminho! Agora, não volto mais.
A poesia é a cor que pinta meus sonhos, que aquarela meu olhar e dá cor ao meu sorriso.
É ela que embaralha as letrinhas em meu olhar, rima uma palavra com outra, versa a vida em toda a sua extensão e a distribui em versos.
É a poesia que cadencia o som do mar com as batidas do meu coração e serena se espraia em tudo que o meu olhar toca, tudo que minha alma alcança.
É ainda a poesia que me envolve, ora com serenidade de brisa, ora com a força de uma tempestade até desaguar nos olhos e em cascata escorrer pelas lembranças.
É a poesia que nas noites de solidão acalenta minha alma inquieta, afaga minha saudade e aquece meu coração.
É a poesia que chega com a escuridão da noite e me faz companhia de dia.
É ela que se faz saudade quando a nostalgia puxa a cadeira e sem pressa senta-se ao meu lado.
É a poesia que pinta o quadro do dia com as cores da minha emoção, com as nuances de vida que brilham em cada estação.
A poesia está nas minhas horas de espera, na chegada e na partida, no que sou, no que fui e em tudo que ainda serei.
O teu lugar
Vai te esperar
Entre o meu braço
E o meu olhar
O teu espaço
De repousar
Meus olhos desatam os cadarços
Que apertam teus pés tão cansados
E folgam tua roupa já gasta
Pra que eu te vista de céu
E de ciúme
Quero eu deixar
claro
que o meu olhar
nunca é vão
vago
quando é para você
Quero demonstrar
em olhares
todos os sentimentos
Se não for suficiente
beijo
abraço
falo
Queria eu poder
demonstrar em atos
tudo
o que sinto
por você
ONDE ESTAVA VOCÊ?
Onde estava você, ausente do meu olhar?
Quando eu me afogava em dores e lamentos
Numa escuridão profunda à penar
E os meus sonhos morriam todos cá dentro?
No regaço de quem pousava o rosto bonito?
Para quais bocas oferecia teus beijos doces
Porque não me via ou ouvia meu grito
Eu não seria de ninguém se tua não fosse!
Calei meu riso por dias sem festas e alegria
Comi o pão da amargura e senti sede de afeto
Não tinha o direito da mão que acalenta e acaricia.
Hoje, ao saber você tão perto ao meu lado
Quase me esqueço dos dias mortos de amor
Então te torno meu homem desejado e amado!
Elisa Salles
(Direitos reservados?)
MANIFESTO BORBOLETA
Hoje pela manhã
primeira vez do meu olhar
Com um lindo panapaná
Lisonjeada e sem acreditar
Não há quem vendo aquilo
Não pare um instante
Pra com calma observar
Aquela cidade pequena
Ruas vazias e amenas,
tomadas por essa cena
cercada pela enchente
Em nove de fevereiro
Num ano décimo sexto
A planta sobre pedra
Já estava decorada
Das pétalas alaranjadas,
Por todos os lados,
E todas as ruas
Tenho algo á Declarar...
-De todos os coletivos
Ah, eu prefiro,
Um lindo panapaná
Bem cedo, pro dia bem
Eu começar
Aquelas borboletinhas
Levaram meus pensamentos
Em suas asas á voar
Ligeiras e sem rumo,
Lá se ia a greve
De um lado á outro á migrar
Monarcas Que instigam,
os olhos de quem na vida
já pôde contemplar
Depois de tudo isso
Afirmo que no mundo
Ainda há esperanças
Baseado na confiança
Da lagarta de charneira
Achando que sobreviva
Á sua Jornada
E vendo o fim
Sem ser rotulada
Tão triste o desfecho
Das tão cheias de coragem,
batem as asas de flor em flor
Vem borboletinha
Pousar na minha mão
Contagia todo sorriso
E alegra meu coração
O que me importa essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais tristezas
Pra chorar que o seu :'(
O que me importa ver você chorando
Se tantas vezes eu chorei também
O que me importa ver você tão triste
Se triste fui, e você nem ligou
O que me importa o seu carinho agora
Se para mim, é incapaz de demonstrar
Canção
Não te cies do fado, nem do meu olhar
que o vento nos puxa pela alma sedenta
que as estrelas no céu se põem a poetar...
E nosso desejo se faz eternidade juventa.
Apressa-te, amor, que o tempo é de amar
que amanhã não importa, te quero agora!
Não demora tão longe, não me deixe estar
sozinho, num nácar de silêncio, janela a fora
o pensamento, se fores sonho, quero sonhar!
Seja já! Mesmo que a estória fale de outrora
o coração traça rotas que nunca pude tatear.
Apressa-te, amor, dispa está solidão, és abrigo
pegue na mão, me abrace, e assim vamos estar.
Se não te disse, com os meus versos te digo:
Como foi bom poder te encontrar!… e ficar!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
05/04/2019
São Paulo
(um mês)
