Mensagens para Universitários

Cerca de 348 mensagens para Universitários

⁠Vai a pessoa pelo seu caminho, metida com os seus pensamentos, e sai-lhe um vira-lata atrás, mordendo-lhe o calcanhar
A FÚRIA DE CALIBÃ

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠O que o professor burocrata, medíocre, displicente, sabe e ensina, não reforma, mas conserva a universidade

Inserida por Acirdacruzcamargo

Descrédito Acadêmico⁠

Indignado
com Formações Acadêmicas
de baixo nível.
Não pelas Universidades
Não pelos Professores de Excelências,
Mas pelos alunos.
Tipo - Aqueles que só tem o canudo.
Faculdade não é só para se formar.
Tem que continuar buscando conhecimentos.
Muitos tem preguiça.

Inserida por harry001

⁠Poucos livros bons haviam aparecido. Entre eles, Literatura e Humanismo, de Carlos Nelson Coutinho; Os equívocos de Caio Prado Júnior, de Paulo Cavalcanti; Ferro e Independência, de Osny Duarte Pereira. Voltava-me para as revistas de cultura; apresentavam-se com dois tipos, pelo menos as universitárias, as dos docentes e as dos discentes. Eu concluia, por isso: "Em suma, provam os três exemplos alinhados que existe contraste, e até antagonismo, entre o pensamento novo, que se levanta nos meios estudantis, e o pensamento velho, que se aninha nas cátedras universitárias. É evidente que as exceções servem apenas para confirmar a regra. Nem tudo que surge do meio estudantil é de alta qualidade cultural, evidentemente; mas a esmagadora maioria do que surge do meio docente universitário é de qualidade inqualificável. Como pode haver respeito, numa atividade ligada ao conhecimento, quando os que aprendem sabem mais do que os que ensinam?
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 226-227

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠Cria-se, assim, o problema do preenchimento das cadeiras vagas. Neste assunto, melhor ainda que em outros, se observa o esforço do grupo magisterial dirigente para impedir qualquer interrupção de continuidade na orientação do pensamento de cada disciplina oficial. Tudo se faz no sentido de excluir o candidato que acaso vencedor nos supostos concursos para a docência e para a cátedra, viesse a imprimir novos rumos ao ensino, denunciar os males da alienação cultural reinante, instalar novo estilo de estudo, difundir ideias progressistas, voltadas para o exame dos reais problemas do país, exprimindo os interesses de outra classe, diferente daquela que monopoliza a universidade.
A QUESTÃO DA UNIVERSIDADE, pág. 49

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠A falta de compreensão das pessoas em entenderem certas coisas, é de fato algo trágico, julgar assuntos e áreas que desconhecem já se tornou rotina!
A opinião tornou-se mais relevante que o próprio conhecimento de fato e as especialidades foram substituídas por charlatães tudólogos que pouco sabem e que se transformaram em coachs especialistas sem diploma, desconstruíndo tudo sobre que já se foi estudado com a justificativa de que toda a acadêmia é falsa e ideológica!
Ser intelectual hoje em dia se tornou algo vulgar em alguns países!

Inserida por FilipePierre

A USP "⁠Criada em 1934, como resposta de
um setor da elite paulistana às derrotas políticas de que padecia desde o rearranjo
oligárquico encetado pela Revolução de 1930, a instituição tomou feições imprevistas
face ao recrutamento híbrido de membros de elite em descenso e camadas ascendentes.
Seu rumo foi marcado pelo descompasso do empreendimento face às demandas sociais
da cidade, o que deslocou o objetivo inicial do projeto que visava formar as elites
dirigentes, recuperando o papel de São Paulo nas diretivas, senão do Estado, da vida
moderna nacional em âmbito cultural" - Lidiane Soares Rodrigues - Tese. Comparemos isto com o livro de Nelson Werneck Sodré, História e materialismo histórico no Brasil

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠Infelizmente muitas mentes notáveis, brilhantes e avançadas, são simplesmente deixadas de lado, por não se adequarem ou se curvarem ao sistema, à política, e mesmo a religião...
E, é bem por isso que elas são brilhantes, elas tem a visão que a maioria não tem, pois os comuns, só aplaudem e seguem o que seus ouvidos querem ouvir.
Valdir Venturi

Inserida por valdirventuri

⁠Em nossa última campanha para a Reitoria defendemos um projeto para o qual a comunidade acadêmica pudesse ter garantido espaços físicos e culturais de comunhão e integração. Para uma universidade mais humana, solidária e afetiva é importante que haja salão com bancos para que todos, indistintamente, se sentem e conversem, uma cozinha comum, capaz de nos proporcionar a ideia de que somos todos da mesma instituição. Não faz bem incentivar a discriminação e a separação de categorias, de funções e de espaços. Por que salas de refeição apenas para os secretários, apenas para o pessoal da Manutenção, apenas para os laboratoristas?

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠O segredo e o silêncio são armas violentas das formações estatais antidemocráticas. Segredo no exercício dos cargos públicos, esta é a fórmula universal das burocracias. Silêncio imposto aos adversários do poder reinante, através de múltiplos meios, desde a coação física até a cooptação, tal é o proceder das tiranias, antigas e modernas
A UNIVERSIDADE EM QUESTÃO

Inserida por Acirdacruzcamargo

O primeiro ponto resume a lógica tradicional da dominação; assumir, o dominado, a fala do mandante, como se ela brotasse de si mesmo⁠.

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠Todos os professores e alunos têm o próprio ego como referência absoluta...Pobre de quem imaginar que o âmbito universitário seja diverso de um zoológico espiritual...A ânsia de fazer seu nome singular conhecido e mencionado possibilita a apropriação indébita de ideias alheias, plágios, silêncio sobre pensamentos opostos...
A UNIVERSIDADE EM QUESTÃO

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠Dentro da massa acadêmica, constituem as maltas de perseguição ou de fuga. Nelas, um nome definido recebe as honras absolutas. Todos os integrantes da malta se dignificam com a expansão deste nome. Espetáculo tragicômico, os ataques mútuos, nesta luta pela hegemonia do nome, e da fama. Ai de quem não jure pela fala de X ou de Y, nesse plano. Alta traição é não "ano" ou "ista" ... O equívoco maior é daquele que busca o poder deste modo: só persegue a expansão do próprio nome e, como diz Canetti, na tentativa perpetuamente renovada de fazer seu nome conhecido, precisa tornar o dos outros, e do Outro ignorado
A UNIVERSIDADE EM QUESTÃO

Inserida por Acirdacruzcamargo

O equívoco maior é daquele que busca o poder deste modo: só persegue a expansão do próprio nome e, como diz Canetti, na tentativa perpetuamente renovada de fazer seu nome conhecido, precisa tornar o dos outros, e do Outro ignorado
A UNIVERSIDADE EM QUESTÃO

Inserida por Acirdacruzcamargo

⁠Persistência, resistência e insistência são três virtudes da existência diante das adversidades, as verdadeiras universidades que nos ensinam lições valiosas sobre a vida.

Inserida por evermondo

⁠O empreendedor tem uma visão estética da realidade. Ele se aproxima dela com o fim de melhorá-la!

Inserida por rochapopciencia

⁠Além de aportar o desenvolvimento sustentável de projetos de vida em prol da humanização da civilização, uma universidade deve, prioritariamente, se preocupar com seu próprio projeto de fazer educação superior para gerar responsabilidade e compromisso superior.

Inserida por Luciano_180o

⁠Ao reduzir o homem a profissional, acabará por formá-lo peça, talvez até eficiente, capaz e competitiva, de servir aos sistemas, escravizando-os. É necessário que a universidade sobrepasse a concepção de homus economicus e projete o homus íntegro e integral.

Inserida por Luciano_180o

Por que razão as humanidades, por que razão a ciência, a arte, a literatura não nos deram nenhuma proteção diante do desumano?
Por que razão podemos tocar Schubert à noite e cumprir o dever, no dia seguinte, matando nos campos de concentração? Nem as grandes obras, nem a música nem a arte impediram a barbárie total.
Como era possível tocar Debussy, escutando os gritos daqueles que passavam pelas cercas de Munique, a caminho dos campos de extermínio.
Por que a música não disse não? Por que as humanidades não nos humanizaram, por que as culturas não nos libertaram?
Francis George Steiner, professor, crítico e teórico da literatura e da
cultura.

Por que razão as universidades não nos educaram e não nos pacificaram? Onde estavam as universidades diante das duas guerras mundiais e frente às mais de duas centenas de guerras do século XIX e XX?

Inserida por Luciano_180o

⁠⁠Democratização da pesquisa é entender que a ciência é livre, é de todos e é para todos.

Inserida por hellen_cotrim