Memória
Os Brasileiros têm memória curta por que decoraram a teoria que se deve evita o decoreba na aprendizagem.
O QUE CANTA TUA CANÇÃO?
O que canta sua canção?
Trás à memória a história da nação?
Os segredos de uma paixão?
As proezas de uma grande família?
Ou da pátria a beleza?
O que canta tua nação?
É o que rima a poesia, é o que encanta a gente?
O que expressa os poemas, o que reside na alma?
É bom, o que leva e traz para inculcar nas mentes?
É bom o que se diz e ouve nas ruas?
Se vierem das belas canções, das poesias e dos poemas;
Se se tem bom senso, cantará o que vale a pena;
Pois, as melodias repetidas
é o que vai para as conversas na mesa,
que expressa a saudade de um povo e a sua grandeza.
Tempo passa e não volta, infelizmente isso me causa revolta, por isso tento guardar todas as memorias.
Na minha memória fiquei tranquilizado com o barulho da água maravilhado, esta água era vida bem viva, mergulhei encontrei minha história era de uma pessoa cativa e meus suspiros de exílio talvez perdido em alguma ilha.
Me perco em inúmeros livros no caos da vida, no repouso da noite é com os papéis que me desabafo deixo registro do que as mentes silenciosas falam.
Não apague lembranças más da memória uma historia de sucesso só é contada com desafios que foram superados.
MEMÓRIA
Minha avó fazia café bem doce. Talvez, por uma necessidade de se procriar além dos filhos legítimos. Biscoitos na gordura, pão de queijo no forno, bolo de chocolate em cima da geladeira. O cenário aparentemente bucólico escondia guerra das mais matutas em orvalhos e outras fragrâncias. Cheirava a cozinha um cheiro forte do que se come. No quintal, cheiravam as flores um cheiro que se vislumbra. Alimentar dos produtos da casa vigorava a minha carne. Alimentar do beija-flor que tomava o néctar de hibiscos em diversos matizes alimentava a minha alma. O cachorro latia freneticamente. Eu não sabia que o bichinho também comia: a alegria das folhinhas em domingo. Ao pé da jabuticabeira, meu Drummond chorava todos os lirismos nascidos da terra caudalosa, terra de muitas veredas e rupturas. Minha mãe afagava meus cabelos, o pai e os tios viam futebol, a pequena irmã devorava porções de desenhos animados.
Não fosse eu poeta, esta prosa seria pólvora. Não fosse eu poeta, partículas cintilantes de minha vida perderiam na guerra dos tempos que não se curam: saudade.
Sabe por que ainda te amo?
Porque não há distância que apague a memória do coração e as malhas da saudade só alimentam ainda mais o amor...
Não se precisa da boa memória pra lembrar de quem nos deu a mão quando precisamos, e de quem nos negou.
A minha memória meramente falha, por alguma razão consegue lembrar perfeitamente meus momentos quando criança...
Lembro de todas as casas que pintei em troca de comida e uns poucos trocados do meu patrão, que eu chamava de pai, já que não sabia o paradeiro do meu.
Eu nunca entendi o porquê das outras crianças serem tão diferentes de mim, elas frequentavam a escola, tinham amigos e não precisavam trabalhar pra comer.
A minha vida era uma prisão, mas a minha alma ingênua não compreendia tal fato.
Trabalho infantil não é uma brincadeira de criança. Denuncie! Disque 100!
Em algum canto empoeirado da memória, contorno traços desbotados e refaço em frente ao espelho baço um rosto que já não é meu.
Deixe na memória de quem passa pela sua vida apenas amor, o resto é tudo perecível e não sobrevive ao tempo.
...no caminho da memória,
o prazer lento da nostalgia puxa o fio das lembranças,
e, surpreende o coração.
Pessoas ingratas tem duas características: possuem memoria curta e por mais que você faça, jamais estarão satisfeitas.
à memória vêm-me recordações perdidas no correr dos anos, insiste o sonho, como se fosse a última manhã luminosa da primavera...
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