Mensagens do Coração
REMINISCÊNCIAS
Muitas coisas, meu Deus
Pretendo guardar no coração,
Salvar na minha memória e arquivá-las
No pensamento, para que um dia minha história
Não seja, meticulosamente, arremessada
Ao vento.
Não permita, meu Deus
Que eu perca meu tino, com o tempo
E apague os dados relevantes da minha memória!...
Não deixe que eu mesmo, um dia, venha riscar
[As palavras] que formam, fidedignamente,
A narrativa brilhante da minha história!...
Não permita, meu Deus, que um dia
Eu seja um [ser inexistente], eternamente!...
AUTOR: Sivaldo Prates Ribeiro
E toda vez que aquela mão te féria, meu peito doía, e o coração gritava.
Quem dera eu menina frágil, interromper a cena, que me torturava.
E toda vez que aquela mão te féria, meu peito doía, e o coração gritava.
Quem dera eu menina frágil, interromper a cena, que me torturava.
No momento, é uma dor que... Rasga o nosso coração, rasga a nossa alma, a gente fica sem fome, perde o peso, não quer fazer nada, a gente pensa só nos momentos bons, nos momentos ruins também, tudo fica uma mistura na nossa mente.
Coração tolo o meu, que quando te vê acelera.
Eu nego, mas meu corpo me entrega.
Quando percebo, há.
Fui pega.
Tu sabe que em teu peito bate meu coração.
Que tua voz é como a mais bela canção.
Que seus olhos para mim são prisão.
Que teu corpo é uma escultura a ser contemplada.
Minha mão com a sua, se encaixa.
E minha alma a tua, se enlaça.
O coração acelera sem motivo aparente, a respiração fica pesada, mais uma crise se aproxima. O tempo corre como um louco, a cabeça dói, o quarto gira, ela está na porta. Suor frio, nó na garganta, ela senta ao pé da cama. Tudo é motivo para pânico, os ruídos, o silêncio, o sono, o relógio, ela pega em sua mão. Ela já não faz mais cerimônia, se sente em casa, uma velha amiga, ela conhece todos os seus medos, te abraça e tudo é escuridão.
A Ansiedade te leva mais uma vez ao abismo.
Meu coração é bom.
Já que não existe mais nada a ser dito.
Deixo - te livre!
Livre para voar!
Você é um pássaro que deseja ser livre!
Gosta de pousar em vários galhos.
Deixo - te porque te prendi demais.
Vai meu pássaro! Voa!
E se um dia, precisares do meu abraço.
Pousa em meus braços.
Um amor que transforma.
Um amor que carrego em meu coração,
Em todos os lugares que passo,
Sabendo que um pedaço de você,
Esta dentro do meu peito,
Quando vou ao seu encontro,
O meu pedaço se uni ao seu,
Transformando assim em um único amor,
O amor que nos uniu,
Esse amor que nos transforma,
Cada vez mais forte e bonito!
Não segui meu coração,
Meu coração é tolo,
Segui com a razão,
Minha razão é realista,
Seguir a minha mente friamente,
Deixar o coração de lado.
Essa é a melhor opção em questão.
Quando você me olhava
E eu olhava pra você
Senti no meu coração
Que algo ia me acontecer
Não sei se é amizade
Ou se é amor
Mas pretendo um dia
Sentir o seu calor
Logo te achei bonita
Gostei do seu jeito de ser
Foi quando percebi
Que tinha que te conhecer
Depois que eu te conheci
Eu gostei de você
Agora você está no meu coração
Eu não consigo te esquecer
Como posso mim arrenpende assim se a culpada sou eu pq não entendo esse meu coração ele não aprendeu a te esquecer.
ESCREVO COM A PENA
Quando se decide esquecer, somos toscos,
Pois no coração o amor é brasa, é fogo,
A memória é como uma imensa bigorna,
A qual despenca e esmiúça toda tentativa,
Não tem como separar o que já veio à tona,
Somos um só, mesmo a saudade tempestiva,
Que dilacera o coração, não, não e não,
É capaz de separar o poeta da sua maior paixão,
E olha! que às vezes se tenta,
Mas não tem jeito, o poeta ama escrever, ama a pena.
Deixe seu coração incendiar, de frieza já estamos fartos, encha-se do fogo de amor, paixão, fé e esperança.
Estava sozinho sentado ao relento, coração um aperto tremendo, de repente uma chuva de esclarecimento lavou meus sentimentos, despertou minha razão que dominou a situação e revelou uma auto valorização que não via olhando apenas meu reflexo no espelho, bastou olhar uma única vez para dentro de mim para me apaixonar outra vez.
Disseram que mudei. Sinceramente? Não acho!
Continuo a mesma.
O coração ainda é manteiga derretida, o sorriso ainda me entrega.
Ah, e ainda tenho crises de rir, assim, do nada!
O sangue ainda é quente, a paciência é pouca, e o jeitão italiano de falar e rir alto e gesticular muito continua.
Continuo amando dançar e me divertir, beber minhas brejas, vinhos e saiquirinhas.
Continuo apaixonada por comida. Prefiro comer do que cuidar da vida dos outros.
A questão é que ando mais seletiva e aplicando a lei da reciprocidade no meu dia-a-dia.
Mas confesso que estou tratando como segunda ou nenhuma opção, quem de segunda opção me fez.
