Me Aceitar do Meu Jeito
Carregar a cruz significa estar pronto a aceitar sofrimentos públicos, dolorosos e humilhantes, como os de Jesus, como consequência de o seguirmos num mundo que o odeia.
Aceitar nossas imperfeições não significa se conformar com elas, mas sim reconhecê-las como parte fundamental de quem somos. São elas que, em muitos momentos, sustentam nossa estrutura, que nos dão equilíbrio e que nos lembram da nossa humanidade.Então, da próxima vez que te sentires pequeno diante de uma imperfeição, lembra-te: é ela que carrega parte da tua força, é ela que te torna humano. Afinal, somos feitos de sonhos e de falhas, e é essa mistura que nos torna tão especiais.
Amar é focar nas qualidades do outro e não nos seus defeitos. Amar é aceitar o outro como ele é, com as suas qualidades e defeitos, e não tentar fazer com que ele seja a sua "imagem e semelhança".
O Orgulhoé um pecado que pode levar a pessoa a não aceitar a Vontade de Deus e a se afastar do Caminho que leva a Ele.
A Humildade é um valor que permite o Altruísmo e a Dignidade. Uma pessoa humilde é capaz de aceitar os outros.Algumas características de uma pessoa humilde são:
Reconhecer os erros e pedir perdão. Ser grata pelos dons e talentos que Deus deu. Servir aos outros sem esperar nada em troca. Colocar os interesses dos outros antes dos próprios. Não se colocar como merecedora de nada.
Evitar emitir críticas.
Reconhecer a dependência do Senhor e a necessidade do Seu apoio.
Reconhecer que os talentos e habilidades são dons de Deus.
Conhecer as próprias limitações e fraquezas.
Aceitar gradualmente a realidade, por mais desafiadora que seja, é o primeiro passo para uma vida mais autêntica e feliz.
A Maturidade Emocional envolve reconhecer que não podemos ter tudo, aceitar limitações e priorizar o que realmente importa.
A Sabedoria reside em aceitar a realidade e valorizar a amizade existente, que pode ser uma fonte de apoio e alegria.
Sim, por muito tempo fui escrava da beleza.Mas, ser escrava da beleza e não aceitar as imperfeições do próprio corpo, é limitar a beleza que se tem.
Geissis Bispo
“Que o tempo me entenda”
Chegar aos trinta não é descobrir respostas.
É aceitar que algumas perguntas só existem para nos acompanhar até o fim.
Já não busco mais o sentido exato das coisas —
me contento com o eco que elas deixam.
Gandhi dizia que, mesmo insignificante, é importante que façamos o que viemos fazer.
Nietzsche me ensinou que o abismo também olha de volta.
Schopenhauer sussurra que a vontade nos consome.
E Shakespeare... bem, ele mostrou que somos feitos da mesma matéria dos sonhos —
mas que esses sonhos também morrem.
Hoje, olho para o mundo e vejo pressa, ruído, vaidade.
As redes gritam, os egos se inflamam, as verdades se fragmentam.
Viver se tornou barulhento demais.
Mas ainda acredito no silêncio das intenções.
Na ternura de uma escolha honesta.
Na coragem de quem permanece sensível.
Talvez a vida não precise fazer sentido.
Talvez ela só precise ser vivida com consciência.
E, se possível, com alguma beleza.
A beleza de um gesto real.
De um olhar que diz: “estou aqui”.
Se algo vai restar de mim,
que seja isso:
alguém que tentou, mesmo no caos,
não esquecer do essencial.
Se eu preciso te convencer a aceitar o que há de melhor em mim, não quero nem imaginar o que vai acontecer quando você se deparar com o que há de pior em mim...
- Então, você quer mesmo a Li para sempre?
Promete que vai entender, aceitar e não interferir na paixão que ela realmente sente por Portugal, e que só aumenta a cada reencontro?
- Não?
- Ok, Li. Eu te declaro livre!
