Mario Quintana fim e Começo
Eu começo a ri do destino, quantas vezes eu ajudei e quantas vezes eu disse não, e agora? Eu não tenho mais pra que dizer não. Isso eu vou ter que superar, acho que eu sempre terei que superar as coisas na vida, e ainda sim sorrir. Afinal, é para isso que servem as pessoas, para sorrir.
Constantemente busco algo que não sei oque é, busco em lugares desconhecidos, por onde eu começo se não sei oque procuro e nem onde procurar?
Tudo tem um fim,para que aja um novo começo e assim sucessivamente até a morte,doendo ou não essa é a realidade.
No começo, tudo parece tão mais intenso, tão mais bonito. Hoje, com os três meses sem ele, a dor não existiu, não mesmo. Porque ele jamais conseguiu ir embora. Jamais a dor veio me abater, pelo simples fato que carrego comigo o fato de ter um currículo amoroso complicado. E sei que quanto mais se evita algo, mais ele vem. Quanto mais penso que estou sofrendo, mais consigo sofrer.
“Eu não vi o homem. Eles tão em todo lugar mas a gente não vê mais Pedro. No começo a gente enxergava, a gente se chocava, se indignava. Mas deixou de ver.”
Vamos começar do começo: Não vou passar horas na academia para ser a “melhor fruta”. Não vou fingir ser o que eu não sou para ser a “diva” do momento. Não quero que me tratem feito uma idiota. Não! Não vou fazer tudo o que você pedir. Por mais que me doa, por mais que me isole, como já ouvi por aí: “Não ser uma idiota é de uma solidão desgraçada”. E como é!
No começo é como ascender um fósforo ,o fogo apaga e você acende ele sucessivamente até o vento ceder e deixa-lo queimar.Tem um curto espaço entre a sua mão e o fósforo queimando.Parece câmera lenta, tão surreal o modo como o tempo perde a lógica e 15 segundos parecem 5 meses.É nessa hora que você apaga todas as luzes já acesas no seu mundo pra admirar aquela chama pequena ,vibrante , e quente.Há uma longa celebração de vida ali, talvez melhor que canções de coragem servidas com cerveja refrescante ,prosa de porta de cozinha ou rimas de sarjeta...É incrível como a chama do fósforo é efêmera ,e mais incrível a falta aterrorizante que sentimos quando apagada. É um vazio que não se consola com opulências,riquezas e afins ... você não compra o calor que o pseudo-fósforo te dá. É como rodopiar na corrente de ar,infinita e ilógica , e remar direto pra fora dessa confusão .
Se serve de ajuda , não se apaixone amigo , afinal o velho sol ainda continua brilhando.
RABISCANDO
Sem ter o que fazer ou pra onde ir
para o tempo preencher e, a um espaço chegar
começo a rabiscar sem saber no que vai dá
nem se vai me levar a algum lugar
um traço pra qui, outro pra li e vou ficando por aqui
sem ter aonde ir
aquela pessoa, aquele lugar
fazendo sempre alguma coisa por não ter o que fazer
no mesmo espaço o tempo todo por não querer mudar
o medo de perder, o medo de esquecer
ela fica ali tentando esquecer
vou rabiscando e por aqui ficando
mesmo não tendo medo de fugir
fico por aqui
as coisas vão mudando, o mundo se alterando
e, eu aqui continuando
não se apresse não, a felicidade tá chegando
e, eu já vou daqui
vou rabiscando.
Quando eu escrevo 1° canção,começo lembrar na canções que me inspiram e as vezes os titúlos delas também e começo á criar algo que quando leiam acham perfeito
"Quando uma pessoas se torna importante pra mim de alguma forma, começo a notar muito facilmente, se ainda ñ te notei como deveria, torne-se importante pra isso!"
''Há uma longa estrada onde se tem um começo, meio e fim...
Demasiadamente onde há recaídas, correrias, pedras, obstáculos,
curvas complexas, buracos constantes, anjos e demônios.
Em longas jornadas de idas e vindas, num consentimento
de livre arbítrio: Insanos, cautela e frustrações de desvios.
Prudência e inteligência são para poucos. Cria-se todo um ciclo de doutrina.
Rotina numa espécie de sociedade supersticiosa e fanática,
onde se escondem no subconsciente que gorjeia à vaidade e à insegurança.
A educação quer exorcizar, mas são tantos demônios e a política elaborar.
Vivo numa estrada longa, porém estreita. Num fundamento blindado e acima da cabeça.''
Sufocando
Começo a escrever, sem nada querer dizer
Só depois as idéias nascem
Viajo com o vento rumo a lugar nenhum
E a água da chuva escorre em minhas mãos
Tanto tempo esperando algo, e de repente desilusão
Como respirar fundo e gritar alto,
Quando as forças se esgotaram e, não se sente mais o chão?
As minhas velas derreteram, agora a escuridão
Quer me assustar, Eu não ligo!
O meu corpo estremeceu, quando você desapareceu,
Mas, hoje eu não ligo mais!
Quebrou o tempo, e o meu ônibus talvez!
Andarei a pés , erguerei meus braços
Entoarei uma canção
Não fecharei os olhos
Só quando o sono me dominar e, no meu corpo faltar ar...
Girando com as estrelas, o brilho delas me ofuscou
Mas, eu não ligo!
Em mim nasceram flores negras
O vinho atormentou meu sono
Desde que vi o penhasco
Eu tenho tido alucinações
Pedi tuas mãos e me ofereceste amarguras
Hoje tenho certeza
a noite tem mais lua que estrelas
Mais pesadelos que amores perfeitos
Essa é minha sina
Voarei para o horizonte
Onde a aurora virá me redimir!
