Memória de Elefante
Eu escrevo para apagar da memória o que os olhos viram, esquecer o que os ouvidos ouviram, e me lembrar do que não deve ser esquecido.
Confesso que não defini com clareza o papel da memória.
Muitas vezes uma aliada fiel, e em outras uma ingrata companhia.
Lembrei-me do fogão aceso um pouco antes de sair, imagine o tamanho do estrago se não lembrasse. Dentro de um ônibus lotado, reconheci um rosto familiar, uma amizade da infância que me fez recordar ótimos momentos, e acredito que seria muito fácil não reconhece-lo na correria da vida. Chegando no meu destino, lembrei que precisava passar no mercado, e que antes da meia noite, tinha que felicitar meu tio pelo aniversário.
Uma grande aliada minha, a tal da memória.
Até colocar a cabeça no travesseiro, e ela me recordar alguém do passado, como vinha fazendo todas as noites antes de dormir.
Então me perguntava se a saudosa memória era mesmo uma amiga.
Por favor, não me chame se não for para viver comigo, o amor..
Por favor, fique na minha memória, apenas na minha memória, é difícil ouvir sua voz sem que seja para me dizer o que sente, se sente e, me chamar de amor.
Por favor, não espere que eu não sinta o vazio da sua ausência, não reveja nossas fotos, não sinta arrepios ao lembrar do seu toque..
Por favor, não me peça paciência, quando só o que eu desejo é ser presença..
Por favor..
Com amor.
Minha história é isso, uma colcha de retalhos emocionais onde fé, dor, memória, solidão e lucidez coexistem como os fios que sustentam uma alma ferida, mas viva.
Sou uma pessoa feliz, presa num inverno que insiste em ficar. Carrego o sol na memória, o riso nos ossos, o amor em cicatrizes abertas. Mas, por agora, é a tristeza quem ocupa o palco, enquanto minha alegria espera, quieta, nos bastidores.
A memória espiritual curta é uma das maiores causas da murmuração. Quem esquece o mar que se abriu ontem, acaba temendo os gigantes de hoje.
- Cara, acho que tô com problema de memória. Nunca lembro o aniversário de ninguém.
- Que nada! Isso é normal. A propósito, parabéns! Fez 30 anos ontem, hein?!
- Trinta anos?!!
memória de um amor
estremeceu ao tocar seu corpo, o beijo sem jeito, atrevido provocante, suas mãos a tocava por todo seu corpo. Como um garoto que acabou ganhar seu brinquedo novo, mal podia conter a euforia. seu sorriso era de gratidão, por tela ali com ele. Estremeceu
Que se libertem os suspiros. Desprendam-se das mágoas escondidas nos labirintos da memória. Deixem-se levar pela brisa de um momento de paz que reside no vosso interior. Aterrem no cerne da vossa elevada autoestima. Sintam-se Seres evoluídos de Felicidade.
"" Só fique em mim
se assim o quiser
leve em ti sempre na memória
os dias da nossa história
noites perfeitas, beijos ardentes, livres ao luar
foi nosso amor que sim ou não deu a atenção
que o coração sentiu feito paz, alegre a brincar
num lugar chamado ilusão ...
Lá fora, observo o horizonte que vou pincelando com nuances de minha memória...Aqui dentro, o meu mundo dá um mergulho no mar, e nessa introspecção um suspiro da vida se desprende no ar...”
Lembranças que trazes na memória são inesquecíveis que perpetuam a tua trajetória. Seguir em frente levando contigo a tua história... que só tu sentes... só tu sabes... só tu vives esses teus momentos de agora...
Comece esse ano fazendo uma limpeza em sua memória RAM, no seu Hardware (alma) e se dê um espaço livre para si mesmo para se dedicar a coisas mais importantes e produtivas. Passe um antivírus em tudo que ficou impregnado e que não presta mais e, se precisar, reformate tudo novamente, mas não fique fazendo a todo o momento o "restart" ou o "reboot" em sua vida, afinal, ela não é lixo eletrônico, que fica o tempo todo armazenando programas "malware", ou é?
A poesia que faço hoje,
agora, não tem dia
nem memória.
É semente do futuro
são flores do presente
e espinhos do passado.
São lágrimas incontidas
e rastros apagados
caminhos percorridos
destinos desviados.
A poesia que ora faço
me impõe uma rotina diária
uma obrigação noturna
um regozijo, um enfado.
A poesia que faço hoje,
agora, não tem dia
nem memória
não me concede honra
nem desonra
nenhum lucro
nenhum prejuízo
apenas lucidez
... fôlego e vida.
“"Como um doente terminal desmemoriado, todo ser humano deve escrever um livro de memória, para relembrar quem somos, pois o mundo que nos cerca nos impõe outra realidade, com estupidez brutal, a de que só valemos os tostões furados que carregarmos nos bolsos... viva a liberdade e a anarquia poética, estamos no topo da república de Platão."
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