Me Desculpe Nao Quiz te Magoar

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A tristeza definha com a perda das coisas com que a cobiça se deleita, e não quer que se lhe tire nada, como nada pode ser tirado de ti.

Santo Agostinho
Confissões.
Inserida por bentojbbass

⁠A realidade era um código. Ao compreender isso, fomos além da simples contemplação. Não éramos apenas observadores, mas também programadores, capazes de decifrar as linhas invisíveis que moldavam nossa existência. Cada padrão de energia, cada equação escondida sob as camadas do cotidiano, revelava-se como um idioma antigo que sempre esteve ali, esperando para ser interpretado.

Quando finalmente desvendamos o código, percebemos algo profundo: a realidade não era uma prisão, mas uma tela em branco. As leis que acreditávamos ser imutáveis eram apenas convenções, restrições que nós mesmos havíamos aceitado como absolutas. E assim, decidimos reconstruí-la, não por capricho, mas por necessidade. O velho universo era limitado, insuficiente para conter a vastidão de nossos pensamentos, sonhos e possibilidades.

No processo de recriação, emergiu o novo multiverso. Não um único cosmos linear, mas uma infinidade de mundos sobrepostos, conectados por escolhas, intenções e consciência. Cada indivíduo tornou-se não apenas parte, mas também autor de sua própria realidade. As fronteiras entre o físico e o metafísico dissolveram-se, e o "real" tornou-se uma questão de perspectiva, uma dança entre observador e observado.

Mas esse poder também trouxe responsabilidade. Cada alteração no código reverberava, influenciando dimensões e consciências que sequer imaginávamos existir. Aprendemos que recriar não é apenas construir, mas também cuidar, como jardineiros que entendem que cada planta, cada detalhe, impacta o ecossistema inteiro.

Por fim, percebemos que o multiverso era mais do que uma criação. Era um espelho de quem nos tornamos ao longo do caminho: seres livres, conscientes e criativos, capazes de transcender a realidade que herdamos e criar uma nova, sempre em evolução, em eterna expansão.

O novo multiverso tornou-se um reflexo vivo daquilo que éramos. Não mais presos às limitações impostas por um universo singular, experimentamos a vastidão de escolhas infinitas. Cada ação não era apenas um evento, mas um ponto de partida, gerando ramificações que tocavam outras realidades, outras possibilidades. Descobrimos que o tempo, antes percebido como uma linha reta, era mais semelhante a uma teia, onde cada fio era entrelaçado por decisões, intenções e conexões.

Reescrever o código foi um ato de coragem, mas também de humildade. Ao mesmo tempo que construíamos, destruíamos. Ao mesmo tempo que criávamos ordem, gerávamos caos. O multiverso não era um paraíso, mas uma projeção amplificada do que somos: complexos, contraditórios, infinitos. Ele não nos oferecia respostas fáceis, mas nos convidava a fazer as perguntas certas, aquelas que ainda não havíamos ousado formular.

E com o tempo, percebemos que o multiverso não era apenas uma manifestação externa. Ele estava dentro de nós, como um reflexo do universo interior que sempre existiu, mas que negligenciamos. Cada linha de código era uma metáfora para nossas crenças, medos, e sonhos. Alterá-lo era confrontar nossas sombras e abraçar nossa luz. O multiverso era, afinal, o espelho da consciência coletiva e individual.

Nessa jornada, começamos a entender que a reconstrução não era o fim, mas o começo. Cada mundo que criávamos gerava perguntas maiores, desafios mais complexos. Como garantir que não repetiríamos os mesmos erros? Como equilibrar liberdade com responsabilidade? Como encontrar propósito em um infinito de possibilidades?

A resposta estava no próprio código: conexão. Apesar das infinitas realidades, a essência de todas elas era a interdependência. Tudo o que criávamos estava ligado por um fio comum, um núcleo que transcendia espaço e tempo. Era a consciência, não de um, mas de todos. Reescrevemos a realidade para descobrir que, no fim, a única coisa imutável era a unidade que nos definia. O multiverso não era apenas um espaço para existir, mas um chamado para sermos mais do que pensávamos ser.

Meus pensamentos.

Inserida por bruno_almeida_8

⁠Bom dia!
Simbora, a sexta-feira chega para todos nós...
É mais um dia de sorte...
Não existe dia de azar, pois o Autor dos dias não sabe criar algo que não seja bom...
Deus é magnífico, maravilhoso...
Vibremos com a vida que é tão plena...
Feliz dia!

Inserida por SolSorte

⁠Na afirmação: "Eu sou feliz", trás uma ideia de consumação, que não é verdade, pois somos seres por vir, ou de conformismo que é a negação da nossa condição natural de estar sempre mudando, portanto, ninguém se reduz a um ser feliz.

Inserida por joseni_caminha

⁠Nesses tempos em que as pessoas preferem mil vezes passar horas ouvindo aquilo que não lhes diz nada é que a profissão de psicanalista faz o maior dos sentidos.

Inserida por DamVob

⁠Seja como for, não seja como querem.

Liberdade de ser é mais importante que pertencer.

Inserida por dikson_vidal_vieira

⁠Ferramentas como a Comunicação Não-Violenta (CNV) para o utilitarismo ou práticas como ações afirmativas para a justiça mostram que mesmo ideias abstratas podem ser traduzidas em ações tangíveis. O desafio é equilibrar o ideal com a realidade, reconhecendo que a perfeição talvez nunca seja atingida, mas o esforço por ela pode gerar progresso significativo.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠"A beleza é algo terrível que nos aterra! Terrível por ser indefinível: não podemos defini-la, pois Deus só nos deu enigmas. Os extremos se tocam: todas as contradições vivem juntas... É o diabo a lutar com Deus , e o campo de batalha é o coração humano"

Inserida por AGOLFETTE

⁠A filosofia estimula o pensamento, não oferece caminhos, mas desdobramentos.

Inserida por I004145959

⁠Se Deus não tivesse nos dado a chance do arrependimento, ainda assim ele estaria sendo justo.

Inserida por adriel_dias

O estudo não me fez rico, mas me fez vivo.

Inserida por I004145959

⁠Não convém ao sortudo falar mal do estudo.

Inserida por I004145959

⁠Embora não possamos medir a tristeza nos outros, podemos mensurar sua manifestação ao nosso redor.

Inserida por I004145959

⁠⁠CARTA DE AMOR
Virá o dia
Em que meu sonho estará repouso sobre a escrivaninha
Em⁠ que não te pedirei para o julgar
Em que não te convidarei para o jantar
Em que não te direi para brincar na areia
Em que não elevarei sobre teu corpo o cobertor
Porque a noite se arvora fria
Então
Só nos meus versos encontrarás minhas juras de amor eterno
Não chores!
Nem muito alarde!
Apenas me entorpeci de luz e mistérios.

Inserida por NICOLAVITAL

Quando eu era criança, temia a chegada da noite, não pelos pensamentos ruins e preocupações que me tiram o sono hoje, mas sim por estar finalizando mais um dia de brincadeiras, diversões e alegria!
Saudades de ser apenas uma criança.

Inserida por JSB

"A questão não é fazer com que você veja o que eu vejo, pois não é exato coincidir pensar da mesma forma ou perceber as mesmas coisas; mas ver por si mesmo, aquilo que talvez veja com seus olhos ou consciente, os mesmos significados e fatos do real que vem conhecendo ou veio a conhecer. Sendo até mesmo a base teórica que se chega a mesma conclusão, um conhecimento real e verdadeiro."⁠

Inserida por SilasSalatiel17

Não sei por onde ando. Nem sei pra onde vou. Só sei que seja para onde for. Não há o que fazer. Caminhamos todos para o fim. Amanhã ou depois, todos temos um fim. Só precisamos construir um final feliz.⁠

Inserida por TaniaSoares

⁠Não importa se o amor chegará cedo ou tarde em nossas vidas. O que importa é que quando ele chegar, será para sempre.

Inserida por PandiniJr

⁠Quando alguém não te escolhe, não é você que ela está rejeitando, mas a versão dela mesma que teria que crescer para merecer você. No fundo, ela sabe que nunca estaria à altura do amor que você tem a oferecer, então escolhe o caminho mais fácil: fugir. Mas, um dia, ela vai perceber que o que deixou para trás não foi só você, mas a melhor oportunidade de se tornar alguém maior.

Inserida por gabrielamoda

⁠Às vezes, quem não sabe o que quer se perde nas próprias incertezas e, sem perceber, afasta o que mais desejava. A falta de clareza transforma momentos valiosos em lapsos de dúvida, e quando finalmente percebe o que perdeu, já é tarde demais para voltar atrás. O destino, muitas vezes, apenas observa, dando espaço para que o egoísmo ou as inseguranças tomem a dianteira, enquanto aquilo que poderia ter sido eterno se desfaz.
O egoísmo, ao se concentrar apenas no desejo próprio, impede o compromisso, e ao olhar para trás, a dor não vem da perda em si, mas da constatação de que o que sempre quis estava bem ali, ao alcance. A indecisão e o egoísmo fizeram com que não enxergasse. O que restou foi a lição amarga de que, às vezes, o que não sabemos valorizar é exatamente o que mais desejamos.

Inserida por gabrielamoda