Mensagens de Menina
Palavra nasce menina, poesia surge mulher.
às vezes não sei em que momento qual rajada de vento frio virá, e me encantara...... despenteando meu coração...qual gota vai beijar a velha chave na minha alma... me lembrando, tudo de novo... Eu sinto mais sua falta na chuva ... no sol ...na sombra ... na lua ... no vazio de minha cama ... na multidão na rua ...
Você realmente está em mim.
Você devia ser mais cuidadosa quando você se move minha linda ... olha o que voce faz ... derramando luar
no meu poema, com um mero
movimento de seus olhos.
Se eu começasse a desenhar eu mesmo longe de você ainda seríamos como duas cores misturadas de tinta impossível separar.
Um dia, minha senhora. "Digo eu, como dando um passo para o lado e permitindo que voce se junte a minha caminhada," Eu espero ter a sorte de ver uma reverência tão graciosa e sobrenatural de tua presença.
~~QUEM É ESSA MENINA DO CÉU AZUL~~
Não sabe se ri, não sabe se chora
Se ama ou se gosta
Sabe só que quer viver
Com alguém
Será que sou eu? Mas eu
Não sei também
Ela vive na lua a contemplar o sol
Ela brinca no rio a desaguar no mar
Ela beija meu rosto, depois de me abraçar
Ela faz teatro, ele assiste TV
Ela sabe dançar, ele adora correr
Ela ama gritar e isso é viver
Ela é tão simples quanto a poesia
Tão fácil de amar, sem ser compreendido
Um mundo de intenções em cada olhar
E, sinceramente, eu não sei decifrar
~~ANJO ARREBATADOR~~
É que eu tenho pressa.
Pressa?
Pressa?
Pressa de quê menina?
Pressa!
Eu tenho pressa de amar, de amar e vê o mar.
A pressa só vai passar quando me encontrar
e descobrir que não foi só um sonho.
Quando menina eu pressentia
que tinha nascido com a solidão e a saudade
atracadas em mim ...
Hoje sei
que quando eu ainda nem falava
minha premonição já se dizia realizada.
Eu fui uma criança/adolescente estranha... quando menina gostava de brincar sozinha na minha casinha que ficava escondidinha no quintal; aos 13/14 anos lia K. Gibran e muitas vezes preferia ficar sozinha lendo ou escrevendo na minha Remington ( não sei bem o motivo... mas acredito que entre todos foi o melhor presente que o meu pai me deu), matava algumas aulas de religião e educação física para ir namorar na praia deserta durante o inverno. Detalhe importante: eu namorava o Mar.
Eu continuo estranha...
Lute!
Lute sempre!
Lute como uma Mulher
que não deixou o seu lado Menina
endurecer nas lutas dessa vida
que por um lado ou por outro
é dura.
No seu olhar de menina, naquela grande campina sem fim, surgiam dois amantes, nas planícies verdejantes, que mais pareciam um jardim, só as abelhas presentes tirando mel da flor do capim. Um passarinho cantou para anunciar o nascimento do nosso amor, seu olhar me conquistou e o nosso amor não parou.
Menina sapeca, levada da breca, corpo de mulher, cara de boneca, vamos jogar peteca?
Menina arteira, mulher faceira, atravessou o meu caminho, ganhou o meu carinho, pra vida inteira.
Bom dia, bom dia, menina meu amor, acorde com uma benção, acorde com uma flor, depois da tempestade virá sempre bonança, onde você for levará lembrança do meu amor.
Menina maravilinda, eu quero te ver sorrindo, o teu rosto tem marcas de lutas, mas agora é o paraíso, por favor me escuta, quero ver o teu sorriso.
Naquele sertão deserto, no meio da campina, vi o amor de perto no olhar de uma menina, meu coração disparou, uma abelha pousou na flor do capim e um passarinho cantou para anunciar o nosso amor sem fim.
Seu nome é Isabela, uma menina linda dona de um sorriso encantador, delicada como uma rosa cheirosa como uma flor, é um anjo enviado por Deus, És digna de todo amor... Ah, Isabela, como tu és doce, como tu és bela, o teu sorriso transborda a paz, os teus olhos transmitem amor, uma simpatia de pessoa, teu jeito meigo me cativou.
A vida é frágil, a vida é uma menina de porcelana andando numa corda bamba sobre um precipício - e ela, a vida, está bêbada!
Menina do Rio
Autor: Tadeu G. Memória
Você tem as paisagens das colinas,
O Cristo, Copa, a Quinta...
Maracá, flamengo e a Rua Venus,
Trombas d’água e neblinas,
Garotos que sussurram galanteios,
De corpos perfeitos, meninas...
Você tem o Rio e o Rio corre em Você,
Eu tenho uma folha de caderno e uma Caneta,
Eu faço o poema e o poema me Envolve
Com metamorfoses, vicissitudes e cataclismas
Mágoas e marcas indeléveis de trezentos anos.
Os meus cabelos já ficaram brancos...
Antes eu não era nada, agora eu não sou ninguém,
E você tem o Rio e o Rio te tem...
Eu já conheci essa paixão avassaladoura
de fim-de-semana...
Sexta a gente se apaixona...
Casa-se sábado...
Domingo é lua de mel
E segunda? E segunda?
Aonde eu vou me esconder?
Eu não tenho colinas...
ADOLESCENDO
A menina de vestido estampado
Saltava na calçada como se pulasse estrelas,
Apontava o firmamento como se pudesse tê-las
E a saia se erguia, mostrando a intimidade
Dos seus quinze anos...
Danos em mim,
Amarelinhas nunca mexeu comigo assim...
Porque as alças também lhe caiam
Mostrando a adolescência adolescendo nos seus seios...
A menina de vestido estampado
Saltava na calçada como se pulasse estrelas
Apontava o firmamento como se pudesse tê-las...
E ela podia...
O peso do amor não entregue
Era uma vez...
Uma vez, em um ano qualquer, nasceu uma menina cujo sonho era físico e distante — e o sonho do seu coração, quase impossível.
Seu coração desejava, quase que desesperadamente, ser amado por alguém de verdade, pois aquele coração tinha muito amor para dar, e ele não aguentava o peso de tanto sentimento.
Ele só queria distribuir.
Mas o cérebro da menina não permitia.
Precisava ser a pessoa certa — ou, pelo menos, alguém que não fosse superficial, como o tempo em que ela vivia.
E, pelo menos até hoje, ela não teve um "felizes para sempre". Ainda não.
E, sinceramente, não sei se terá.
Talvez, um "feliz para sempre"... sozinha.
