Mensagens de Invasão
Amarrotados Silêncios
O teu rosto invade
os meus pensamentos
os teus olhos são mar
a sorrir para o meu luar
as tuas mãos são líquidas
ensopam os meus
amarrotados silêncios
e eu serenamente derramo
as minhas primaveras
nos jardins do teu coração.
Tu fazes dançar o meu coração,
coordenas os meus pensamentos,
invades os meus poemas,
despes-te nos meu sonhos,
amanheces os meu dias,
e nem te apercebes.
Amor verdadeiro! Peço-lhe que invada a minha vida e me faça lúcido aos seus sentidos que propriamente é sem sentido;
Oh poderoso amor que a tua luz ilumine o meu coração e embace os maus amados que me calunia;
Que a tua força seja as minhas verdades para me ajudarem a decidir o meu caminho e minha direção para que o meu coração possa dar bons frutos;
"Existe pessoas que tem o dom de invadir as nossas vidas do nada e se vai levando contigo um pouco de nos".
Devo conjugar minhas incertezas para fugir da degradação própria pela depressão que me invade pouco a pouco;
Sei que devo amparar os meus medos para que não caia nas intensas dúvidas de seguir no desconhecido;
Por favor, não me deixe saber notícias suas...não deixe que seu perfume invada o ar que respiro, que a voz de outro alguém me lembre a sua...Não permita que em alguns lugares eu ainda sinta a sua presença e que eu te procure em outros rostos parecidos com o seu...Não me maltrate, e saia de vez de meus pensamentos...Não...Não, por favor, leve de mim este amor que você deixou e que me machuca tanto, tanto e tanto... Devolva o meu viver, o meu sossego, a minha felicidade...Devolva-me para que finalmente eu possa me recompor e aceitar de uma vez por todas, que pra minha história, você não volta mais!
Por você escrever com tanta simplicidade que roubaste meu coração, invadindo meu interior e fazendo-me pulsar por querer um tanto de sua alma;
Sua pobreza és meu orgulho de lutar e vencer por você e pelo nosso coração, pois não a deixo fazer-se em pó por que a solidez se faz sensata ao meu rico coração;
Seus enfeites se armam de forma simples, porém bela e plena aos meus olhos que tanto admiram;
E no meu escrever encontro as certezas do que você se transformou a mim “alegria de viver” você se tornou o meu porto seguro afirmativamente a meu coração;
Lágrimas
As lágrimas que invadem os meus olhos
Chegam como a força de
Um riacho que transborda
Por causa da tempestade.
Que escorrem feito um
Rio confuso formado apenas em minha mente.
Sem direção,
Lutando para se reencontrar.
Lágrimas choradas jogadas ao vento.
Lágrimas que jamais deveriam ser derramadas.
Pois o meu amor você não merecia.
Hoje não tente mais encontra-las em minha face.
Pois tudo o que você encontrara serão apenas sorrisos.
Lindos sorrisos
Que brotam de uma
Imensa felicidade.
Pois aprendi que nunca devo chorar por amor,
Pois a única pessoa que merece minhas lágrimas
Jamais mim fara chorar...
E é seu. Esse sentimento que me invade e me enlouquece. Desgrudando a tinta da parede com as unhas, eu te quero aqui. Ah, como eu te quero aqui. Me embalo no cobertor, me descubro, me arranho e assumo, é seu o meu amor! Me olho no espelho, figura pequena e sem graça que guarda dentro de si algo mais poderoso do que uma arma nuclear, eu tenho amor, ah! E ele é seu, ah, todo seu. Quando me pega pela cintura, posso jurar, eu danço, a melhores das músicas tocando em minha cabeça, fazendo as pernas bambearem, a mente rodar, a mão estremer e os lábios sorrirem. Ah, é esse meu amor... que é seu amor.
Incrivel a maneira como palavras e sentimentos invadem meu quarto no silêncio da noite. É algo a temer, escrever e ser fragil, simultaneamente, a essa hora faz de mim uma menina irreal"
Noites assim
Faço coisas sem sentir
Agarrando-me ao travesseiro
Deixo a saudade me invadir
Somente para sentir seu cheiro
As noites eu rolo na cama
Com o coração tão magoado
Tento recupera minha calma
Recordando do passado
Vasculho minha vida então
Procurando uma recordação
Que me leve à razão
Encontro-me com a solidão
Querendo preencher minha vida
Sinto muito solidão, hoje não!
29/09/13
Quase sobreviventes de nós mesmos
por um passado que já
não nos habita mais,
mas que nos invade sem pedir permissão.
Assombrados pela sua falta
e a necessidade de um recomeço.
Se perde no mesmo momento
em que se permite ser achado.
Pelo medo.
Pela necessidade.
Acordar de um sonho
e voltar à realidade.
Fugir do que insiste em existir,
buscando uma unica oportunidade
pra descobrir o minimo vazio,
o tomando como moradia.
E vive,
por um único aviso e certeza:
Ainda somos quase sobreviventes
de nós mesmos.
Que todo o carinho do mundo, esperança e fé nas coisas boas
invada o seu coração de repente e não acabe nunca mais!
"FENIX"
Seiva suave...
aromática e quente
como a gota invadindo.
A alma...
como chuva descendo
pelas ladeiras do corpo
...ah! e então dormitar
na calma da madrugada
e envolver-me no sonho
de teu sorriso,
como Fênix que perde-se
em seu vôo.
Sim, meu amor perene,
tão incansável e bravo.
Meu sonho imperioso
tão premente em minha gota.
Meu vôo, meu fogo e meu ar.
Sou terra!
as matas colorem meu corpo,
minhas danças místicas são envolvidas,
pelo canto do pássaro mestre.
Sou solitária... não sou solidão,
sou apaixonada e viajo nas asas
da Fênix de emoção.
O amor é o organismo... e o ciúme e as mentiras são os vírus.
Quando estes vírus invadem o organismo contaminam toda a relação.
Quando as pessoas que amamos se vão,
um vazio do tamanho do infinito invade nosso ser.
Quando as pessoas que nos amam se vão,
invadimos o infinito a procura de alguém que as substituam.
Que a felicidade de uma forma ou outra invada sem medidas métricas os seus caminhos e a faça, instantaneamente orgulhosa pelas suas conquistas...
Que a felicidade tenha motivos plenos em habitar em teus sorrisos e dê tamanha importância ao seu encantamento...
O som da cidade de Campinas ecoa além das ruas e avenidas, invadindo a noite e a minha imaginação no ritmo de um poema.
O público invade o privado, e o privado transborda no público — a fronteira se apaga, a vaidade se propaga.
Perde-se o abrigo, dilui-se o limite: a autonomia cede à patrulha social, a família se dobra ao discurso oficial.
A mercantilização do eu faz da autenticidade uma raridade, transforma a intimidade em produto e reduz a privacidade a luxo esquecido.
Não era o invasor, mas o invadido; não queria só desvendar, mas ser desvendado. Ele a amava, admitiu. Precisava ser amado.
