Mensagens Filosóficas
Segundo Aristóteles, a felicidade consiste em uma atividade da alma conforme a virtude. É o bem supremo, que tem um fim em si mesmo, sendo almejado por todos. O que constitui a felicidade são as ações virtuosas, e as atividades viciosas conduzem o contrário. Aristóteles sustenta que a função específica do homem é a eudaimonia. A felicidade é a meta da vida humana, ou seja, todas as ações têm como finalidade atingir essa fonte de realização suprema.
Todos nós queremos atingir a alma humana, como bem disse Aristóteles, e para isso, precisamos compreender a alma humana. Isso significa que queremos afetar e influenciar as pessoas de certa forma, e para isso precisamos nos submeter a também ser afetados e influenciados pelas outras pessoas. Essa é a única razão pela qual nos relacionamos, por que queremos passar algo, e também receber algo. A natureza humana é feita disso, de uma troca constante. Ninguém pode encontrar alguém sem levar consigo um pouco dela, e deixar com ela um pouco de si. Eis a beleza de sermos quem somos, portadores da natureza humana.
Não sou místico nem metafísico,
sou de barro, holístico como
Aristóteles, como o passarinho
de Manoel...
Acredito que com o feitiço
das palavras se cria
anjos e demônios
bênção e maldição.
Aristóteles afirmava: "O verdadeiro discípulo é aquele que supera o mestre". Leonardo da Vinci seguia a mesmo entendimento ao dizer: " Lastimável discípulo que não ultrapassa o mestre". Tudo é muito bonito e possível quando o mestre não é Jesus.
Diante de si, o homem encontra a Natureza, tem possibilidade de dominá-la e tenta apropriar-se dela. Mas ela não pode satisfazê-lo. (...) Ele só a possui, consumindo-a, isto é, destruindo-a. Nesses dois casos, ele continua só.
A relação dos dois sexos não é a das duas eletricidades, de dois pólos. O homem representa a um tempo o positivo e o neutro, a ponto de dizermos 'os homens' para designar os seres humanos ... A mulher aparece como o negativo, de modo que toda determinação lhe é imputada como limitação, sem reciprocidade.
A arbitrariedade das ordens e das proibições com as quais me confrontava denunciava-lhes a inconsistência.
Escravidão: esse fenômeno é consequência do imperialismo da consciência humana que procura realizar objetivamente sua soberania.
A vida conserva um valor enquanto atribuímos valor à vida dos outros, através do amor, da amizade, da indignação, da compaixão.
Quando compreendemos o que é a condição dos velhos, não podemos contentar-nos em reivindicar uma “política da velhice” mais generosa, uma elevação das pensões, habitações sadias, lazeres organizados. É todo o sistema que está em jogo, e a reivindicação só pode ser radical: mudar a vida.
O homem não vive nunca em estado natural; na sua velhice, como em qualquer idade, seu estatuto lhe é imposto pela sociedade à qual pertence.
O homem tem toda vantagem em fazer endossar por Deus os códigos que fabrica: e, particularmente, como exerce sobre a mulher uma autoridade soberana é útil que esta lhe seja conferida pelo ser soberano. Entre os judeus, os maometanos, os cristãos, entre outros, o homem é senhor por direito divino: o temor a Deus abafará no oprimido toda veleidade de revolta.
Isso é o que caracteriza fundamentalmente a mulher: ela é o Outro dentro de uma totalidade cujos dois termos são necessários um ao outro.
Nenhuma mulher deve ser autorizada a ficar em casa para criar os filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa escolha, precisamente porque, se houver essa escolha, muitas mulheres a farão. É uma forma de forçar as mulheres em uma determinada direção.
Para que a velhice não seja uma irrisória paródia de nossa existência anterior, só há uma solução – é continuar a perseguir fins que deem um sentido à nossa vida.
A palavra amor não tem o mesmo significado para ambos os sexos, e esta é uma das causas dos graves desentendimentos que os dividem.
Durante o dia todo, sentia os olhares fixos em mim; gostava dos que me cercavam, mas, quando me deitava à noite, experimentava um vivo alívio à ideia de viver afinal uns instantes sem testemunhas.
A coragem não é a ausência do medo, mas sim o controle sobre ele.
Você nunca fará nada neste mundo sem coragem. Ela é a maior qualidade da mente ao lado da honra.
A coragem é a primeira das qualidades humanas porque é a qualidade que garante todas as outras.
"Os homens corajosos agem por honra.
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