Mensagem de Solidão
sou um anjo
que caiu para morte,
desejou amar para sempre,
tudo que tenho está em teu coração,
minhas lagrimas queimam
no resquício do meu amor transformou o mundo...
como o sangue escorre por minha alma...
sem muitas palavras, todos estão mortos,
por desejar o impossível... sob um paraíso
desejamos a morte como companheira,
sobre os olhos faminto...
do amor a tragédia se comete quando a paixão feroz consome suas entranhas.
sendo a musica se cala na escuridão de teus pecados...
e almeja reluzir na fronteira dos céus...
contemplo sua face triste que sonha com a chuva...
e carrega os favores de anjos que amaram...
na eternidade dos dias que se passaram...
em uma plenitude algos de seu atroz,
dito e feito as marcas do passado...
nesses momentos lhe digo te amo.
os céus estão em chamas...
enquanto dormimos
todos são vitimas das suas próprias sentenças...
num paradigma que julgo ser em tuas lagrimas..
humanos sua implacável busca pelo poder...
sendo a fantasia que cobre seus corpos ate a morte...
cálida vontade que expande pelas asas do universo...
toque meu coração
não sei o que é viver...
meu sangue
está em você...
lembre se que mundo não é mesmo...
toque meu coração!!!!
sinta a vida...
volte a sonhar pois eles dominam sua mente e suas vontades... se acha que sua alma está salva... o inferno está cheio de ironias
Os casais que se amam de modo “consciente” não se veem como metades um do outro, como a metade da laranja com a qual precisam se unir para serem uma só pessoa
Dias e noites vão chegando e saindo. percebendo que enxergo com as pontas dos dedos, vou dedilhando devires lentamente. O que vejo são amontoados de nuvens entrelaçadas nas palavras transcritas do coração. O que vejo é o que sinto: cinzas no paraíso. Uma confusão se faz dentro e fora. A anatomia dos meus olhos já não são anatômicas e isso me causa sentimentos ofuscados. Entendes agora os motivos pelos quais, eles ( os olhos), são misturas de palavras? O que vejo, e sinto, e falo, e murmuro, e penso são agulhas no palheiro. Hoje não posso ver nem enxergar, amanhã quem sabe, a visão retorne a seu lugar.
Um copo de vinho e alguma coisa para escrever e nada mais alem dessa deusa maravilhosa chamada solidão.
os desejos transpõem a vida e a eternidade...
sobre meu coração morto pelas virtudes...
vos digo que sentimento atroz reluz
pela infinidade do seu corpo...
entre eras desejei te amar por um estante...
que tudo parece ser o cosmo
de aonde viemos a ser apaixonados
pela estancias da gravidade,
o horizonte que expressa sua evolução
nas sombras do manto que tanto cobriu
as estrelas absorve a luz do seu profundo sentimento,
que paira sobre a solidão e a tristeza...
sua voz clama uma canção
que cantarola sob um beijo
que assim paralisa o tempo...
com um olhar de perfeição...
Sou o que sou e nada além do mais do que sou. Vivo um dia de cada vez. Momento a momento. sei o que sou tentei ser bom melhor. Mas sou que sou mais um brasileiro num mar de corrupção.
imagino a luz do teu corpo nu
sobre o chão, frio o suor escorre,
bebo seu prazer, que um delirio,
entre muitos momentos te amo...
sendo teu prazer seu ego,
doida desvairada pelo amor,
torna se paixão que consome até o tempo
entre esse patamar julgo ser merecedor
de um beijo eterno e perfeito.
mas tudo tem um tempo e um desejo,
coberto na imensidão do teu corpo
escorre um mel de prazeres ocultos...
Não há diferença entre viver sozinho ou no meio de uma multidão, se estivermos em paz nas duas situações.
sou uma maquina que trabalha até em seus sonhos...
até morte se ajoelhou olhando para os céus...
tudo desapareceu com um presente...
TOCAIA (soneto)
Dói-me esta constante tal espera
do que já não mais tem donde vir
que o desejo insiste em querer ir
aguardando na ravina da quimera
Doí-me uma dor insana, há existir
a cada alvorecer duma primavera
da ausência, da saudade, sem era
e do que não se tem, e quer pedir
Dói! O tempo a passar, eu quisera
poder nele estar e ali então devir
chorar, alegrar... ah! se eu pudera!
Como eu não sei como conseguir
a tocaia no peito se torna megera
e a alma romântica se põe a fingir
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, 15 de julho
Cerrado goiano
Tem gente que só sabe a falta que o outro faz quando bate saudade das conversas matinais, das mensagens trocadas e do sorriso bobo. Tem gente que só sabe a falta que o outro faz quando se depara com o vazio da solidão que se deita ao lado da cama.
Não há dor maior do que arrancar na marra um amor do peito, um amor que só está ali para machucar e nada mais.
no julgo do coração,
estou calado por sua discissão,
vivo com a brisa que sopra
em tantas direções e se afoga no mar eterno,
seja o mar bravio em ondas,
que assim seja desfio que acompanha,
desde que sua voz encantadora
tempestade clama por meus sentimentos,
busca sem sessar a vida...
desde que foi desafeto
um sonho te amar...
embora sua face fria tenha apenas um sonhos
esparecer em um mundo que não existe...
foi construído por um sentimento
que paira sobre as asas de um anjo...
pois então beleza se diz diga?
meu sentimento que nunca se calou..
pelos paradigmas deste mundo te amo...
cálida de tantas vezes atroz...
bem fica meu olhar no horizonte
se diga meu amor.
eu sou a escuridão
entre meus olhos
a morte em seus limiares
sigo até o amanhecer,
assim vejo o luar...
nas madrugas uivo para lua
sem medo da noite
cravo meus dente em sua alma
que sangra ate morrer,
desses momentos vou me lembrar.
no amanhecer de cada dia...
quero gritar e te amar para sempre.
eu sou a escuridão
entre meus olhos
a morte em seus limiares
sigo até o amanhecer,
assim vejo o luar...
nas madrugas uivo para lua
sem medo da noite
cravo meus dente em sua alma
que sangra ate morrer,
desses momentos vou me lembrar.
no amanhecer de cada dia...
quero gritar e te amar para sempre.
