Me Perco dentro da Saudade
Pai padre painho.
Penso em você a todo hora
Me perco no tempo.
Mas à noite é que te encontro
que me apareces.
Quantas saudades, quantas lembranças,
Me abraça, não me deixas sozinho
Ainda sou pássaro, carente no ninho.
Sou grão gota na vida
Segura a minha mão me ensina a andar
No nosso caso não existe despedidas
Por onde eu for é lá que você vai estar
Nas minhas alegrias, nos meus tropeços
Seguiremos caminhos paralelos
Um do lado do outro
Essa linha tênua do invisivel e visivel
Jamais nos separará
Pois o tempo não vale nada
Quando há amor e
Assim eu estarei mais seguro
Pai padre painho
Hoje muito mais que ontem
Estou bem eu estou indo
Crescendo vivendo e pedindo
Sua bênção e muita paz!
E é pra você que escrevo: TE AMO PAI!
Já tentei te contar, juro. Que de noite é por sua causa que perco as noites de sono, que não aguento de saudades e que sem sua presença na minha vida, é a mesma coisa que estar morto.
Quando olhamos fixamente, começo a viajar no infinito e a perceber que me perco no seu olhar, percebo o quanto você me faz bem. A sintonia é tão forte, que um olhar vale por mil palavras.
Antes eu acreditava nas pessoas mas quanto mais eu vivo, mais eu perco essa crença, mais eu me torno fria, mais eu morro por dentro. Ultimamente a única chama que ainda queimava dentro de mim… se apagou.
-Pieguices
Me perco no meu silêncio, ele se parece com o amor..
Não saber o porquê era para ser normal?
A normalidade seria encantadora?
Meus sentimentos me corroem.
Essa é minha essência: E se...
Eu não sei, eu não sei sinceramente!
A culpa seria de alguém?
Às vezes me permito não gostar de quem eu sou...
Eu me afogo em mim mesma.
Ai me perdoo, afinal os labirintos são um total mistério. E que mal há nisso?
e nesse afogar, descubro toda a contrariedade existente, gosto disso as vezes.
Não adianta prender algo que insiste em ser liberto.
E como o vai e vem das ondas do mar, me perco para depois me encontrar!
Tão diferente, tão eu...
Seria essa a beleza de tudo?
Se o seu olhar me fascina,
não deveria eu olha-lo?
Sentimento é tudo que sou
Eu quero a liberdade de uma borboleta, com toda a confusão de ser eu.
Não quero esquecer quem sou,
Sou uma tempestade de porem.
Fazer o que, se é assim que eu sou?
Me perco na escuridão e me imagino em um sonho,esses devaneios me reduzem a pura e difícil existencia
Eu me perco... e me acho na fotografia... fotografar é congelar o tempo... sentir uma explosão de sentimentos, descobrir cores, detalhes e curvas
Meu corpo clama pelo teu.
Durante a noite e o dia,
Não lhe tiro da cabeça,
Me perco em tudo que fazia.
Nem a poesia é a mesma,
Ela queima inflama no meu eu,
Flameja intensamente,
Como meu corpo pelo teu.
Sou teu por inteiro,
Não te deixo esquecer,
Pois a poesia perde a vida,
E eu não existo sem você.
Cada minuto que passo sem ti,
É uma eternidade infundada,
Sem sentido, sem vida!
Quero você e mais nada.
Cada segundo do meu dia,
É teu! Não me sai da mente,
Nenhum instante...
Lindo isso que a gente sente.
Preciso sentir você,
Nem é mais uma vontade,
Eu preciso tê-la comigo,
Um minuto, uma vida, eternidade.
És tudo que tenho, tudo que quero,
Meu mundo gira em torno do teu,
Não sei falar sobre isso,
Este verso se perdeu.
Meu anjo lindo, meu amor,
Que me enlouquece de paixão,
E cada carinho que me faz,
Me embriaga o coração.
Eu sinto tanto por ti,
sem medo, sem engano!
E sem temor nenhum...
Digo e repito, te amo...te amo.
Quanta poesia inútil!
Esse poeta lhe escreveu,
Poderia resumir tudo,
Dizendo que sou teu!
As vezes eu perco meus pensamentos para minhas palavras atormentadas. É mais simples expressar o que não sinto, do que entender o que sinto.
As vezes me perco em mim e quando procuro a saída encontro apenas labirintos, vou dando voltas e mas voltas...volta e meia me encontro, outras me perco ainda mas !
Muitos me criticam, falam que perco muito tempo com coisas inúteis.
Isso não é perca de tempo e sim o tempo sendo parado.
Ando embaraçada. E me perco nas histórias. Minto e acredito. Escondo e não acho. Escrevo e não entendo. Ando embaraçada. Tropeçando no ar e segurando nas palavras para não cair. Choro por causa da curta vida da borboleta. Enraiveço-me com um bom dia atrasado. Ando embaraçada. Sem querer amar ninguém, só o sono, que vez ou outra vem, pra aliviar meu dia amarrotado de barulho. Silêncio, se eu pudesse viver nele… Sem ninguém pra me acordar de um sonho comprido. Sem ninguém pra dizer que hoje o meu cabelo está de mal comigo. Sem ninguém pra cobrar nada de mim. Ando embaraçada. E meus dias estão mais secos, sem encontros inesperados, sem beijos roubados, sem carinho nas maças do rosto. Ando embaraçada. Muito quero, até conseguir, depois a graça de esvai. Sou contraditória. Quero pessoas até que elas sejam minhas e quero silêncio, silêncio com cor, mas eles não andam lado a lado e eu ainda insisto em apresentá-los. Ando embaraçada. E fico sempre estressada, quando gosto de quem não está nem aí. Fico fraca, chorona e não me reconheço no espelho. “Não sou eu aqui”. Ando embaraçada. E um tanto cansada de nunca cansar de quem, tão rápido, se cansa de mim.
Aula com Lilian
Olhar de perdição.
É no teu corpo que eu me acho.
Nos teus cabelos eu me perco
e por teus brincos é que sou salvo.
O ouro descoberto em teus fios
nem mesmo pode
com o brilho dos teus olhos.
Foss’eu preencher este vazio
seria eterno esta viagem,
nesta aula em que te exploro.
És tão em mim presente
que no sonho parece ser verdade
e na verdade - que nem mesmo sonho- pura ilusão.
Pobre desse amor inventado,
pobre é o inventor coração.
Sei contar todos seus passos
quando te projetam a flutuar,
caminhando num florido espaço.
Via crucis da sala, sombrio lugar.
Percebi, já bem de longe,
teu pescoço como pedra à beira-mar
superficie segura
plataforma de bela forma,
bela forma do teu oceano,
oceano do mar de amar.
É como areia de uma praia
a base dessa escultura.
Tu és, oh moderna obra-prima
a arte que em mim perdura.
Só que,
por não mais te vê,
perdi a inspiração.
Perdendo a inspiradora,
perdi a poesia.
E ao perder a poesia
o ponto é solidão.
Ainda lembro do teu sorriso naquela madrugada e quando perco o sono por qualquer motivo fecho os olhos e a lembrança dele me acalma, SAUDADES, de nossas gargalhadas e palhacadas!!!!!
Lembranças, Sentimentos
Quando me perco em seus olhos
No pensamento vem a memória
Lembrança do dia em que te conheci
A primeira vez que te vi
E a primeira vez que te olhei
Num piscar de olhos
Vários momentos passam pela minha mente
Meu coração acelera
E tudo que consigo expressar é amor
Amor por você que aos poucos me conquistou
Tornou-se meu amigo
Meu amigo, meu amor
Meu namorado
Sem perceber fui me entregando
Quando “dei por mim” estava amando
Amando de verdade
Nada comparado com as paixões de antes
Com todas as minhas forças
De inteireza de coração
Muitas emoções
Hoje sou sua esposa
Eterna namorada
Sua melhor amiga
E você é pra mim
Meu herói, eu te amo
A cada dia amo mais
Amanhã te amarei bem mais que hoje
Nossa relação é perfeita
Pois é verdadeira
E o sentimento é recíproco
A intensidade é a mesma
Procura-se
Não me sinto mais eu
Não mais me reconheço
Me procuro e não me encontro
Me perco
Me olho no espelho
Ali, já não esta meu reflexo
Onde foi parar meu verdadeiro eu
Minha identidade ?
Meu coração não pulsa
Não sinto sede
Não sinto fome
Não amo como amava
Nem sonho mais como sonhava
Como estou,
Onde será que fui parar,
Será que irei me reencontrar ?
Me perdi acho que já faz um tempo
Não sei como nem porque
Mas sei que agora estou a minha procura.
Em que parte de meu caminho me perdi
Me pergunto constantemente
Quero me ter aqui!
Exclamei, desesperadamente.
Mundo Obscuro
Tarde da noite não lhe vejo
E me perco em sonhos,
Estranhos, pequenos e medonhos...
Sem forças suo e arquejo...
Estou aqui então
Entre gigantes paradisíacos,
Anjos tortos e paralíticos
Está o meu coração...
O céu turvo nas águas
De um rio de lágrimas,
Lágrimas de puras e impuras mágoas
Onde navegam os fantasmas dessas rimas...
Cresço entre em doces frutos
Corroendo a essência mistica de outra vida,
Paro nas estradas; são dias e noites perdidas
Tarde não lhe vejo
E o desespero toma cores...
Espelhos refletem tudo em todo
Meu desejo...
E , o rubro das orquídias;
Flores cortadas de seus dedos
Perfumam o ar de minhas iluções...
Quantas em quantas estações
Verei meus doidos segredos
Espalhados no chão.
