Meu Eterno Amor minha Filha
Hoje eu tive uma visão tão linda!
Você vindo em minha direção e me chamou. Quando estava chegando bem perto....!
Percebi que não era nada, somente mais um lampejo, mais uma das vinte e oito mil vezes que eu te vejo no dia.
Se me pedires um nudes, não estranhe se eu lhe mandar um poema; nele vai está toda a nudez da minha alma despida em meu coração.
Minha motivação se chama Jesus Cristo
É Ele que me enche de força, e que me faz reagir em meio as aflições.
Ele é a ESPERANÇA !
Parafraseando Hamlet, votar ou não votar, eis a questão. O que pode pesar mais na minha consciência: abster de votar deixando que o inimigo tome o poder no país, ou votar, acreditando mais uma vez em promessas que, certamente, não serão cumpridas, para evitar o mal maior, e dessa forma, tornar-me cúmplice do sistema corrompido que aí está, por legitimá-lo com meu voto?
Toda a minha vida existi para este momento. So existo porque tu respiras, e quando te vi, todos os barulhos se calaram, tudo perdeu a cor à tua volta e só tu exististe. E eu fiquei ali, a ver te existir, presa no teu Ser, naufraga no teu olhar.
O mundo ganha cor quando passas, como eu quando te vejo chegar; ilumino me.
Tão bela quanto as margaridas
Mais importante do que minha própria vida
Tu és a mulher que eu irei amar para o resto da vida
Tão linda
É bom demais admirá-la todos os dias
Tu és a minha inspiração
Que mora na minha casa e principalmente no meu coração
Tu és minha genitora
Minha linda e maravilhosa protetora
Muito obrigado por tudo
Em especial, pelo amor e carinho que me deste
Obrigada minha flor!
Que desde que me deu a luz
Fez teu sorriso, o meu GRANDE amor.
Soneto da Dor Doída
Nas asas da saudade partiste
Fostes como brisa ao vento
Minha alma ao relento triste
Poeta uma porção de lamento
Na solidão um quarto vazio
Que ainda caminha teu cheiro
Nas lembranças apenas frio
De um chamado ainda inteiro
Contigo levaste parte de mim
Em mim um todo de vós ficaste
Levarei impregnado até o fim
E neste teu momento de partida
Suspiros, foste ao coração engaste
Agora choro eu, por esta dor doída.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
19 de Julho 2015
Cerrado goiano
ao meu pai.
Vá, você não quer ir?
Então, vá!
Eu não posso pedir para você ficar, querendo ir.
Minha mãe sempre disse, que pássaro preso não canta.
Quem sou eu para ir contra isso?
Encontre seu caminho.
Mas talvez, quando você voltar eu já não esteja mais aqui.
Hoje acordei atônita
Olhei ao redor á minha procura
Não me encontrava mais nesse quarto
Levanto sem rumo
Como sem gosto
Respiro por respirar
E e nesta agonia que vivo sem ruminar
A sua alegre tristeza e a minha triste felicidadr, assim continuamos insistindo nos nossos erros e orgulhos
Minha alma pede socorro divino
Minha alma grita por aguda
Minha alma se sacode em meio ao devaneio
Tão miserável em suas noites de tortura
Implorando um pouco de compaixão
Perturba-se com a solidão
Se ouve de fato uma calma
Ela não passou por mim
Minha pobre alma grita em meio a outros gemidos
De pobres perdidos, sem coração
Por não acharem o perdão vão enfraquecendo
Se transformando em escuridão
Ainda não aprenderam a lição!
