Me Desculpe Nao Quiz te Magoar
A lei do retorno funciona, nao reclame quando começar a colher os frutos que plantou, olhe para tras e compreenda porque estas colhendo isso
Ao propor que o diagnóstico incida não exclusivamente sobre o sintoma, mas sobre a implicação do sujeito no sintoma, a psicanálise cria as condições para que a própria intervenção clínica vá mais-além.
Ard((e)(i))s
“Sou uma cópia original
De moldes que não sei
De adaptes que não vi...
Há abismos e vendaval
Alguma vértebra de lei
Nos alcances que senti.”
Ardes ou ardeis por entre ardis...
Aprendi a podar-me! Cortar vínculos, desapegar daquilo que não me pertence mais! Cortar tudo que atrasa meu progresso!
Filtrar emoções, e energias! Essa é a lei de sobrevivência...
Se quiseres chegar ao que Deus tem de melhor para você!
A grande questão, não é fazer, mas
o que fazer, quando fazer,
o por que fazer, e como fazer.
Antes de fazer reflita,
mas não faça disso uma novela.
Dieta
Despeço-me desta lida.
Tomo outros rumos.
Escrever já não me alegra.
Meus versos se esvaziaram.
Esqueço até de regras.
Já estou no mata piolhos,
Faltam-me dedos para alçar.
Sendo assim não vejo,
Razão para continuar.
Antes era fácil.
Eu espetava umas palavras,
Temperava com pedacinhos de sonhos,
Polvilhava com abundantes ilusões.
Pronto. Só degustar.
Agora não.
Palavras não me apetecem.
Temperos a vida já não contém,
Ilusões não fabricam mais.
Sonhos ficaram lá... Bem pra traz.
Entro numa dieta rigorosa.
Consumirei apenas aqueles olhos magros.
Mergulhados sobre os meus.
Sem os deliciosos beijos doces,
Sem os apertos gordos ofegantes.
Momentos pouco picantes,
Sem as cenas do romance.
Deixo a magreza poética me vencer,
Não farei forças para reagir,
Não vai fazer diferença.
Pra mim chega.
...Não quero mais escrever.
(Publicado na Antologia Poesias Encantadas V)
Que o tempo, este senhor que tudo pode, me permita, não me prender ao tempo, para não confundir, achando que a felicidade ficou para trás.
Apesar da cor cinza, que vem com o inverno, a tristeza não terá oportunidade de entrar, terá que ir embora com essa mania, que ela tem, de sujar tudo de cinza, pisando em silêncio, amassando com seus pés pesados as alegrias, pois o outono só deixou alegria e a saudade, vai ficar!
Não hei de voltar !!! Havemos de voltar !... Pra onde e por que ? Eu não hei de voltar. Na cabuenha e na lenha. Quando tenho tenho o fogão e o bifão. Eu não voltarei ! Na luta que deixou muitas famílias em luto; deixando-as perder tudo. Não aceitarei voltar ! Nas noites más dormidas. Faltando paz e até comida. Não voltarei !!! A lutar por um país que só os tais podem lucrar. Mas como voltar ? Sê não há recompensa pelo que fiz ... Não há como pedir biz. Ao passado não voltarei. Porque o que passei não gostei... Não hei de voltar !!!
