Me Aceitar do Meu Jeito
“Na prática do método Reiki, é muito importante que os Reikianos possam aceitar tudo o que lhes é contado, aceitar as pessoas como elas são. Se você for arbitrário ou crítico, o receptor poderá perceber e não relaxar o necessário. Apoie-o incondicionalmente.”
As oportunidades gravitam ao nosso redor; aceitar a falta das mesmas é adormecer na opacidade da incapacidade. Esperar uma vida inteira é condenar-se ao fracasso da imobilidade das circunstâncias. Quem desconhece o sabor de arriscar, nunca conhecerá a intimidade da própria alma.
Por vezes nos anulamos, usando aspas para aceitar falas alheias
Quantas vezes tivemos que pausar por vírgulas incertas
Quase sempre fomos surpreendidos com tantas exclamações indesejadas
Já passamos por reticências sem saber se valeria a pena continuar
E concordamos mesmo cheio de interrogações em nossa mente
Tudo isso pela covardia de colocar um ponto final
Em histórias que precisam de um travessão para ter a nossa própria versão.
A maioria das pessoas quer liberdade, mas não querem aceitar que junto com está precisa-se de responsabilidade!
Saber aceitar uma doença pode ser o melhor remédio. Aceitando-a, você não deixará sua estima cair e isso te dará mais forças para combatê-la e te conduzirá para uma cura mais rápida, mesmo ficando alguma cicatriz, que depois poderá olhá-la e lembrar que tem forças dentro de si que não imaginava possuir.
O mais difícil de tudo é conseguir aceitar, de forma passiva, que tem gente precisando ficar ainda muito pior do que já está pra perceber que não está bem.
Negar a doação de vestidos é, o mesmo, que não aceitar preposições alheias, é, o, compartilhar das dignidades dando amor em centelhas.
A solução dos nossos problemas... nem sempre é a mais feliz ou a mais fácil de aceitar, mas é a solução... que temos que ser maduros para aceitar! Não parece ser a melhor solução no momento, mas lá na frente pode ser que você vai até agradecer.
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Se você apanhar no rosto e não revidar, aceitar, se calar. Você vai apanhar o resto da vida...(Patife)
Saul Freitas
25 de maio de 2015 às 22:01 ·
