Menino e Menina

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Vários talentos naturalmente reunidos em uma pessoa incomparável, inesquecível, que desde menino já mostrava que havia vindo para este mundo para ser de fato surpreendente, de um jeito único, certamente, admirável, em diversas vertentes para diversos tipos de público

Os seus passos e o seu canto juntavam com maestria o lúdico com as suas músicas e assim, o palco logo era transformado em um lugar mágico, numa soma hipnotizante, cercado por sentimos profundos, corações acelerados por um entusiasmo fortemente contagiante, bastava um instante para ser memorável

Tão aclamado, aplaudido e inevitavelmente marcante que a sua partida foi muito lamentável, mas não resultou na sua ausência definitiva, pois ele permanece cada vez mais vivo, bem representado, querido, então a sua história continua, não ficou no passado, o seu sucesso perdura, o Rei do Pop segue com o seu reinado.

“Mesmo na idade adulta, conservar uma alma de menino, é o que podemos chamar de perspicácia.”⁠

Menino… bom menino.

Você foi usado, humilhado, machucado, abusado, quebrado e, por fim, descartado.

Que Deus, em Sua infinita misericórdia, cubra você com luz dourada.
Que o amor eterno e a felicidade plena sejam agora o seu lar.

A saudade permanece.
Mas o seu nome, em alto e firme tom, clamamos por justiça.
E esse clamor continuará ecoando, provando o quanto você foi — e é — grande.

Milhões o viram nas telas.
Sob o seu brilho, não apenas na China, mas de norte a sul do mundo, você apareceu, foi conhecido e permanece vivo na memória de todos.
O mundo ainda o vê, ainda aprecia a sua voz, ainda admira a sua atuação.
Isso não morrerá.

Justiça. Sim, justiça.

Sinto que todos nós — aqueles que te amam — negligenciamos os sinais.
Eles estavam ali, explícitos.
E, mais uma vez, perdemos um ser de coração puro.
Perdemos para vermes, escrotos, monstros sem alma.

Deixamos passar.
Não percebemos, mesmo quando os pedidos de socorro estavam ali, expostos ao vivo para o mundo, nas suas próprias mãos.

Você estava nas mãos de monstros.
Perdoe-nos pela nossa negligência.
Mas a justiça será feita.

Justiça para o menino-homem.
Justiça para Yu Menglong.

Entre Órion e a Saudade

Eu o via como um menino,
daqueles que não querem crescer.
Carinhoso, um Peter Pan.

Ele prometeu me mostrar a constelação de Órion,
visível a olho nu — um presente do universo.

Certo dia, disse-me que, quando a saudade chegasse
e a noite estivesse em prantos,
bastaria eu fechar os olhos
para que o manto negro surgisse.

Mas que eu não me preocupasse,
pois logo a claridade apareceria,
com estrelas brilhantes e felizes.

E do nada deixei você se aproximar de mim,
com aquele jeitinho de menino inocente,
invadiu meu coração e tocou em minha alma.
Hoje tenho apenas as marcas da decepção,
da dor, de um coração que se deu por completo
para alguém que não sabia amar.

Demétrio Sena- Magé

Senhora marcada
pelo destino;
quero ser seu menino...
sem hora marcada.
...

Respeite autorias. É lei

A verdadeira beleza
Em todas as estações é Cristo.
Jesus menino era belo, peregrino
Nasceu da viagem; fez-se caminho.


Da experiência de nascer.
Brilhou o mundo.
Da experiência de morrer
Nasceu a vida!

Um Jesus humano.
Deus-homem
Que viveu a beleza
Do ordinário
-
A eternidade
de menino
a vontade do pai
foi seu alimento


o vento lírico
e as folhas de orvalho
o seu poema


fez dos lírios
canção
e do chão
história
ele é
Cristo

“E o menino, quando vem?”

Vocês já pararam para pensar que existem mulheres que escolhem não ter filhos?
Outras que não podem.
Há quem tente e não consiga.
Há quem tenha outros sonhos, outros planos, outras prioridades.
Há mulheres que congelam óvulos, que enfrentam limitações de saúde a sós ou no casal, ou que ainda não encontraram um ambiente seguro emocional, financeiro ou afetivo para gestar.

Convivo diariamente com mulheres das mais diversas realidades.

Recentemente, acompanhei simultaneamente três histórias: uma mãe celebrando a chegada prematura do seu filho; outra enfrentando a dor da perda gestacional; e mais uma transbordando felicidade com seu bebê nos braços.

E então me perguntei: será que as perguntas que fazemos são convenientes diante de realidades que desconhecemos?

Nem toda pergunta precisa ser feita, e muitos comentários podem ser evitados.
Às vezes, o silêncio acolhe mais.
Às vezes, um sorriso basta.
E quase sempre, o respeito é a forma mais bonita de cuidado.

Menino do coração despedaçado

É, lá vou eu de novo, mais uma vez me entreguei pensando ser a pessoa certa e tô aqui insistindo por atenção, tentando te convencer. Cara, na real, por que isso só acontece comigo? Isso dói muito, tô aqui me despedaçando por dentro.

Quem sou eu?


Eu sou aquele menino que quando tinha apenas cinco anos quando perdeu o pai e quando tinha sete anos 99% dos colegas de classes não queria fazer dupla comigo e quando completei treze anos estava desistindo de estudar e que no certo dia tive que mentir para um professor em tão esse sou eu um pouco feliz e um pouco triste.

E se fosse ele? O menino Jesus invisível na porta que você fechou.


Benê Morais

Se aquele menino descalço, na porta que você fechou, fosse o Menino Jesus...


Benê Morais

O Menino Jesus vive há 2025 anos, e você ousa pensar que tudo acabou só porque passa por tribulações? Levanta-te, criatura de Deus, desengaveta a tua fé e celebra o Natal.


Benê Morais

JOSÉ — O SONHO QUE NINGUÉM CONSEGUIU MATAR

Havia um menino vestido de promessa,
carregando nos olhos o brilho do impossível.
Seu pai o amava com ternura rara,
e o céu já sussurrava seu destino.

Bíblia Sagrada

José sonhava…
e os sonhos não eram comuns.
Eram sementes eternas
plantadas pelas mãos de Deus.

Mas nem todo irmão suporta
ver alguém carregando luz.
O ciúme transformou sangue em distância,
e o abraço virou conspiração.

No silêncio do deserto,
o filho amado foi lançado numa cisterna.
Escura… fria… profunda…
como ficam os corações feridos pela traição.

E enquanto os irmãos vendiam seu sangue por moedas,
o céu continuava escrevendo capítulos invisíveis.

José foi levado como escravo,
pisando terras estrangeiras
com correntes nos pés
e fé no espírito.

Na casa de Potifar,
trabalhou sem perder a dignidade.
Porque quem anda com Deus
não precisa perder a alma
mesmo quando perde a liberdade.

Então veio a prova do desejo.
A mulher de Potifar tentou seduzi-lo,
mas José preferiu a prisão
do que trair sua santidade.

Foi acusado injustamente.
Esquecido pelos homens.
Trancado entre grades
sem entender o relógio de Deus.

Mas até na prisão
o céu encontrava José.

Ali interpretou sonhos,
falou ao copeiro, falou ao padeiro,
e cada palavra carregava
a assinatura do Altíssimo.

O tempo passou…
até que o rei teve um sonho
que ninguém conseguia entender.

Então lembraram do homem preso.

José saiu da prisão
sem ódio, sem vingança, sem revolta.
Saiu carregando sabedoria.

Diante do faraó,
interpretou o futuro das nações.
E aquele que dormia no chão da prisão
foi colocado sobre o trono do governo.

De escravo… a governador.
De rejeitado… a instrumento de salvação.
De vendido… a escolhido.

Porque quando Deus escreve a história,
a cisterna não é o fim,
a prisão não é derrota,
e a traição não consegue matar o propósito.

Então veio o reencontro.

Os irmãos, agora quebrados pela fome,
ajoelharam-se diante daquele
que um dia haviam desprezado.

José chorou.

Não chorou pela dor antiga…
mas porque entendeu
que Deus transformou feridas
em caminho de vida.

E ao reencontrar seu pai,
o menino dos sonhos voltou a ser filho.
Os braços envelhecidos de Jacó
abraçaram o milagre que o tempo não destruiu.

José entendeu enfim:

Quem anda com Deus
pode atravessar cisternas, prisões e desertos…
mas jamais caminhará sozinho.

Porque sonhos nascidos no céu
podem até ser perseguidos pelos homens,
mas nunca serão vencidos.

No berço da Judeia nasceu,
um menino de olhar sereno,
trazendo ao mundo a promessa
de que o amor é o caminho pleno.


Belém repousa em terras feridas,
onde povos clamam por liberdade,
mas a voz suave ainda ecoa:
“Que a paz esteja em vossa verdade.”


Assalamu alaykum, Shalom,
palavras irmãs que se entrelaçam,
como rios que correm ao mar,
buscando o mesmo horizonte que abraçam.


Homens erguem muros e espadas,
chamam o próximo de inimigo,
mas esquecem que o Criador
não fez fronteiras no coração amigo.


O verdadeiro terror é o ódio,
que cega olhos e endurece mãos,
mas a luz divina insiste em brilhar
na esperança que une as nações.

Afinal, menino levado faz o que? Travessuras? Sempre tive cara de travesso, mas nunca fui levado -- Me levaram é claro, mas para outro lugar -- Levado fui de minha morada ao descobrir que nunca fora minha. Agora levo-me e levo pessoas como a minha morada. Assim consegue-se carregar para qualquer lugar, até mesmo uma outra casa. De casas entendo, já morei em várias, algumas, me sentia em casa, já outras, nem tanto -- às vezes, sentia que minha casa era mais casa do que onde morava.
Minha casa desabou. Como? Não vi, uns pedreiros foram lá reformar, não, na tentativa de mascarar as dores causadas à casa -- particularmente adoro maquiagens -- sofreu de reforma. Os pedreiros teriam realizado um trabalho impecável se não tivessem esquecido de reformar as pessoas que lá moram. Uma nova casa com hábitos antigos. Pensei a respeito dessa frase. Seria no futuro -- pós reforma -- que os hábitos que perpetuaram décadas de convivência em sua morada, se tornaram o passado? -- pós reforma. Conseguira ela -- a casa -- dispor deste vasto poder sobre o tempo ao mudar a cronologia das ideias ao presentear ao passado o presente? Se alguma coisa mudou, foi a casa, e eu, me mudei de lá.

entao eu gosto de um menino e ele gosta um pouco de mim o amigo dele disse. hoje eu tentei falar com ele e ele ficou todo vermelho. e pelo amigo dele eu consigui o numero dele gente eu nao sei o que fazer

O menino dos limões


Eu estava voltando pra casa de bicicleta
carregando cansaço, dívidas emocionais
e uma vontade silenciosa de desaparecer do mundo por algumas horas.
Então ele me chamou.
“Tia… você tem alguma moeda?
Eu tô com fome.”
Era só um menino.
Magrinho.
Pele morena.
Olhos verdes que ainda não tinham desistido da vida.
Um pitózinho torto no cabelo
e uma dignidade dolorosa na voz.
Dei as moedas e fui embora.
Mas alguma coisa me atravessou no meio do caminho.
Quando voltei
ele estava em cima de um muro
tentando pegar limão pra comer.
E naquele instante
o mundo inteiro ficou pequeno.
Pequeno feito gente egoísta.
Pequeno feito orgulho.
Pequeno feito discussão inútil.
Pequeno feito pessoas que machucam outras por vaidade
enquanto uma criança tenta enganar a fome com fruta azeda.
Levei ele na padaria.
E o que mais me destruiu
não foi a fome dele.
Foi o cuidado.
“Se ficar caro, tia…
pode deixar o refrigerante.”
Criança nenhuma deveria saber o peso de um refrigerante no bolso dos outros.
Mas ele sabia.
E eu ali
sem dinheiro
sem rumo
emocionalmente quebrada
percebendo que talvez eu tenha gastado demais tentando salvar adultos
quando poderia ter alimentado mais crianças.
Ele foi embora sem saber meu nome.
E eu fiquei ali
vendo um pedaço da humanidade indo embora a pé
com pão nas mãos
e fome no mundo.


Ass: Lucci Santz

Eu sou apenas um menino que ainda guarda estrelas no bolso e acredita que o amanhã pode ser mais leve. Erro, aprendo, caio e levanto. Não tenho todas as respostas, mas tenho coração aberto, sonhos nos olhos e o tempo inteiro do mundo para ser feliz.