Menina Dançando
Bom e feliz dia meus queridos amigos!!!
Cai chuva mansa com seus pingos dançando no chão...
Cai chuva mansa molhando o jardim e a plantação...
Cai chuva mansa, vem amolecer meu coração...
mel - ((*_*))
Hoje vou dormir borboleta, quem sabe o vento me faz acordar dançando por entre as flores...
mel - ((*_*))
É o telefone tocando, mensagem chegando, a música rolando, o vento soprando, as ilusões dançando, o coração rodopiando, o amor interior badalando solitariamente. Lá fora, observa pela janela entreaberta o tempo passar. E nesse passar, passam tantas coisas e pessoas. Sentimentos e emoções. E lá se vai o amor em meio à multidão.
VARANDO A MADRUGADA
Tem um vento maroto assobiando lá fora
e as rhafis da visinha dançando felizes...
Elas rodopiam com o vento sem deslizes...
Estou ouvindo esse som há mais de uma hora...
Mas já não tenho tanta vontade de estar lá
bailando como outrora...
mel - ((*_*))
Hoje tem ziriguidum.......
Eu quero meu corpo dançando como nenhum...
Quem quiser venha comigo,
quanto mais gente bailando
mais alegria circulando....
mel - ((*_*))
VARANDO A MADRUGADA
Já que perdi meu sapatinho de cristal, tiro o outro e continuo dançando com meus pensamentos e imagens noturnas até o sono chegar...
mel - ((*_*))
Flutuando nas gostas d'água
que lava nossa alma
Dançando sobre a poça d'água
no ritmo estranho
Com sorriso mais largo,
tendo a tal liberdade
Brindando com as gostas do céu
erguendo os braços para o universo
Agradecendo ao Senhor, Nosso Deus
Sentindo o som dos pingos
que nos deixam nostálgicos e alegres
Pegando a terra molhada
sentindo a natureza purificada
Escorregam sem querer
Enrolam-se
E riem da pequena situação
E por fim,
tentam falar mais alto que o barulho da chuva :
Ah, Chuva!!!
Tão desejada
Regue nossas energias
Entre em nossas casas
Renove nossas danças
Ah, Chuva!!!
Chuvisque quando sentirmos frio
e
Inunde quando sentirmos calor
Não apague o fogo
mais não esqueça de regar o tal amor!
Limpe e enche o nosso querer
Energize nosso viver
Nos ensine a Sabedoria
Do bem, sem temer
Aplique o mais simples
E nos transforme!
Ah, Chuva!!!
Faça de nós,
suas terras molhadas
como as mais delicadas flores do jardim
enchendo-nos
de lágrimas de emoções.
Preciso de uma Festa!
Minha autoestima não podia estar mais baixa,
Preciso descansar dançando de frente de uma caixa
Com 500 decibéis minha mente se relaxa,
Me arredonda, me entorta, me engrandece, me esculacha.
Não gosto daqui onde a vibe te rebaixa,
É ruim demais viver aqui, onde você não se encaixa
Bom mesmo é uma gota bem no meio da bolacha,
Me enquadrada, me endireita e eu me sinto de borracha,
Nada me quebra, eu não me canso e o calor me faz derreter,
Sou livre, flutuo, danço, pulo e nem penso em sofrer,
Mas aqui é sem descanso, só dor e sem encanto,
Sem musica ou canto, estou vivo sem viver,
Aqui eu já me canso, escravizado e manso
Desarmado, e não alcanço, tudo o que eu quero ser.
Estava voando,cantando,dançando,me encontrando,escutei um barulho,mas não vi nada,o barulho permaneceu,era o despertador me acordando.
Com você eu sou leveza, suavidade, ternura. Um tímido raio de sol, dançando como borboleta em um delicado canteiro de margaridas.
[...] Não sei quantos tenho em mim.
Cada hora estou tendendo para um escritor.
Estou dançando um dom...
RETRATO
Vivo como posso,
silenciosa, ao amanhecer
dançando um forró triste na beira dos meus desejos.
E basta-me a resignação das folhas de outono.
Às vezes eu posso como devo,
condigna, entre notas desafinadas
pinto dias sempre eguais
na tela das minhas emoções.
E basta-me a firmeza dos ponteiros na passagem inexorável do tempo
Raramente devo como vivo
inerme diante a magica do sublime
entrego a lua meus loucos devaneios
E não me basta a irrequietude dum leão na jaula
Hoje vivo como creio,
livre, como ao pôr do sol
moldando meus sonhos
ao sabor de antigos ideais.
E não me basta a coragem e a força do mar de inverno
Impetuoso, veemente, despudorado...
Sou rocha que resiste ao furacão dos sentimentos,
Sou neve que desliza através das emoções
Sou salgueiro chorão, que resistente
aos ventos borrascosos da vida
Eu sou ...
silenciosa, condigna, inerme, livre.
Rocha, neve, salgueiro.
Eu sou.
Lá vem eu na madrugada...dançando na ladeira, batucando na avenida. Lá vem eu, desfilando na passarela, sambando...caindo na dança, tirando os sapatos, bailando. Lá vem eu, hoje os meus versos tão mais aflorados, vou rodopiar na poesia, sambar no mar !
Saudades do seu corpo bronzeado como a água do rio,
Do seu corpo dançando feito como vento na minha cama, do seu carinho, beijo em fim.
Que dera-me voltar ao passado comer a sua fruta silvestre na frescura da liberdade que a deixa-me mais homem.
Solteiro feliz.
Estou que nem um pássaro
entre os céus.
Dançando ao saber do vento.
livres estão os meus sentimentos,
Não amo, não odeio.
Puro está o meu coração,
pronto para receber uma nova paixão.
Um novo amor.
e talvez uma nova decepção.
das mágoas antigas me Esqueci.
estou pronto para novas mágoas.
Enquanto espero pelo meu grande amor.
Vou a cada baile dançar e beber.
Autor: Massivi Suburbano Odisseia
SETEMBRO
Venha dançando
Venha chovendo
Venha colorindo
Venha sorrindo
Venha cheio de cor
Venha cheio de amor!
mel - ((*_*))
Mais para não perder o costume...rs..Sou seu, quero te ver dançando, e bailar ao seu lado, e quando o dia amanhecer, saber que fui seu amado, porque tive meu jambo por completo, Com muitos olhares e frases de carinho, mas não negarei, fui ao apogeu ao ser cavalgado.
