Memórias

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[...] gente que a gente nunca viu, mas se sente bem ao ver pela primeira vez, e é como se as conhecesse desde sempre.


Fragmento do poema
"De Goiás a Brasília –
Memórias de Minas Gerais".

Falar sobre a vida é difícil porque você nunca sabe quando ela vai terminar, só se sabe quando começou, ninguém quer perder um familiar querido, um amigo próximo nem mesmo o distante, mas sabemos que não somos enternos, que cada um veio nessa vida com um propósito seja ele curto ou longo mas que independente do seu tempo ele conquista inúmeras pessoas que passam a ama-lo de forma intensa outros que não fazem questão de tê-lo por perto e ainda tem aqueles que tanto faz a sua existência ali, quando sua missão é cumprida Deus vem e diz vamos está na hora de você voltar, então te leva e como um sopro você se vai outros demoram mas sofrem e sofremos bem mais, e com o passar do tempo ele te conforta e deixar lembranças das quais você jamais esquecerá assim embora esse alguém não esteja mas lá você vai poder lembrar de como e do porque essa pessoa se tornou tão especial na sua vida, então você sorrir porque teve a honra de fazer parte de momentos como aquele na vida daquela pessoa que não está mas ali. É assim que Deus da o conforto a cada um de nós é devemos agradecer pelas memórias que nos foi dada.

Foi só um toque sutil, mas com força suficiente para adentrar as frestas do tempo e se deitar na eternidade.

Sutil, como asa de borboleta, uma lembrança pousou no meu sorriso.

A saudade bate,
mesmo quando não há reciprocidade.
E saudade é o que sinto
a cada dia, a cada instante.
Aperta, lacrimeja, sorri, entristece.
Muitos sentimentos dentro de uma palavra.
Memórias.
Histórias.
A mente (re)vive tudo, (re)cria, melhora, imagina, sonha.
Mas, sonhar acordada é difícil,
quando, ao abrir os olhos,
a realidade é outra.

LX 08/01/2018 04:41

Ascendo um cigarro e, a memória da noite passada parece se reproduzir na fumaça.
O cheiro dela... Se desfaz na lembrança de sua pele fresca junto ao aroma suave de alfazema que sinto nos lençóis.
A cada trago, lembro-me de seus beijos com sabor frutal do batom vermelho rubi. Parece que sinto a maciez dos teus lábios na minha pele.
Cinzeiro, cinzas e pontas de cigarro. Lembranças da cama desfeita, dos nossos corpos largados e exaustos de tanto fazer amor só por amar...

Mesmo com o céu escuro,
a lua ainda é a mesma.
E
sempre há uivos calados
dos que sabem bem o que perderam.
Hoje,
ouço um lobo sem matilha.
Desesperado,
pedindo a lua que apague
suas memórias.”

Quero te levar pra olhar o mar
Ver a luz do luar bater nas águas calmas
Nós dois na sintonia, sinto a conexão das almas
E me pego a pensar em teu sorriso marcante
Agora sozinho, olhar vazio, e vejo que não será como antes
Imagino se tu há de pensar em mim,
E envelheço todos os dias
Querendo que essas memórias nunca chegue ao fim
Ao caminhar por aí, meu olhar procura o seu
Mas chego a sentir que tudo isso se perdeu.

As pessoas acham que os escritores escrevem para os leitores. Elas não se dão conta de como é terapêutico vomitar as memórias, sonhos e ideias fixadas em nossos subconscientes.

Acresce que a gente grave achará no livro umas aparências de puro romance, ao passo que a gente frívola não achará nele o seu romance usual; e ei-lo aí fica privado da estima dos graves e do amor dos frívolos, que são as duas colunas máximas da opinião.

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881

Eterno...
Foi aquele momento, que acabou logo.
Mas, que me atingiu, como um trovão!
Gravando-se para todo o sempre, na infinitude dos tempos. E nas profundezas da minha alma!

O sorriso é aquele gesto sutil que precede a saudade quando se abrem as portas das lembranças.

Quero que daqui a muitos anos, quando eu não estiver mais por aqui, alguém se lembre de mim com um sorriso no rosto e pense: eis aí uma pessoa que soube viver.

Algumas batalhas se perdem pelo excesso de coragem.

Quando a brisa da nostalgia sopra, agita a cortina rendada do tempo que sutilmente separa o presente do passado e, espalha na atmosfera o inebriante perfume da saudade.

Nem todo pensamento se torna forma.

Que a morte envie seu pior. Frio para congelar o amor no meu coração. Fogo para transformar as memórias em cinzas. Vento para me obrigar a passar por seus portões. E tempo para enfraquecer minha lealdade.

Todos homens se tornam pó
por ignorar a transcendência.
Não se valem da dualidade
presente além da existência.
Há sim, carne depois da carne
e isso não tem nada a ver com fé mais com resiliência.
É possível Imortalizar-se nas memórias dos vivos ou através de sua descendência.

Na próxima curva do rio ou, quem sabe, no cantinho secreto das boas lembranças, um dia, por certo, todos haveremos de nos reencontrar!
Helda Almeida
(02.11.2014)

Se eu partir

Se eu me for
Na aurora que chega
E logo passa
Serei cor,
Presença
Em sua memória.

Se eu me for
Com o dia que chega
Mas logo se vai
Serei vida,
Presença
Em sua história.

Se eu me for
Com o tempo que vem
E sem pressa se vai
Serei parte de ti,
Presença
Em seu coração
E em suas memórias.