Menina que Existe dentro de Mim
Dentro das minhas limitações físicas, pratico o impossível com a intenção de liberdade do meu ser.
Sou expressão dos meus sonhos, buscando o que todos dizem ser difícil.
Temos que compreender que as mudanças ocorrem de dentro para fora. Não é o mundo ao meu redor que muda e sim EU! Quando finalmente entendermos que a mudança que estamos buscando deve acontecer aqui dentro da gente primeiro, ai sim transformaremos tudo que esta ao nosso redor. Priscilla Rodighiero
Ja nao encontro meus passos, ja nao sei pra onde vou.. Algo me corroe por dentro, mais nao sei desifrar o que é.. Nao tenho mais certeza de nada.
Sinto algo vazio, quero ir mais pra onde? Me sinto preza, nao entendo o que esta acontecendo, só precizo estar só! Re-pensar.!
Doí porem tudo passa!
Nada é para sempre, nem mesmo o sofrimento!
A felicidade não está dentro de nós, está em Deus. E Deus está em todos. Faça as pessoas felizes e serás feliz.
IDAS E VINDAS
Hoje sai com a gata perdido na madrugada,
Dentro dos labirintos com minha amada.
A procura de onde comer e não saciar,
Pois a lado dela quero apenas amar.
Cada restaurante uma negação,
Talvez quisesse viver apenas a ilusão.
Eu e a gata negra perdidos na cidade,
Esquecemos a diferença de idade.
Tivemos momentos em nossa tarde,
Galanteio o tempo todo, pois não sou covarde.
Idas e vindas nessa noite escura,
Apesar de tudo vejo em sua alma a candura.
Acabamos a noite cada qual em sua cama,
Desculpa besta dada no fim do programa.
A tristeza invade meu velho coração,
Pois ficar longe dela me faz perder a razão.
André Zanarella 03-11-2012
Jacarei a noite é um lugar péssimo para se comer
Uma Opção Cachaçaria Água Doce
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4578536
NÃO VEIO A BALHA A PALAVRA
Na partilha a palavra não veio a balha,
Sentia-me morto dentro de uma mortalha.
Apenas ouvia a minha e a tua respiração
Todo o resto seria a mais pura imaginação.
No adeus a recordação não veio a balha,
Talvez isso tenha isso nossa grande falha.
Nossos anjos choraram na nossa despedida,
Pois você deixará de ser a minha prometida.
Chorei pelo sentimento que não veio a balha,
Pois a vendo partir me senti mais do que canalha.
Restou a certeza que eu fiz o melhor a sua felicidade,
Trago ainda a certeza de um reencontro na eternidade.
André Zanarella 05-01-2013
Balha= vir à balha, ser citado, ser falado, vir a propósito.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4102669
As vezes buscamos a resposta de Deus em diversas formas, e não vemos que Ele a colocou dentro do nosso coração.
Há um pedacinho bem pequeno da minha bondade espalhado por dentro da minha mente. Não em meu corpo, não em meu coração. Em meu corpo há culpa, mágoa e rancor. Submissão à tristeza. Enjaulada em meu próprio corpo, não consigo explodir, não consigo farfalhar como as folhas de uma árvore, não consigo fazer o vento ventilar as dores do meu coração, não consigo fazer borboletas formigarem meu estômago. Emoções que fluíam antigamente dentro de mim, hoje se perderam por aí. Borboletas tentando serem resgatadas, pois estão presas com pedras de culpa por cima delas. Existe uma grade de ferro que me prende dentro de mim mesma, não permite ampliar-me da vida. Olho pra dentro da minha alma e enxergo o escuro do mais profundo mar, pequenas faíscas pisca-pisca que esperam um sentimento bom como o amor.
O inferno está na minha mente. Não no mais profundo da terra, onde nele é habitado pelo seu pior pesadelo: lúcifer. Eu habito o inferno com minha própria consciência, caminho por lá todos os dias e encontro lá protótipos de pessoas. Más? Não. Algumas são más, sim. Não é exatamente chamado de inferno e sim uma dimensão inferior. Existe a dimensão superior onde lá habitam seres bem de vida, nada ambiciosos, generosos, praticamente perfeitos. E na dimensão inferior existe pessoas rancorosas, guardam ódio, sofrem infinitamente, guardam mágoas, são tristes. São como eu: presos na culpa que lota minha mente, o que me impossibilita de ter a felicidade que tão almejada é.
No fim, a dimensão inferior é habitada por seres que sentem culpa mesmo que o orgulho a impeçam de admitir. E de onde vem a culpa? Da mente, da pressão, da sobrepressão, da opressão, da omissão. Outra vez digo: sou enjaulada por minha própria consciência. Corro todos os dias procurando uma saída, procuro as portas do meu coração e todas estão trancadas com um cadeado.
Deitada no vazio do escuro da dimensão inferior, vejo a sua forma de distorção: Deus. Enxergo a luz branca que penetra em minha íris, minhas pálpebras de leve se fecham e se abrem.
Novamente o escuro do inferno. A imensidão do paraíso que um dia habitou minha alma. A felicidade já adentrou meu coração. As borboletas um dia já saltitaram de dentro de mim. Já fui liberta do meu próprio cérebro. Mas não adianta, hoje em dia não consigo mais flutuar nas asas das borboletas mais saltitantes que antigamente me faziam felizes.
Enquanto a dor me entorpecia eu ficava imóvel tremendo o corpo por dentro e deixando o suor de amostra, a gastrite nervosa me deixava ainda mais estúpida...
De inverno indo para primavera enquanto eu me mantinha em um só lugar tendo crises profundas gritando o seu nome, arranhando-me com garras de ira. Por segundos me mantinha em pé, mas as recaídas me atropelavam...
Essa tempestade negra não vai terminar? Em que lixeiro jogo esse amor? Na coleta recicláveis?
