Mensagem Espírita sobre Fim da Vida
Maria
Isso é mentira! Maria é uma Santa que morreu, está no céu em espírito. Não pode salvar ninguém! Só Jesus Cristo nos salva do inferno. Ele sim é a arca da Aliança. Também é a arca de Noé, que simbolizava a salvação de Jesus Cristo.
De passagem para morrer onde tudo se torna ilusão.
O espírito somente levará evoluções.
Evoluir para o céu é manejar as ilusões na terra.
A evolução é a única esperança da vida.
“Na ressurreição nos transformamos. A alma não ocupa lugar é espiritual. Todos que já morreram já ressuscitaram e cabem na ponta de um alfinete. O corpo espiritualizado não ocupa lugar. Céu e inferno são estados e não locais, e não sei onde estão, porque não ocupam um lugar. Mas, como dizia Cristo, metaforicamente: ‘Na casa do meu Pai há muitas moradas’. Uns têm méritos que cabem num dedal, outros méritos que cabem num copo. Cada um segundo seus méritos.”
Morro, mas fico vivo.
Perco o físico, não o espírito.
Queima-se o livro, não o escrito.
A cada anoitecer, morro!
A cada amanhecer, revivo!
Sempre um morto vivo.
Passando a cada dia
Uma página desse livro.
Vivo e morro, morro e vivo.
O sopro da morte
Outrora me deu vida
Corpo e alma, tudo é metafísica.
O corpo biologicamente tem vida
A alma espiritualmente se eterniza
Fazendo da morte o trânsito da vida
Plantando uma árvore,
Escrevendo um livro,
Fazendo um filho, a problemática fica resolvida.
Luto é sofrimento em desperdícios,
Sintomas físicos e psíquicos,
Compartilhado entre familiares e amigos
Morro! Mas nunca vou morrer.
Transcendendo o superior ser,
Ente-querido, eternamente vou viver.
A Palavra de Deus é o nosso alimento espiritual, sem ela nos enfraquecemos e morremos espiritualmente.
"Morre o cão acabou a raiva. Assim é também nossa CARNE quando é governada no Espirito. Mansidão reinando."
—By Coelhinha
Surrealismo Poético para Rodeio
Os espíritos das florestas
que cobrem os morros
e o Pico do Montanhão
da cidade de Rodeio,
Leem e ouvem
tudo a meu respeito,
caminham comigo,
escrevem o Surrealismo
Poético diário
e guiam o nosso destino.
“Na guerra espiritual ninguém morre, não se machucam e não vencem, mas aprende a se defender daqueles que tentam lhe matar.”
"Eu quero morrer...
Mas desejo está presente ao mesmo tempo, para então assim, enxugar suas lágrimas.
Está perto...
Sentir sua dor...
Um abraço.
Mesmo que eu seja um espírito invisível.
Está ali pela última vez.
Ou, sempre.
Feliz, contigo."
É difícil de enxergar quando o brilho ofusca o olhar, a essência morre que por alguns instantes cegando a alma do primordial. F.G
Nem sempre teremos o que sonhamos se acabarmos por morrer sonhando. A ação é a pólvora da cocriação.
Vivemos como nunca fossem morrer, e não fazemos nenhuma reflexão sobre nossas atitudes. Experimentamos todos os prazeres da carne e raramente os espirituais. Quando chega a hora de partir não estamos pronto.
"Jesus caminhou como Homem, morreu como cordeiro, ressuscitou
com poder, e voltará como Leão para governar como Rei.”
Às vezes desistimos de algo antes mesmo de começar. Acreditamos que, se arriscarmos, iremos morrer tentando.
Com isso, antecipamos a morte no seio da própria vida. Convidamos o vazio, vivendo sem saber o que seria da vida se tivéssemos arriscado. Morremos ainda vivos, devido ao medo de agir.
Triste contradição.
Quantas coisas você deixou de começar pelo medo de que morreria tentando? Quão vazio isso te faz se sentir até hoje?
HERESIA
Te engulo como quem já morreu de fome. Com os olhos cerrados na vertigem do teu cheiro. Te tomo como anjo que escolhe cair não por pecado, mas por desejo de habitar tua alma, como quem entra sem pedir licença, nu de si mesmo.
Sou ausência que arde sob tua pele. Memória do toque mesmo sem o toque. O silêncio entre nós virou idioma. E tua respiração, confissão.
Cometemos a heresia da carne como quem reza com o corpo. Sem culpa. Sem o peso dos que condenam.
Te envolvo sendo, às vezes febre, às vezes brisa. Num abraço onde o mundo silencia e só resta esse instante: nós. Em transe. Em verdade. Em tudo que não nos cabe.
Se há uma força nisso, é aquela que dilacera e acalma. Que fere com ternura. Que transforma a heresia do desejo carnal em uma forma de permanecer, mesmo quando os corpos se afastam.
Augusto Silva
Muitos se perguntam: para onde vamos quando morremos?
Vamos para onde estamos!
Como é o ambiente em que mora nossa consciência hoje?
E no final, o quê?
o que acontece com os vivos quando morrem?
o que acontece com as lágrimas quando os olhos se fecham?
Para onde vão as estrelas quando não sonhamos,
para onde vai a dor da memória?
O que acontece na miríade de verdes da folhagem
no sol e na sombra?
Na profundidade da clareira,
uma brisa suave nos envolve com o silêncio do poder
unificando nossos silêncios.
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