Mario Quintana fim e Começo
Do começo ao fim
Quem vai ficar, quem vai ouvir, quem vai ver
O amanhã já sabe, vive-se hoje então
E de lá, sempre daqui pra o que foi
Aquele que esquece lembra tudo depois
E se antes do filme isso ainda começar
Um olho aceso dentro da escuridão
Deixado vivo e bem atento no chão
Na estica do dia dançando o furacão
Pagou e
Devendo ainda assim foi
Hoje correndo atrás do amanhã e depois
Uns play, outros pray e outros nem sei
Isso não tem fim
Outro endereço desse mesmo lugar
Acende a lembrança o agora já foi
De esquina pra esquina conhecendo o chão
Tudo isso andado pra quem já começou
E de lá, sempre daqui pra o depois
Já tenho o que quero pra chegar onde vou
Deixado vivo e bem atento no chão
Na estica do dia
Dançando o furacão
Pagou e
Devendo ainda assim foi
Isso não tem
Hoje correndo atras do amanhã e depois
Uns play, outros pray e outros nem sei
Inexplicável assim
Um começo, um belo meio, e um fim. Quero lembrar de tudo como os últimos minutos da minha vida, quero que essa seja uma das melhores historias que contarei aos meus netos. Viver profundamente cada beijo, cada olhar sincero, cada gesto de carinho vale bem mais que um bom e duradouro tempo de sofrimento. Quero que seja intenso e não infinito, quero que seja sincero e não por acaso, quero que sejamos cúmplices mesmo que não para sempre. Quero poder cair confiando que você estará sempre lá para me segurar, quero compreensão acima de tudo e quero que você acredite em mim, isso faz parte da cumplicidade.
Sem saber o porquê daquelas ligações, nem tantas mudanças de humor, ou ate toda aquela provocação de ciúmes. Sem saber o porquê de não se entregar a um sentimento recíproco que é inevitável que se perceba que existe. Sabendo apenas que por trás de toda aquela dura e impenetrável capa existe uma pessoa que sabe como amar. Eu não quero entender nada, isso me confunde demais, quero viver.
Pensamentos estranhos!
Começo agora a escrever para não enlouquecer.
As linhas que se seguem não as tomem por arte ou qualquer coisa que o valha.
É somente uma ordem ditada pelo “Eu”, que quer dar a luz a pensamentos (De origem que a mim ainda é desconhecida), parindo-os em letras, caso contrário apodreceriam em minha mente, envenenando-me.
Terminaria por abortá-los em forma de sarcasmo agressivo nos picos de fúria, oops, quero dizer euforia, ou frases de um pessimismo cáustico e mórbido, produzidos pela apatia angustiante.
Já sacaram do que “Eu” estou falando?
Mas deixemos os motivos e as razões para lá, pois agora preciso dar atenção aos que nascem.
Pensamentos estranhos vieram a mim, quase tive medo de pensá-los tal era a natureza deles.
Tudo começou em um dia desses, de uma semana dessas, que chovia muito, parecia que o próprio Divino liquefazia-se.
Olhando para o céu deu-me a impressão que uma nuvem recusava-se a chover, e na verdade parecia que procurava abrigo da chuva.
Viagem minha? Pode ser, talvez. Quem sabe?
O fato é isso me impressionou muito, todavia, resolvi não matutar sobre isto, e acabei por esquecer.
Até que em um dia desses, em uma semana dessas, em que fazia muito calor, parecia que o próprio Divino ardia em febre.
Tentando olhar para o Sol, queria blasfemar contra Ele, oops, que é isso? Uma nova impressão, um raio de Sol fugia de Si mesmo, e procurava uma sombra!
Eu sei, é demais até para mim mesmo que estou acostumado a viver em meio aos devaneios, porém, sendo alucinação, viagem, delírio ou não, foi a partir dessas duas visões, que desconheço a origem, e da ligação que fiz entre elas é que fecundaram minha mente onde germinaram tais pensamentos.
Será que não fugimos também de nossa natureza? Será que não nos recusamos a chover ou a raiar? Fugimos ou não de nossa virtude, ou seja, fugimos da causa primária de nossa Existência, que seria:
Evoluirmos como somos?
Céu e mar, céu e fim, céu e começo como tua vida em mim.
Tua vida começa assim: Um dia na escócia, um dia belo dizer assim, nasce uma bela menina que em breve será mulher. Vive feliz sem alguma tristeza, sabe da vida como ninguém, sabe ter uma vida feliz e também triste, mas acha que é bobeira, pois quer ser feliz e ser feliz para ela é viver viajando para uma rebelião da vida que faz uma conclusão da verdade desconhecida, mas existente como o vento que não vemos.
Rotulo
Já to sem graça
Tanta desgraça
E ninguém disfarça
Todo mundo sem noção
E só o começo (Genesis)
Tanto tropeço
Tanta decepção
Pra onde foi?
Quem é que foi?
Pra que perguntar se não vai saber me responder?
Quem foi que falo que a verdade vem de você?
Pra que essa capa?
Você não e Herói...
Capa de Crente
Tem muita gente, querendo só dizer amém...
E no final como e que vai ser? (Apocalipse)
Tem tanto demônio se passando de gente
Ou seria tanta gente se passando por demônio
Ninguém deixa agente em paz
A Bíblia diz...
O Povo Diz...
Mais que é que fala mais?
Eu ou você?
E tanto rotulo
Mais eu não vi o prazo de validade
Até quando você acha que vai durar?
Tira essa capa...
...Já ta na hora do amém!
Um novo começo traz a superfície dos sentimentos uma velha amiga, que muitas vezes, durante àqueles momentos de fraqueza, deixamos esquecida lá no fundo da nossa alma: A esperança. É ela quem movimenta a nossa vontade! Irriga o nosso íntimo desejo de ver tudo acontecer a partir de um contexto diferente; estimula as mudanças de percurso só para nos dar a chance de ter ao alcance das nossas mãos a tal da oportunidade. E a oportunidade é quem, verdadeiramente, nos lança à possibilidade de começar tudo de novo…
A vida é como um prédio. Se no começo não for feito certo, no fim desmoronara. Ou continua inteiro não por força, mas por sorte.
Vivem tentando me deter, me parar, mas o fim é bem melhor que o começo....nada mais, por fim vem o ponto final, isso é o o futuro, hoje ainda vivo nas vírgulas e parágrafos da vida..
Quando começares a sentir a necessidade de estar perto de quem chamas de amor, é o começo da disfunção dos sentimentos após um impacto de tristeza que virá quando tudo acabar.
