Mensagem de Solidão
faça por merecer e morra em paz,
o que? esta acontecendo...
querer o que?
fingir e sorrir faz mal...
desespero único
claro que não,
obsessão meu amor.
fluxo torna se abruto quando é o desejo mais profundo.
encanta de tal forma que se dilui no extenso do universo,
como corpos celestes que viajam sobre a gravidade
que destinam a imortalidade de ciclo sem fim.
hospedando seus satélites como amantes de mundo estranho,
bizarramente os encontros destilam a vida numa síntese profunda.
nada se igual a singularidade do qual de repente se ama para sempre.
Embriaguez...
No breu das madrugadas,
no silêncio das coisas,
teimo te encontrar e divago...
...e do passado te trago
e em saudades naufrago...
...e em versos de amor me alago
e neles, ainda te venero e afago...
...e no silêncio das coisas,
de vãs e tolas esperanças
então, me embriago...
(ania)
amor eterno,
soberano no ar atrevido,
surpreende no audaz termo
de um sorriso vagabundo,
ao som sórdido,
carisma que vaga sobre lençóis,
extravagantes sob tempo
o glamour ganha seu encanto.
A noite aparece se amarga e fria,
nos contrastes o coração para...
sobre detalhes a canção que paira pelo teu corpo,
delicia tanto quanto imagina,
morde seus lábios em chamas,
retem o integro da alma...
Jovens velhos jovens
Eu me sinto esquisito as vezes, sinto que algo não encaixa, que eu não me encaixo, amigos sei fazer, mas me limito para ser, me limito ao que acho pouquinho... Pouquinho não sei bem se o certo a se dizer, pois não acho ninguém pouco, mas algo falta, ta meio confuso isso...
Pensar demais evolui, evolução essa é para poucos, e esses poucos se entendem, à esses poucos nao preciso ser pouquinho, posso ser suficiente, solitário é encontrar os poucos que são muito!
Mas eu ainda sinto-me esquisito, quero ser mais que suficiente, quero ser além do além, quanto menos pouquinho ser mais raro encontrar, possível é, mas tudo que sobra é o cadê!
'' O lugar a qual eu não pertenço ''
- Vejo todos ao meu redor rindo e felizes, fingindo se divertirem em um mundo onde apenas resta a DOR... Não pertenço a esse mundo aos meus olhos só vejo a DOR, a SOLIDÃO, e a ESCURIDÃO... Aos meus olhos sou um morto em meio a DESTRUIÇÃO....
Fica o amor
Quem sabe por um tempo,
Ser feliz, fazer feliz alguém...
Quem sabe num momento,
Amar alguém como ninguém.
Talvez, quem sabe...
Viver só mais um pouco.
Um pouco para te amar,
Um pouco para sonhar.
E se não for amor?
E se for só uma dor?
E se não tiver calor?
E se for só o desamor?
Nada de que não é
Tudo isso foi um dia,
Só não se foi saudade sua...
Por que tudo passa, fica o amor.
Edney Valentim Araújo
Nessa escuridão deste quarto tenho lembranças...
Tantos anjos mortos, Nas eras despedidas...
Ganham a doutrina num mundo vazio...
Tantas mentiras tem suas contradições...
Nesse mundo de oportunidades sou um espirito.
probabilidade emocional,
te amo minha tristeza,
não tente tocar imensidão,
com rosas que estão pelo caminho,
e numa cama de desejo e opressão,
num corpo apático,
desventuras que arrebatam,
em idiomas risórios murmura
tantos sonhos e desejos...
aplaudem tocando simplesmente.
Em uma escala reluta o resultado de suas emoções,
Mistifica o teu ser mítico...
Sobre os flagelos brumas,
No resquício o esquecimento...
Diga-me
Para que iludir?
Se é tão mais simples
Deixar-me ir.
Meu coração sente
Enquanto para o seu você mente
Diz-me que me ama,
Mas você se auto-engana.
Confesso que me sinto acabado
Derrotado
Por ter passado tanto tempo ao seu lado
E neste momento, me deparar com meu estado.
Ver-me sem vontade alguma de viver
Sem braços para eu correr
Sem ninguém para me socorrer.
Você me deixou
Triste e só
Sem nenhuma dó
Você partiu e aqui estou
Triste e só
A cada passo, vejo menos a luz, a cada sorriso, começo a chorar, ao parar não consigo respirar,
E ali vejo apenas ilusões
De uma alma perdida.
Querendo voltar atrás de tudo que já havia perdido.
1° dose estou de boa
2° dose estou atoa
3° dose vem lembranças
4° dose se perde esperanças
5° dose é sofrimento
6° dose puro sentimento
7° dose juro que te esqueço
8° dose vou no seu endereço
9° dose penso em te ligar
10° dose penso em te chamar
11° dose não sei mais quem sou
12° dose de mim nada restou
E assim de dose em dose que nos perdemos.
Lembramos de erros tão pequenos.
Pequenos erros que mudaram nossas vidas.
Poder ser no relacionamento e tudo que Vc imagina.
Vivemos de decepções e angustia
Vivemos na ignorância e na duvida
Na sombra do arrependimento
Na sombra de lamentos
O que nos resta a fazer ???
Beber e tentar esquecer...
Eis que me escondo de todo o mundo lá fora, afugento-me em meus pensamentos medos e delírios, na tentativa de um dia evoluir. Sei que há muito a se perder, porém antes preciso me encontrar, pois, em meio a todo esse caos certamente não estou...
Falaria muito mais não haveria ninguém para ouvir,
seria fácil escrever, mas, tudo seria apenas um escritos
entre tantos momentos passado pela alienações
que abrange o senso comum, a realidade seria opaca
no fundamental da deles a perspectiva do poder,
refecerem sempre disfunção do estado monetário,
as vantagens para seus bens em contas fantasmas,
em paraísos fiscais, e depois denota se o diga serão palavras
que voam ao vento ,
enquanto a esperança torna se um país do futuro,
seria a vida esperar e superar tudo que vivemos,
diante as tantos momentos de desespero e angustias,
pelo âmbito moral que temos atura pois tudo é aceitável,
até a corrupção seja fato tão comum num senso...
de desastres num paí tão imenso cheio de desigualdades,
quando alguém se rebela o ar que é poluído
de recursos frágeis como destaque no ador do dia a dia.
seria caos um opção ou seja uma necessidade...?
tantas discussões e discursos como um curso intestinal,
eles aplaudem pedem bis numa ilha paradisíaca...
em passamos fome, sem recursos médicos,
vamos da segurança e saúde.... sua vida é feita do que?
se a deserto á um paraíso fiscal.
isso mídia mostra e contempla... somos apenas a diferença.?
ninguém sabe o que fazemos para viver, apenas acréscimos no imposto. e ainda não tem recursos...
A cidade de um homem é engolida pela morte...
Calor que tem no ultimo suspiro senti o ador da vida...
sufoca no ápice do desejo... do corpo nu,
perfeito momento, no emblemático sentimento,
escoa pelas escadas ate que descambe
numa cava fria, estando esquecido
apenas a poera que voa nas mais infamas correntes,
choradeiras se debatem num ar escuro.
adeus bem pouco o conhecia,
mais minhas lagrimas morreram com ele.
sobre sórdidos sentimentos que denotam seu olhar
num passado imerso na desilusão... passa se
o ar da sarjeta se afogando na corrente da chuvas,
num passado imerso na desilusão tudo tem forma de saudades,
embora seja o sofrimento e agonia atravesse seu peito
como bala que desferiu o terror inúmeras vezes, respirei fundo,
desejei que fosse parte de uma alucinação
que corriqueiramente deixei passar como o amor.
poema vivido ate tempo o transforme em pó.
by Celso Roberto Nadilo
