Mensagem Aprendi
Aprendi a amar não intensamente todos os meus amigos.
Aprendi a deixar o elo da amizade mais flexível.
Aprendi também que quando eles precisarem partir, eu não sofrerei
Sempre aprendi.
Como te amar.
Respeitar mas nunca aprender.
Esquecer o meu amor por você.
Porque quando a gente.
Ama nunca esquece.
Nunca deixa de mar.
Te amo muito.
E sempre vou te amar.
Há um princípio fundamental para se equilibrar os dons da carne com os dons do espírito. Aprendi, com muito sofrimento e vivência, que a arrogância do saber sufoca o que temos de melhor no espírito. Todo talento herdado ou aperfeiçoado com estudo e prática laboriosa, quando sobrepõe a modéstia, a humildade e o amor, vira lixo, lixo humano que nada edifica...
Eu sou burro, dizem.
Não aprendi a ser hipócrita.
Não sei sorrir com o fígado doendo,
nem elogiar quem me envergonha.
Nasci torto pra esse mundo liso,
onde a esperteza é se calar,
e a virtude é caber na média.
Não sei me vender.
Não sei bajular.
Não sei.
Só sei ser inteiro.
E isso, hoje, é burrice.
Vejo os que vencem —
sabem o tom, a pose, o disfarce.
Sabem dizer sim sem concordar.
Sabem pedir desculpas sem culpa,
elogiar sem respeito,
defender sem acreditar.
Eu não.
Eu sangro na frente de todos,
falo o que penso,
perco amigos,
perco oportunidades,
perco o conforto.
Mas durmo.
Durmo sabendo quem sou.
E isso, talvez, seja o que ainda me mantém
vivo — mesmo fora do rebanho.
Aprendi a ser Mar …
Aprendendo a cada dia com
a sabedoria das águas,
Aprendo a deixar ir,
A esperar, sentir, respeitar.
Aprendi a ser Mar,
Sendo mulher, mãe, gota e oceano.
Aprendendo a zelar, nutrir e ensinar.
Aprendi a ser Mar
Através de toda lágrima e suor,
Aprendendo o preço do caminhar e
A necessidade de sempre seguir.
- Já tive incontáveis discípulos. - Aprendi e ensinei muita gente. Todos que passaram por minha vida deixaram marcas profundas em meu coração. Também pude, através do NINPO, deixar minha herança em suas vidas.
Rodeado de urubu
Esperando minha mente virar carniça
A sorte é que aprendi a disfarçar o cheiro
Esse mundo quer nos encher de malícia
Busque a inteligência! Aprendi a compreender o que vida tem de melhor. Escrevi minha história de vida no livro do tempo. Poucas páginas podem ser vistas e traduzidas na compreensão de ideias, e fonte de inspiração. Encontrei o tempo e o tempo me ensinou que não devo desistir de caminhar na busca incansável de ser feliz. Encontrei o amor, e o amor me fez compreender que amar a criação do mundo é ter o conhecimento para tudo se fazer em sabedoria. Encontrei a morte, e a morte me fez entender que tudo não se termina no deixar de nossa alma do corpo que desde mundo pertence. Mas é o recomeço de ensinamentos em plano maior que ainda não conhecemos, a vida terrena é somente uma passagem para a eternidade. Se tudo que importa para o ser humano é ser nesse plano homem de poder, a vida cobrará através do tempo que nada se valeu conquistar o mundo, e no enxergar no futuro em que sua mente o faz acordar para a vida. Só restará a morte, pois nada que ele tenha feito importará.
Aprendi que a Paciência é a arte de acreditar que o Pai Amado sabe o momento certo para o aprendizado perfeito...
Eu aprendi uma lição para o resto da vida. Ninguém perde amizades, oportunidades e nem relacionamentos quando começamos a colocar certas pessoas em seus devidos lugares. O que perdemos são aproveitadores, abusadores, manipuladores, narcisistas e sanguessugas.
Nunca aprendi teologia com profundidade. Não tive muito tempo para isso; pois estava ocupado pregando o Evangelho para gente simples nas periferias da minha cidade.
"Aprendi a amar você"
Aprendi a conhecer você, caminhando passo a passos ao seu lado...
Assim como os pássaros conhecem seus ninhos e voam rumo
ao infinito.
Aprendi como é lindo o brilho das estrelas...
Que respeita a claridade da lua que, com seu brilho intenso ilumina toda a terra...
Sabendo que, como ela só existe uma única no mundo.
Aprendi a esperar você...
Assim como o mar espera as as ondas para de se debater...
É e o vento as transforma em espumas suaves formando se lindas dunas na areia.
Aprendi a entender você...
Assim como a planície entendem as nuvens e pede chuva para os seus campos florescer.
Aprendi a amar você...
Assim como os pássaros amam a liberdade e contempla a natureza.
Como os rios amam as águas...
Como o céu ama as estrelas.
O mar ama as ondas...
Como verde ama as campinas.
Como terra ama a chuva...
Como as aves que ama as gotas de orvalhos.
Aprendi a amar você com o mais puro e sublime amor.
“O que me resume”
por Sariel Oliveira
Guardo tudo.
Não por orgulho,
mas por costume.
Aprendi a ser abrigo do que não mostro,
voz do que não digo,
refúgio do que ninguém percebe.
Às vezes sumo.
Não por maldade,
mas por necessidade.
Silêncio me cura mais do que conselhos,
e a solidão, embora fria,
me entende melhor do que gente demais.
Gosto de ficar só.
Não porque não amo,
mas porque me encontro no vazio.
É no meu próprio mundo
que faço morada,
mesmo quando tudo lá dentro
parece desabar.
E pedir ajuda?
Não sei.
Talvez por medo de ser peso,
talvez por não saber como se faz.
Mas sigo — inteiro por fora,
remendado por dentro,
só eu e o silêncio que me resume.
No Longe Que Eu Aprendi A Sentir A Realidade.
Longe é apenas o nome que damos ao que não sabemos como vicejar.
Não é o espaço que nos separa, mas o silêncio entre dois corações que ainda se chamam.
Quando o amor for verdadeiro, nenhuma estrada o dissolve ele continua a pulsar no intervalo das lembranças, entre o que fomos e o que deixamos de dizer.
A saudade é alguém gritando por nós através do tempo.
É o som da memória pedindo para ser escutada, o eco do que não morreu inteiramente.
Há vozes que não cessam, mesmo quando o mundo silencia.
Elas habitam o ar, os objetos, o perfume antigo que o vento traz sem querer.
Quem já amou profundamente sabe:
não há fronteira capaz de separar o espírito do sentimento, mesmo de nenhum sentimento...
O longe é um disfarce que enfeita o amor, mesmo calado, continua a escrever cartas invisíveis, para ser plenamente mais sincero...para não mais doer, para não mais ser compreendido porque esta algemado na mesma saudade de lágrimas da saudade.
E a saudade…
a saudade é o envelope que nunca se fecha.
"Aprendi, possuir mais valia
as cartas na manga do homem bom,
qual o conteudo do bolso de milhares"
(Vinnicius Pinto)
