Melhores Poemas
O mais belo poema do dia
Nem sempre é aquele que lembra
Que a vida é um problema sem solução
Pois a vida não o é
Porém, muitos poemas que o dizem
São
A mais bela poesia
Nem sempre é aquela que agradece
O nascer de mais um dia
A vida merece que agradeçamos
Por cada momento que se vive
O dia é feito de momentos
Nem sempre há poesia
O mais bonito pensamento já escrito
Nem sempre aponta a solução
Alguns deles romantizam belamente
E apontam as folhas ao vento
Belíssimos de se ler
Quando quem as vai varrer
Não é a gente
O mais belo aforismo
Soneto, sextilha ou canção
Às vezes é aquele que diz
De forma simples e direta
Mesmo que para isso
Use palavras desconhecidas
Mas, mesmo assim, no fim
Todo mundo compreende
Que tudo aquilo que não ensina o amor
Com a dor a gente aprende.
Estradas existem
Para que possamos
decidir nossos caminhos
Os quais nem sempre nos é dado
O direito de escolher
E não há como saber
O que há no fim de cada uma
seguimos sozinhos
Nos sentindo acompanhados
Não há nada e nem ninguém
A lhe apontar constantemente a direção
das águas que haverão
de aplacar eternamente a sede
e trazer-lhe o alento desejado
do amor incondicional
Se me tivessem dado o direito a escolher
(Pois as estradas também não escolheram Sê-las)
Talvez eu tivesse escolhido
A Estrada que leva às Estrelas
Estrelas não existem
Somente pra serem olhadas
Mesmo assim, no fim
Existem noites em que as procuramos
Não vemos nada
Estamos presos a outros caminhos
Muros marcados
Pelas manchas que lhes faz o tempo
Portas trancadas
Chuvas sem telhado
Coração sem abrigo
dias e mais dias
Sem ouvir palavra amiga
Não me basta aguçar os ouvidos
Se não há quem as diga
Caminhos existem
Para que a gente finque os pés no chão
Querendo ou não
O conhecimento
Nem sempre traz riqueza
Muito menos a riqueza
O verdadeiro amor ou amizade
A única coisa que existe
É o caminho e a caminhada
Esta é a única verdade
Mais nada
Soneto
Um menino está brincando
Solitário no quintal
Todo dia para ele
é sempre igual
Faz brinquedos com as tralhas
Que vai juntando pela vida
Nunca foi primeiro em nada
E nem nunca teve nada de primeira
Nunca teve segredos
Mas guardou no coração o medo
de viver na eterna solidão
Encontrou somente a companhia
Quem lhe atirasse as migalhas
Que houvessem restado ao fim do dia
Por mais que a gente viva, haverá sempre coisas que deixamos de fazer.
Por mais que a gente acerte, haveremos sempre de deixar erros.
Por mais que a gente ame, sempre tem alguém que não gosta da gente.
Por mais que a gente explique, haverá sempre quem não entendeu.
Por mais que a gente tente, não é tudo que a gente consegue.
Pois por mais que sejamos nós mesmos, sempre haverão de nos comparar a outras pessoas.
Mesmo com todas as imperfeições que possui, a vida continuará sempre sendo a melhor coisa que recebemos de Deus. Aprendamos então a agradecer por ela e a desejar mentalmente que este Mundo encontre o caminho da Paz e da Perfeição. O caminho consiste em não desejar que as coisas e as pessoas sejam sempre aquilo que esperamos delas e aceitá-las como são.
Nem sempre é fácil manter a mente aberta e enxergar a vida através de diferentes perspectivas. O nosso julgamento muitas vezes é formado a partir da nossa própria experiência e visão de mundo, o que pode levar a uma confusão entre o que é certo e errado.
É importante lembrarmos que cada pessoa tem suas próprias verdades e vivências, e que o que pode ser considerado certo ou errado para um indivíduo pode não ser para outro. Devemos aprender a entender e respeitar as diferenças, mesmo que elas não se alinhem com as nossas próprias crenças e valores. Afinal, julgar o próximo sem conhecer sua história é um ato de ignorância e falta de empatia.
Que possamos sempre buscar ampliar nosso olhar e entender que a verdade absoluta não existe, e que cada um julga segundo sua própria medida.
Vivemos em busca de sermos melhores,
projetando dias melhores;
o presente, então, sempre será só o que vivemos.
Sempre sozinho
Um horizonte sem esperança
Não tem por que ou um para que
Não tem aonde voltar e nem ir
Não tem o que entender e nem sentir
Mesmo que tenha
Não fará sentido no final,
Mas nem no final você chegará.
Uma eterna procura, de algo inexistente.
Solidão, horizonte, uma única consciência,
Sempre vamos nos encontrar sozinhos
Porque somos solitários, somos o mundo.
Sou o mundo e o mundo sou eu
Desse ponto, vem-se a pergunta.
E onde estará a companhia?
As Guerras
Por: amauri valim
Sempre houve dois tipos de guerras:
guerra por ideologia religiosa; guerra por poder político.
As guerras são os experimentos, são os próprios treinamentos
dos poderes bélicos governamentais e dos poderes espirituais
das divindades, que também condenam e matam para as salvações.
As promoções das guerras são camufladas muitas vezes pelos
estigmas da religiosidade, aonde se promovem as guerras e os
experimentos espirituais. Tudo é comércio da guerra, desde a guerra
entre a maçã e a cobra; entre a dor e o remédio; entre Deus e o diabo;
Deus e o Diabo são os mentores desse plano divino e diabólico.
A plebe, sem poderes divinos, nem poderes diabólicos ou bélicos,
entra com a cara a levar chumbo. Todos saem perdendo,
entre membros decepados e vestes estraçalhadas restam às
lágrimas desesperadas dos que ainda podem chorar,
e nos poderes palacianos as glórias e as impunidades.
O mal parece estar sempre nos outros
O ser humano se prepara para ser vítima.
Então, é só tirar o mal de si mesmo,
Logo não existe maldade e nem serão tão perceptíveis.
O medo mais antigo da humanidade
O ser humano, sempre, teve medo do escuro; da noite; da caverna; da natureza morrendo... acender um fogo era a melhor opção para sobreviver ao escuro inferno e esperar a ajuda dos céus com o sol que foi visto como um bom deus.
Os humanos vendo isso fizeram o sistema; e acender um fogo tinha que ser informado e pago ao sistema ou ficaria no escuro da noite até o deus sol chegar outra vez. E depois de tanto tempo estamos ainda com o medo da noite; e escravos do sistema pagando por tudo -impostos - ao acender uma misera fogueira.
"Leveza ou beleza" !?!
Nem sempre uma casa feia tem coisa feia... Drento!
Como
Nem sempre uma cara feia tem coisa... Drento!
Toda vez que me vê em silêncio,
me chama, me grita, faz-me sorrir.
Minha quietude sempre vai ser
sinal de tristeza.
"Um dia acreditei em princesas, sendo que me revia sempre, em cima de um cavalo, com um escudo e uma espada na mão!
Princesas com escudos e espadas na mão, até podem ter vestidos compridos e bonitos, mas o seu brilho não reluz pelos adornos que as "embrulham".
Princesas com escudos e espadas na mão, acreditam em causas e lutam ao lado dos seus príncipes e cavaleiros. Nem sempre se casam nem constroem tradicionais famílias, mas podem ter filhos e acreditar na felicidade.
Princesas com escudos e espadas na mão, tem sentimentos e por vezes deixam que um verdadeiro amor as invadam.
Princesas com escudos e espadas na mão, um dia percebem que para além das ferramentas de defesa e ataque, há uma misteriosa arma eloquente: o som do amor.
E o som do amor é o maior mistério da natureza, uma arma usada apenas por sábia nobreza. Não se pode racionalizar, apenas sentir.
Princesa de escudo e espada na mão, baixa a guarda e deixa-te ir".
Entre o silêncio eo segredo
Ela sempre o observou de longe, com um desejo silencioso que se enraizava a cada olhar furtivo. Anos passaram, e aquele homem que parecia inalcançável virou uma presença constante na sua mente, um segredo guardado no silêncio do coração.
O destino, porém, tem suas artimanhas. Um dia, ele se tornou seu personal trainer. A proximidade diária fez crescer algo que ia além do físico: uma conexão intensa, uma química impossível de negar. Aos poucos, os encontros profissionais deram lugar a encontros secretos — eles se tornaram amantes, escondidos do mundo.
Na penumbra desse relacionamento proibido, eles se encaixavam perfeitamente. Cada toque, cada sussurro era uma explosão de desejo e cumplicidade. Mas para ela, o que era apenas prazer se transformou em amor. E com o amor veio a necessidade de honestidade.
Decidiu então acabar com os encontros às escondidas. O término foi difícil, mas necessário para preservar o que sentia de verdade.
Com o tempo, encontraram um novo equilíbrio: a amizade. Continuavam trocando ideias, conversas cheias de intimidade e respeito. Porém, quando se viam, algo inexplicável pairava no ar — uma faísca sempre acendia a possibilidade do reencontro dos corpos e desejos.
Eles eram amigos, confidentes e talvez algo mais — um segredo guardado entre sorrisos e olhares que falavam tudo sem precisar dizer.
MURMÚRIOS
Quantas frases buscadas e não ditas
As mais rebuscadas nem sempre as “benditas”
Palavras e desencontros por aí perdidos
No silêncio clamando como mendigo
Um abraço sincero em forma de abrigo
Apelo não dito que só pode escutar
Aqueles que amam sem nada falar
Sentimento profundo no infinito lançado
Quieto, calado, querendo bradar
Maturidade: abafa esse grito do peito
Bem desse jeito murmurando baixinho
Não perde a esperança de encontrar sem razão
Alguém lhe escute a voz do coração!
IMPULSO
Bate forte peito a dentro
Não sei de onde tu vens
Sempre rogo estar pronto
Pegar impulso nas nuvens
Flutuar no teu encontro.
O amor nos faz crescer
E quando vem nos anima
Deixar ele florescer
É magia que fascina
Transbordando transcender.
VENTENA
Lá pras bandas da verdade
Há uma luz que sempre arde
Crença que há outra metade
Rebuscada vai vaidade
Charmosa simplicidade
Se num lado escuridão
Noutro existe um clarão
Num: ternura e emoção
Lá frieza da razão
Partes de um mesmo sistema
Pra fazer valer à pena
Há que ser meio ventena
Esporeando a vida plena!
A FORÇA DO ESPINAFRE
Ouçam com olhos atentos
O conselho visionário
Estamos sempre aprendendo
Com o profeta missionário
Lá vem o Cris modelando
Dando com as mãos o sotaque
Milagre vai operando
Na receita do espinafre!
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