Mensagens de Morte
Eu quero fazer uma homenagem para todos os meus amigos em vida , porque depois da morte não existirá mais nenhum propósito.
Para os amigos que lutam na vida ,que a cada passo transcendem os confrontos do cotidiano,essa homenagem é dedicada à sua coragem inabalável. Que a cada passo um novo obstáculo é vencido e que através de cada vida suas histórias de resiliência e superações os deixem cada vez mais fortes.
Desejo que o caminho de vocês seja enfeitado de planos concretizados e que todos os teus dias sejam felizes. Todos vocês para mim se tornaram um exemplo vivo e modelos de vida à serem seguidos.
Poesia informal
Que rima o mal
Que rima o bem
Rima a fé também
Rima a sorte
Rima a morte
Rima a vida
Rima a pista
Rima a terra
Rima a favela
Rima o centro
Rima o sofrimento
Rima a alegria
Rima o dia
Rima a noite
Rima os dois.
Poema - A Vida é um Sopro
A única certeza é a morte
Não é jogo de sorte
Nem de azar
O tempo vai passar
Vai mostrar
Preciso relatar.
A história se repete
É quando se perde
Que se valoriza
Na internet viraliza
Flores e postagens
Fazendo homenagens.
A vida é um sopro
Sofre em dobro
Quem fica
Não é crítica
É uma alerta
Na terra.
Ame para ser amado
Perdoe para ser perdoado
Antes do arrependimento
Ainda há tempo
Valorize em vida
Antes da partida.
A morte é apenas uma forma de nos livrar da dor, do sofrimento, da culpa e da solidão. Às vezes acreditamos que ao morrer estaremos perdendo tudo só que é ao contrário de tudo, ao morrer nós ganhamos a tão sonhada liberdade, a libertação de uma vida hipócrita, sem cor, sem ânimo, de uma vida sem vida, onde tudo é cinza.
A morte é tão desejada por muitos e tão temidas por outros, mas a morte sempre chegará para todos, um dia a mais ou um dia a menos, ela sempre chegará para todos e ninguém poderá fugir disso, está no nosso destino.
Oh dona morte você ainda terá tanta sorte se um dia me tirar desse lugar, eu já estou cansada, exausta e não aguento mais, a vida é difícil demais e vazia mesmo estando feliz a tristeza sempre aparece e me atormenta.
Dona morte me tira desse lugar de dor e me deixa descansar, pode vim me buscar.
Pra cada dia uma noite
Uma morte a cada vida
E pra cada norte um rumo
Vários ventos sem direção
Em cada mar, muitos naufrágios
A saudade que se vê tão só
A pá de terra sobre o tempo
O erro que me acerta
A resposta certa eu nunca soube
A tarde que não me cabe
Antes que o Céu
Desabe por sobre essas nuvens
Há pra cada chuva, um Céu
Mas não sei dizer
de quantos Céus há sobre nós
Sob meus pés
Estrada e pó
Simplesmente mais nada
Pra cada vida
Uma morte apenas
Viver de espera
Termina
Na serena morte
De sorte que ela vence no final
Pra cada um
Há outro igual
Só não se sabe onde.
Edson Ricardo Paiva
Não tenho medo da morte
Nunca tive
Meu medo era viver
Esta vida
Na qual não se vive
Nunca tive medo de tempestade
Tenho medo deste Sol que arde
Não Existe apenas a chuva
O problema é a palavra
Que me vem e tanto machuca
São lembranças
Piores que a morte
Que fizeram estes cortes
Sem cura
Não tenho medo do escuro
Meu receio é a claridade
Ela invade a vida
E me impede de esconder
Ou de esquecer
A dor
de ver tanta vida
assim
Perdida
Eu vi a luz que se apagou
Eu vi a morte flutuar no espaço
Algo ali surpreendeu
E fez com que de repente
Eu pensasse não ser eu
Eu vi o homem que galgava
Cada degrau daquela escada
A caminhar pro cadafalso
E cada passo dado em falso
Era uma aproximação verdadeira
Do seu derradeiro laço
Eu ouvia todos os hinos
Louvando e glorificando
A condenação simples e pura
de todos os juízes
Traídos, em suas sentenças
Atrelados e atados
Às duras barras, onde amarraram
Lado a lado
No lodo dos tribunais
Com sua justiça de barro
Eu vi a cara da fome
e suas irmãs, felizes
Eu vi sete celeiros cheios
Para alimentar sete juízes
Eu vi caírem
Todos os governos deste Mundo
Num lapso de tempo
Que não durou
Mais que um segundo
A Morte é uma viagem sem volta
A vida também
A diferença entre as duas
É que ninguém cuida da sua Morte
O vento, a fome o medo
a pouca sorte
e a visita periódica
da morte
Não me importa
O importante
é corrigir a vida torta
As notícias que nos chegam de manhã
dizem que o Mundo amanheceu pior
Pior seria se não tivesse amanhecido
eu não veria
a flor pintada em teu vestido
Já não posso mais correr como eu corria
mas ainda passo caminhar no fim do dia
Perdoe minha falta de atitude
Eu não sabia
das vicissitudes da vida
eu não sou nada
Sem você por esta estrada
De quem será que foi a ideia
de inventar a morte
dividindo assim a vida em dois
Será que pensou antes no "antes"
Para que o suspense, chamado existência
lhe desse a grata satisfação
de fazer a gente aguardar tanto tempo
Pra saber o que existe depois
Será que vai causar decepção?
Então
Quem foi que inventou a vida
E jogou tanta gente no Mundo
Sem ao menos dar preparo
Quem criou o desamparo
o desespero
a espera
o inverno e a primavera
eu já sei
que quem inventou a distância
queria vender saudade
mas achei muita maldade
alguém ter criado a infância
e outro ter feito dela
uma coisa assim, tão curta
a criança inocente e absorta
não percebe que o tempo lhe foge
não vê que perde tanta coisa
enquanto brinca de querer crescer
sem saber que a discrepância
entre o ser e o querer
é uma linha muito tênue
e que ela a embaraça, ingênua
perdendo assim o lado bom
da parte que vale à pena
viver assim, sem perceber
é muita falta de sorte
Quem será que inventou a Morte?
Enquanto
persistirem os homens
em buscar na morte soluções
para a vida, serão os moralmente
mortos decidindo o destino
daqueles que indefesos, clamam
pelo direito denascer
e viver!
... e por qual mais
sensata valiaassimilarmos
o que seja a morte, senãocomo
um súbito intervalo;um breve
e luminoso portal unindoos
vários ambientese benefícios
a nós oferecidos pelo
Criador!
... e por qual
mais sensato veredicto
devemos considerar o queseja
a morte, senão como um súbito
intervalo; um breve e luminoso portal interligando os vários ambientes
e benefícios a nós oferecidos
pelo Criador!
O que julgamos ser a morte
pode desacreditar, como aliás já acontece, toda a seriedade da vida!
Portanto ela não deve ser apenas questionada ou temida;
mas sabiamente dissecada
e compreendida!
Vidas nunca cessam!
Vidas não se esvaem anteos abismos do desconsoloe da morte!
Uma vez que, tudo que vivemos,
tudo que provamos, em verdade,
nos multiplica!
... perceber-me
seguro, confesso ser uma
experiência de quase morte
para mim, diz o dramaturgo
americano Tennessee Willians...
Porquanto, sempre foi a bisbilhoteira
adrenalina do risco e incertezas
o que me fez e ainda me faz
renascer e desafiar-me
todos os dias!
Não há porque ter medo da morte, ela já se faz presente em nossas vidas. Estamos constantemente morrendo e nascendo de novo numa mesma vida.
Basta olhar para trás e reconhecer que nunca mais seremos os mesmos.
Viver é seguir avante, desfrutando de cada momento presente, porque tudo isso que vemos, pensamos, sentimos e tocamos agora, o tempo também irá levar.
Morremos todos os dias um pouco e nascemos de novo com novas perspectivas a cada amanhecer.
