Memórias

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Agora entendo que a vida, e vivê-la, é mais sobre estar presente. Agora tenho noção de que as memórias não tão felizes estão à espreita, mas a esperança e a alegria também estão.

Viola Davis
Finding Me (2022).

⁠Boas lembranças
alegram o coração
tranquilizam a alma
trazem pra perto quem está longe.

Em geral o homem atribui grande importância aos laços afetivos. Ora, estes encerram sempre projeções que é preciso retirar e recuperar para chegar ao si mesmo e à objetividade. As relações afetivas são relações de desejo e de exigências, carregadas de constrangimento e servidão: espera-se sempre alguma coisa do outro, motivo pelo qual este e nós mesmos perdemos a liberdade.

Carl Jung
Memórias, sonhos, reflexões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.

⁠Quem segue o caminho seguro está como que morto.

Carl Gustav Jung
Memórias, sonhos, reflexões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.

Entre o Eco da Ausência e o Grito do Silêncio

Diante das palavras impregnadas de desapego e dor, surge uma resposta silenciosa, tecida com fios de reflexão e resignação. É como se cada frase fosse um eco, reverberando nos cantos sombrios da alma, mas também iluminando os recantos mais profundos do coração.

Não é a falta que se faz presente, mas sim a presença ausente, uma ausência que se manifesta de formas indizíveis. É a memória que se esvai, o cheiro que se dissipa, o toque que se desvanece. É o reconhecimento de que o que um dia foi, agora não passa de sombras fugidias, dissipando-se com o vento.

E mesmo diante dessa ausência, há uma ânsia que se insinua, uma vontade de confrontar os fantasmas do passado, de encarar de frente a distância que separa o que já foi e o que resta agora. É como se a própria alma se revoltasse contra a lembrança do que um dia a aprisionou, buscando expurgar qualquer vestígio daquilo que já não lhe pertence mais.

Mas entre as linhas desse desabafo, há também um silêncio que grita, um vazio que ecoa. É a solidão que se faz companhia, o eco dos dias vazios, a resignação diante do inevitável. E no meio desse turbilhão de emoções, resta apenas o gesto simbólico de tentar exorcizar o passado, de purificar a alma daquilo que já não a alimenta mais.

Assim, entre a ânsia e o silêncio, entre a distância e a resignação, essa prosa se insere como um suspiro, uma última tentativa de libertação, um ato de coragem diante da incerteza do amanhã. É o retrato de uma jornada interior, onde o amor e a dor se entrelaçam em um eterno jogo de sombras e luz.

⁠Se em algum lugar de sua memória existem boas lembranças, use-as para te ajudar nos momentos difíceis, pois elas são os tesouros da mente para a superação.

⁠"Com o tempo, as flores murcham, o fogo apaga e as estrelas e olhares perdem o brilho. Não precisa ser assim!
Mantenha na memória o perfume das flores, sinta ainda o calor da chama apagada, busque nas palavras o brilho perdido do olhar.
Assim é o amor verdadeiro...: uma reciclagem diária, cheia de novas experiências e buscas pelo eterno."

⁠"Desconhecemos a duração de nossa jornada, mas podemos acalentar a esperança de eternizar em nossas memórias e daqueles que amamos, cada um dos nossos bons e verdadeiros afetos, então medidos não pelo tempo, mas pela intensidade do seu existir."

⁠Se conhecer ou ter consciência das origens também serve para curar, libertar e tomar o controle da própria vida.

⁠Eu me lembro de coisas que gostaria de esquecer, me esqueço de coisas que gostaria de lembrar.

Escritos são símbolos dos símbolos
Palavras que já foram ditas
O impulso dos êmbolos
É o que se quer em medidas

Sonhos
Desejos
Histórias
Memórias

Vidas distintas de outrora

Todos homens se tornam pó
por ignorar a transcendência.
Não se valem da dualidade
presente além da existência.
Há sim, carne depois da carne
e isso não tem nada a ver com fé mais com resiliência.
É possível Imortalizar-se nas memórias dos vivos ou através de sua descendência.

Mesmo com o céu escuro,
a lua ainda é a mesma.
E
sempre há uivos calados
dos que sabem bem o que perderam.
Hoje,
ouço um lobo sem matilha.
Desesperado,
pedindo a lua que apague
suas memórias.”

Foto "Preto&Branco"

É a elegância e o charme. Que esse alguém busca expressivamente a composição que não existe nas cores presentes. Que nós, por sermos fotografados, associamos às nossas memórias quando fechamos os olhos.

Se eu partir

Se eu me for
Na aurora que chega
E logo passa
Serei cor,
Presença
Em sua memória.

Se eu me for
Com o dia que chega
Mas logo se vai
Serei vida,
Presença
Em sua história.

Se eu me for
Com o tempo que vem
E sem pressa se vai
Serei parte de ti,
Presença
Em seu coração
E em suas memórias.

“ O esquecimento de dias difíceis pode nos permitir saborear o prazer, mas também nos proporciona esquecer as batalhas vencidas, melhor não esquecer”.

Inserida por cassia_guimaraes

ESQUECIMENTO
Bom dia! Hoje 19 a 26 graus com sol o tempo todo e não chove. Esquecimento é a perda da lembrança, deixar escapar a memória. Fico imaginando não conseguir lembrar dos momentos mais significativos que passei até agora na minha vida, realmente é lamentável. Peço jamais passar por esta situação, é como deixar de reconhecer seu próprio ser, como jamais tivesse sido alguém e nem lembrar que foi. Pessoas com Alzeimer acontece isso. Já presenciei e conheci pessoas assim, não sabem quem são seus filhos, o dia do seu aniversário, um grande amor vivenciado, o que se há conquistado enfim não se sabe de nada. Não quero e não vou ficar assim. Ah também esquecimentos momentâneos, mas já me disseram que isso é falta de atenção. Procuramos fazer várias coisas ao mesmo tempo e quando nos damos conta, algo passa desapercebido e fica para trás. Mas nem sempre se esquecer é prejudicial de fato. Pode ser uma questão de digestão da consciência, um fator de moderação para que nem tudo seja assimilado evitando uma fadiga, um stress emocional e orgânico. Dando um tempo para recolocar as funções em ordem, absorvendo apenas aquilo que necessariamente seja nobre, mantendo-nos inertes a problemas e lutas desnecessárias ou passadas, isso nos garante momentos de serenidade, uma ausência necessária. Parece que esquecimento e lembrança são antônimos, mas se apreciarmos com atenção, um não existe sem o outro. Mas se lembramos do esquecimento, então será que ele existe. Talvez não. Pelo menos não de forma absoluta, pois se existe ele deve aparecer e no exato momento que aparece ele foi lembrado então não é esquecimento. Difícil, é melhor esquecer. Hummm... começou um novo dia, eu já disse bom dia?

Inserida por cassia_guimaraes

A vida não está no passado e nem no futuro, só existe vida no agora, onde está a sua respiração. O passado são apenas memórias e o futuro imaginação.

Inserida por andreataiyoo

O olhar longínquo ancorado no céu bordado de estrelas. A saudade tateando lembranças distraídas, personificadas de presença, enquanto no oceano das memórias singram fragmentos daquela voz melodiosa como um sussurro aveludado tocando com delicadeza o intocável.

Inserida por ednafrigato

Hoje acordei saudade. Uma saudade miúda, levinha, levinha... Saudade dessas que chegam com a brisa delicada da manhã, cheirando a flor de laranjeira.

Inserida por ednafrigato