Menina dos Olhos
Perdendo o juízo
O querer é uma loucura sem freios,
A imaginação é a menina dos olhos,
A paixão é uma incógnita,
A culpa é de ninguém,
O juízo é uma urgência.
Você é mulher, mãe, amiga e serva do Senhor. Você é filha do Rei! Você é a menina dos olhos de Deus! Aprenda a deitar para dormir e a orar para que o Senhor guarde as muitas coisas que estão além da sua compreensão. Você só precisa olhar para Ele e saber que não importam os desafios que você tenha de enfrentar, só Ele te dá a graça que necessita para perseverar, prosseguir e ter sucesso. Pois Ele é o Senhor e Criador de todas as coisas. Ele está com você em toda e qualquer situação, não há o que temer... Jesus te ama, descanse nos seus braços.
Choro
Aceito baldes de água fria,
porque minha menina
dos olhos está com sede
e quer se saciar.
Quer mandar o peso sair,
a tristeza fugir,
pra de novo te encontrar.
E depois deixar,
por tanto amar,
tudo vazar:
toda essa água
já salgada,
escorrendo mansa e
descendo quente
pelo meu olhar...
Te vejo então na minha frente
e percebo que você é o meu reflexo.
Mesmo parecendo sem nexo,
choro!
Te devolvo assim a água fria...
Perdoa amor, a ironia!
Larga essa ilusão, menina, seus olhos podem mentir. Não se encante por rostinhos bonitos, o mundo está cheio de máscaras. Sente o que fica no coração e aprenda que a verdadeira beleza de alguém está além do que os olhos podem enxergar.
MENINA DOS MEUS OLHOS
Menina de olhos risonhos
de fada, de querubim,
meus olhos são tão tristonhos,
me ensina a sorrir assim.
Menina de olhos tão doces,
tão castanhos, tão profundos,
ah, quem me dera, se eu fosse
seu dono, por um segundo!
Menina de olhos aflitos,
perdoai, pelo amor de Deus,
se encaram-te assim, tão fitos,
meus negros olhos ateus:
já são devotos contritos,
de joelhos, aos pés dos teus.
Menina dos olhos que me arrepiam noite e dia, que escondem a mais bela das verdades. Dos olhos da verdade onde todas as histórias são escritas. Menina do meu relógio que faz o meu tempo, vem me guiar e dessa maneira eu peço sim!
Deixa eu te encontrar.
Dos teus olhos radiantes
Vejo no fundo uma chama impregnante
Essa chama...oh doce menina de olhos penetrantes é a esperança de uma história irradiante.
Uma história interminada,sem final
que hoje está há habitar seu coração e em forma de chama acende em ti o fogo da paixão
ANDRÉA E A SUA MENINA
Menina dos olhos,
Pupila que ilumina e salta o coração
Da gestora que vê
Lá vai a mãe atrás da sua pequenina
Ainda sem muito saber o que fazer,
Arquinho, maria chiquinha,
O que de melhor há de ser?
Vestidos, sainhas,
Nenhuma noite despreocupada
Depois desse nobre nascer
Tecendo fios de sonhos,
Lá vai a mãe descortinando,
Vendo a sua garotinha crescer - pelo fio do tempo -
Os álbuns mostram a mão na barriga,
A esperança, os entrelaços,
Os primeiros sorrisos e passos
O amor se expande,
Enquanto segue rumo ao novo
Entardecer,
Como a ciranda cantada
Citada em um céu de estrelas
Fazendo a moçoila adormecer
Lá vai ela, deixando a boneca
Trocando as pequenas palavras
Por eu quero - eu vou!
Aí vem a teimosia,
As novas fantasias,
Mais dias sem sono,
Menos paciência para brincar -
A mãe que tudo facilita,
Com o elo de um amor humano
Entre as suas folhas de outono,
Deixando os seus rastros no chão,
Abre-se ao frio da próxima estação
Com o medo do futuro e da solidão
Mas logo desponta a primavera
Com suas flores, cores e a fita
Da mocidade
Agora, a mãe e a filha, mocinha esguia,
Juntas se fitam, tramam enredos,
Desatam saudades,
E...
Logo mais vêm os netos,
Os filhos dos netos,
Os novos retratos,
A próxima geração -
E tudo passa, passa
Menos a recordação.
Sei que nunca vou esquecer.
Sei que nunca vou esquecer, a menina dos olhos castanhos que me esperou durante dez anos na esperança de ainda me ter.
Sei que nunca vou esquecer,
Minha estupidez renascendo a cada dia,
Enquanto você escrevia os seus mil versos,
Agora sei que nunca os poderei ler.
Sei que nunca vou esquecer,
Você ensaiando todos os dias a mesma canção
E eu um bobo, bati a porta do meu coração.
Sei que nunca vou esquecer,
Seus sonetos, suas poesias.
Seus trinta anos vividos com muita valentia.
Sei que nunca vou esquecer,
A culpa, a revolta e o ódio pela vida.
Em vê você morrer em meus braços,
Pra perceber que você era tudo o que eu queria.
A MENINA
A menina daqueles olhos
Que me pediram refúgio
Daqueles olhares
Que me penetraram
Vi que ela tinha algo a mais
Erradiava uma doce paz
Dispertava uma excitante pertubação
Inciava uma breve paixão
Como era lindo seus trejeitos
E até seus defeitos
Não faziam mais diferença
Ansiava a sua volta,
Repudiava sua ida
Como eu a queria
Não imploro, mas a ela implorei
E jurei: que no nosso fim nunca pensei
E que tudo que eu falei
Foi sempre verdade
Menina, poderia ter ficado por mais tempo
Não deixado esse menino
Que não sabia o que é amor
Mais que tinha toda vontade do mundo de ti amar
Poderia ter vindo comigo
Alimentado esse sorriso bobo
Não me trocar por outro
Não ter me dito não
É menina,
Me fez enchergar o que eu não queria
E até com toda covardia
Pude falar, um sincero, eu te amo.
-A.L
Menina dos olhos escuro,cabelo preto, e de pele morena que nunca souber oque e amar até quando aparecer e você não perceber ficar sem saber com frio na barriga com medo do oque pode acontecer medo de não ser correspondida medo da família nao aceitar até quando tudo acontecer no piscar de olho e ela nei ver
só perceber quando já tá dentro com o coração doendo de amor
Mais sem ser correspondida
E agora?
Amor? Bem... amor é quando um coração se flagra sorrindo, dentro da menina dos olhos do outro.
Ricardo F.
Sou uma princesa, filha legítima de um Lindo e Maravilhoso Rei. Sou sua menina dos olhos, parte da realeza. Vivo debaixo de sua infinita grandeza, experimentando todos os dias sua benevolência. Amada antes da minha própria existência.
Dani Andrade.
No mundo real, nenhum beijo poderia transformar uma solteirona convicta em uma menina de olhos sonhadores.
Olhar oceânico
Menina dos olhos d’água
Prefiro sonhar acordada,
Enquanto revejo teu jeito
Desenho em mente o brilho
De ver esse teu sorriso
Sorrindo por coisa e tal,
Menina dos olhos d’água
Quando contemplas a beleza nata
Do mundo que nos permeia,
Me levas a um precipício
Que fica à beira desse teu riso,
Nas curvas que o rodeia.
Menina dos olhos d’água
No mar dos seus dois sois
Flutuo enquanto vivência,
Padeço pois, quando te vejo
Me afogo sonhando acordada,
Teus olhos, oceanos perpassam.
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