Me Perco dentro da Saudade
Quando dentro de você
só se vê negatividade, exteriormente não irá
ver beleza em nada,
positividade em nada. Mudando o olhar interno
mudamos nossa percepção do todo.
Hoje eu completei aquele album
Recordações impostas para sociedade
Dentro de nós, existem belas cidades
Portando belas maravilhas, maravilhada
Não sou bem um Percy Jackson
Mas querem surfar na minha onda
Cuja mesma tu ja és yara
Me hipnotize com seu timbre
Somos meditação para os estressados
Nossos risos cicatrizam feridas intensas
Nossas ditas curam ressacas dosadas
Na intensidade tome um Jack
Coloque nossa playlist sensual
Pra que possamos libertar idéias pesadas.
Andamos por aí, luz dentro das sombras ocultamos nossa presença até sabermos quem é de confiança, somos roqueiros…
A história do lado de dentro gira ao nosso redor, mas na outra história cada um de nós é apenas um simples personagem em meio a muitos outros, um personagem cuja entrada em cena é determinada por outras pessoas e que não tem nenhum controle real sobre a hora da sua saída do palco. As coisas que impulsinam nossas vidas, as coisas que queremos, nossos planos, projetos e metas - aquilo que podemos chamar de nossa motivação - são o resultado de forças que não controlamos. Aparentemente, nosso papel foi escrito por outra pessoa. Temos pouco controle sobre o seu conteúdo e não temos a menos ideia de qual é o seu sentido.
O choque das duas histórias é às vezes chamado de condição humana.
Meus sonhos
Coração machucado
dentro do peito
bate descompassado.
É tu que lá vens.
Guerreiro sem escudo
Bate forte... mantém-se mudo.
É tu que lá vens.
Coração magoado
chora baixinho
ama grande
se faz pequenininho.
É tu que lá vens.
Machucar mais meu coração...
Faz isso não...
Vá embora, mas vá pra sempre
Diga adeus definitivamente
Não volte nos meus sonhos
Se eles não são mais os teus.
Sinto meu coração quebrado
Só queria você do meu lado
Será que isso é pedir demais
Por dentro estou calejado
Queria deitar no seu colo
Perder o foco da vida
Esquecer as feridas
Do passado
Olhar de baixo pra cima
E vejo o quanto você brilha
Bagunça meu cabelo
Te olho no espelho
Se arruma aí
Fingo que não vejo
A ela não existe
Que corpo perfeito
Te tatuei no meu coração
Agora não tem mais volta
Queria que o mundo parasse
Pra apreciar pra sempre a sua perfeição
Sinto meu coração quebrado
Estou confuso com isso tudo
Não sei se é sua falta
O silêncio ecoa mais fundo.
Querem me controlar, me fazer de fantoche, quem são vocês?
A voz ecoa dentro de mim “seja livre, não ligue”, mas passo por cima das minhas vontades para agradar às pessoas, para não magoá-las, e advinha? Acabo me magoando, me machucando e me dilacerando.
Estou em mil pedaços, estou afundando igual aquele navio em meio a tempestade, cheguei no fundo do poço e nele achei conforto, me conformei com o vazio e deixei as minhas vontades de lado.
Quem são vocês? O que fizeram comigo?
Estou ferida, perdida e com frio em meio a essa tempestade que ocorre dentro de mim.
Socorra-me, antes que seja tarde!
Almas em conchas:
Vivemos como almas,
dentro de conchas,
presos em bolhas,
cultuando velhos traumas.
Jung, teve razões ao afirmar que dentro de um ser humano existem vários controladores que são fatores psicologicos, traumas, paixões, infantilismo, fanatismo, vitimisaçoes etc.
Tais conflitos pessoais dependendo da forma de enfrentamento por cada ser causam "n's" fatores reativos.
Percebem ?.
Quando escurecer no teu viver, seja a sua própria LUZ.
Quando se perder dentro de você, se encontre em JESUS.
Quando achar que vai parar na vida, viva o SUPERAR.
Faça acontecer no teu viver o que vai transformar teu SER.
Apresentação
Se voltarmos o nosso olhar, para dentro de nós mesmos, vamos relembrar de cenas, que fazem o tempo parar de correr, que fazem com que esqueçamos tudo à nossa volta...Viagens, que podemos relembrar mil vezes e voltar atrás e revivê-las novamente...
Não haveria outra forma de viagem, outro jeito de imaginar, como seria o nosso “EU”, se não pudermos vivenciarmos tudo, mas tudo mesmo, como uma viagem sem fim...Escorregar para dentro de nós, pois do contrário, não seria o nosso eu, a sentir...
É como se estivéssemos em uma estação, a espera do trem, que nos levaria para dentro de nós mesmos...
A mala, onde carregamos as recordações, o perfume, o som das vozes na estação...Então, é quando tudo se faz silêncio e somente uma luz acesa nos lembra que estamos na estação e não há mais ninguém...
Só nós com os segredos de viagens, que levaremos para dentro de nós mesmos, no silêncio dos sentimentos...
Uma luz acesa nos lembra que estamos ali, e não há mais ninguém... Só nós e nossos segredos...
O nosso “EU” a nós pentence, não haverá heideiros para as recordações, que há dentro dele...
Uma pequena ponte, nos levará até ele, é uma ponte, que se oferece a nós, larga, aberta para que possamos entrar, e, no entanto, falta-nos a coragem, mesmo que fosse só para sentirmos um pouquinho da nossa essência, que habita em nós... A abertura oferecida, a possibilidade de irmos...Só para olharmos...
Vamos dar o primeiro passo, para atravessarmo essa ponte, em direção ao desejo de sentirmos, bem de perto o nosso “EU”...Embora a porta aberta nos convide a entrar, parece que algo nos segura, como se ferros houvesse em nossos pés a adentrar...
Se não formos, não saberemos... Se ficarmos, não seriamos o “EU” de nós...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro " O Eu de Nós
Tenho dentro de mim, a essência feminina, fonte que escorre do meu corpo pela tez em mel e cravo-da-índia, meu cheiro atina ao oloroso frasco, que te faz prender…
Se meu viço te enfeitiça, que culpa tenho eu? Sou mulher em flor, ramalhete de rosas a mão, carinho em demasia, ruptura virginal, canção…
Liras, laços e fitas, pra coroar os braços teus…
Sais de Saturno vem me anelar os dedos pra me pedir em noivado inusitado; digo sim, mesmo que seja, com sabor de pecado!
E uma vez despida de todo conflito solto a minha essência no ar, respiro poesia, amor, luar!
Acho que eu seja isso
Um idiota
Que ainda acredita
Em coisas que vem de dentro
Gostar, sentir...
Expressar mesmo sem precisar demonstrar
Talvez seja insignificante
Afinal de contas
É tudo tão material hoje em dia
Conquistas perderam seus valores
Agora são somente preços
Sucesso deixou de ser felicidade
E passou a ser status em telas
