Menino e Menina
Neymar está para peixe! Santos dá férias ao menino Ney! Afinal, ele está esgotado após jogar tanto pela seleção! Descansa, mito!
Neymar para presidente! Criticando o cai-cai, forma-se um tsunami de adoradores defendendo o menino Ney! Haja coração!
Não entendo essa idolatria pelo menino Ney! O cara é um prego, uma estrela apagada e apoiador de golpista! Cria fascista!
O menino Ney deve estar com vergonha! Não serve nem para mito! Messi, com 39 anos, é artilheiro da Copa! Lenda do futebol!
Beijos vazios
Corações ausentes.
E quem, quem é que sente??
O menino que não quer demonstrar nada
Ou a guria que não quer ser a emocionada.
É muita preocupação,
Pra uma vida que vai em vão.
MUITOS DESINFORMADOS TENTAM COMPARAR NEYMAR A PELÉ!
PELÉ É O REI DO FUTEBOL, e o menino Ney não serve nem para bobo da corte!
ARRUMADINHO DE AMOR
Desde os tempos de menino,
Quando a vida era brincar,
Já diziam: "Esses dois
Ainda vão se enamorar."
Théo sorria para Flor,
Sem saber o que esperar.
As famílias, entre risos,
Já faziam armação,
Um passeio no parquinho,
Uma doce diversão;
Era um jeito carinhoso
De plantar a afeição.
No balanço e na gangorra,
Na corrida e no escorrega,
Os olhares se cruzavam,
Sem que o tempo desse trégua;
A inocência da infância
Foi quem fez a entrega.
Veio então a adolescência,
Na escola a estudar,
Sempre havia um professor
Que fazia aproximar;
Na mesma fila da sala,
Pra conversa despertar.
Num trabalho em parceria,
Num caderno a dividir,
Entre provas e recreios
Viram sonhos florescer;
Sem que o mundo percebesse,
Começavam a se querer.
Já na flor da juventude,
Nas festinhas do lugar,
Os amigos insistiam:
"Vocês têm que se encontrar!"
Cada dança era um convite,
Cada música um luar.
Quando a vida fez madura
Sua estrada prosseguir,
No cinema, lado a lado,
Foi difícil resistir;
Na penumbra da telona
Fez o amor se definir.
Já adultos, os encontros
Reuniam amizade;
Sempre alguém organizava
Com enorme felicidade:
"Théo e Flor vêm para o jantar,
É por pura afinidade!"
Tantos laços preparados,
Tantos risos sem igual,
Mostravam que o destino
Escrevia um ideal;
Cada encontro era um capítulo
Desse enredo magistral.
Um olhar virou promessa,
Um abraço, um coração;
Duas almas descobriram
A perfeita direção;
Quem nasceu pra caminhar junto
Vence qualquer solidão.
Hoje contam essa história
Com ternura e gratidão:
Nem foi sorte, nem acaso,
Nem somente intenção;
Foi Deus guiando os caminhos
Com amor e perfeição.
O menino dos limões
Eu estava voltando pra casa de bicicleta
carregando cansaço, dívidas emocionais
e uma vontade silenciosa de desaparecer do mundo por algumas horas.
Então ele me chamou.
“Tia… você tem alguma moeda?
Eu tô com fome.”
Era só um menino.
Magrinho.
Pele morena.
Olhos verdes que ainda não tinham desistido da vida.
Um pitózinho torto no cabelo
e uma dignidade dolorosa na voz.
Dei as moedas e fui embora.
Mas alguma coisa me atravessou no meio do caminho.
Quando voltei
ele estava em cima de um muro
tentando pegar limão pra comer.
E naquele instante
o mundo inteiro ficou pequeno.
Pequeno feito gente egoísta.
Pequeno feito orgulho.
Pequeno feito discussão inútil.
Pequeno feito pessoas que machucam outras por vaidade
enquanto uma criança tenta enganar a fome com fruta azeda.
Levei ele na padaria.
E o que mais me destruiu
não foi a fome dele.
Foi o cuidado.
“Se ficar caro, tia…
pode deixar o refrigerante.”
Criança nenhuma deveria saber o peso de um refrigerante no bolso dos outros.
Mas ele sabia.
E eu ali
sem dinheiro
sem rumo
emocionalmente quebrada
percebendo que talvez eu tenha gastado demais tentando salvar adultos
quando poderia ter alimentado mais crianças.
Ele foi embora sem saber meu nome.
E eu fiquei ali
vendo um pedaço da humanidade indo embora a pé
com pão nas mãos
e fome no mundo.
Ass: Lucci Santz
Quem dera ser menino, transformando meu mundo numa brincadeira séria, viver em harmonia e nas idas e vindas, nos meus tropeços, nos meus acertos, buscando sempre a inocência de um coração puro como uma criança. Quem dera!
Já fui menino
Andando de braços abertos
Em cima de muros altos
Avesso a qualquer redoma
Incauto e descalço
Um gênio sincero
À espera ingênua
da imensa luz que dissipasse as sombras
E somasse sempre aos sonhos
Desenlaces concretos
Menino inquieto
Que um dia caiu de nuvens
Levantou-se
E sem chorar foi seguindo a vida
Alheio às coisas do mundo
Crédulo e feliz
A cada nova jura
Num tempo que não jura nada
Mas cumpre
A cada ameaça que porventura
Tenha vindo acompanhada de sorrisos
Sou menino perdido ainda
Atrasado na tarefa de crescer
Prefiro morrer assim
Não quero que digam no final
Que eu tenha sido igual a eles.
Edson Ricardo Paiva.
Hoje eu sou feio. Mas já fui o menino mais desejado da escola. Uns desejavam me bater, outros me matar.
O tempo é um menino debochado
que tem a façanha de passar levando certos pesos,
Colocando certas coisas no lugar.
A homossexualidade desde a infância para o menino nem sempre é um indicativo psicológico e hormonal assertivo para migração de gênero. Está é a maior barreira enfrentada para os que optam por seguir os protocolos oficiais científicos e médicos da transformação. Afinal por um simples e visível diagnostico profissional pertinente todo ideal e sonho de transformação, de quem erroneamente buscava se findará por completo e o pior o individuo terá que encarar a verdade e reaprender da melhor forma com isto.
Porque um menino nos nasceu,
um filho nos foi dado,
e o governo está sobre os seus ombros.
E ele será chamado
Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso,
Pai Eterno, Príncipe da Paz.
2640 📜 "Desde Menino Pequeno eu sempre estive desconfiado de que Caldicana foi inventado por Algum Iluminado e/ou Enviado direto do Criador. Não é possível que seja diferente. E o Irmão Gêmeo deste criou o Pastel. Só pode!"
– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.
