Menina que Existe dentro de Mim
Escolhi não comemorar datas, não quero me apegar ao tempo. Já não basta ele ser apegado a mim? (Anderson C. Sandes)
"Um dia fui um medroso, medo de chatear pessoas, medo de perder o que conquistei, medo do que falariam de mim, medo de perder amigos e um certo dia acordei e vi que o meu medo me fez perder oportunidades que jamais terei de volta, hoje digo: Não me subestime porque perdi tudo e, quando isso aconteceu, também perdi todos os meus medos, andei muito tempo na escuridão procurando a luz até entender que a luz era eu"
Eu vou rir alto, eu vou chorar até inchar os olhos, eu vou surtar com algo bobo, logo depois me arrepender e pedir perdão. Eu vou amar verdadeiramente e me decepcionar também. Mas eu vou ser intensa, mesmo que isso me custe algumas dores, porque é quem eu sou. Sem tempo pra sentimentos fracos e mornos.
Talvez, só talvez…
Talvez, só talvez, eu esteja procurando neles uma parte de mim.
A parte que também é mais bonita ao vivo do que em foto.
Aquela que carrega um brilho silencioso, mas que nem todo mundo enxerga à primeira vista.
Talvez eu os escolha porque eu os vejo — mesmo quando eles se escondem.
E, no fundo, talvez eu só espere que um dia alguém me veja assim também.
Inteira. Real. Presente.
Não pela moldura, mas pela alma.
Na despedida jurei para mim
mesma que jamais olharia
para trás.
Mas a dor da saudade me fez
lembrar que mesmo depois
da separação, o amor se veste
de esperança.
Falar de mim não vai afetar o meu comportamento e nem mudar o meu caráter, a personalidade que existe no meu DNA não é compatível com à arrogância dos que falam mim.
Não tenho saco pra esses joguinho, de quem desgosta mais, quem liga menos, quem demora mas a manda ou responde mensagem.
Ser o que sou é o que mais sei ser, e já que sou, o jeito é ser... E o que pensam que sou não diz respeito a meu ser.
