Máquinas Humanas
O transhumanismo é mistura do ser humano com máquinas por assim dizer.
Pode se ser usada como termos da interface do conhecimento com as máquinas.
Portanto um ser artificial pode se fundir com ser humano?
É uma realidade que vivemos.
No qual as máquinas desfrutam de liberdade para evoluir e se reproduzir.
Tendo relações e interações entre si.
O verdadeiro amor é o combustível que movimenta a máquina chamada corpo humano. Com ele, nossa estima se eleva, a alegria se estampa em nosso rosto, uma felicidade interior que nunca desejamos tenha um fim. Um aditivo muito importante para que possamos viver uma paz completa e a realidade de estar de bem com a vida.
Talvez o mais trágico não seja os humanos terem que provar para as máquinas, o tempo todo, que não são uma delas.
O drama maior parece estar na naturalidade com que passamos a imitá-las — e, pior, na pressa com que nos deixamos confundir com elas.
A máquina não sente cansaço moral, não hesita diante do outro, não se constrange com a própria indiferença.
Quando o humano começa a responder sem escuta, decidir sem empatia e repetir padrões sem reflexão, não é a tecnologia que o desumaniza: é a abdicação silenciosa daquilo que o tornava distinto.
Há um perigo sutil em trocar o tempo do cuidado pelo tempo da eficiência, a dúvida honesta pela resposta pronta, o encontro pelo desempenho.
Nesse processo, já não é a máquina que nos exige provas de humanidade; somos nós que, pouco a pouco, deixamos de exigi-las de nós mesmos.
No fim, talvez a pergunta mais urgente e necessária não seja “como convencer as máquinas de que somos humanos?”, mas “em que momento nos tornamos tão confortáveis em agir como se não fôssemos?”.
Demonstrar fraqueza... é bom!
Porque nos faz lembrar que somos humanos, não somos máquinas!
As máquinas não sentem e só param quando são programadas ou quando entram em pane.
O corpo humano é uma máquina. Poucos estudam seus manuais; muitos culpam o azar
pelos próprios defeitos.
A mente humana é uma máquina magnífica de raciocínio e armazenamento de memória. Cada dia que passa, fico simplesmente extasiada com essa maravilhosa criação divina. Pena que nem todos a usam para arquitetar coisas saudáveis, mas eu, particularmente, to num caminho de descoberta de coisas muito boas.
Dizem que no futuro só existirão máquinas, robôs que farão o serviço no lugar dos humanos, eu já vejo isso como presente, quando observo as mães.
Humanidade: Embora funcionemos como máquinas, somos menos irreparáveis do que elas.
Aprendemos a matar pelo que acreditamos e não a viver pelo que amamos.
O corpo humano como o mundo sabe é a máquina mais sensacional que existe, e todas as partes dele trabalham em consenso. Se você se decepcionou em algum relacionamento ou uma amizade qualquer não quer dizer que seu cérebro pensou o certo e o seu coração agiu errado, você usou mau a sua máquina e o consenso entre uma parte e outra foi e burrice que você fez.
O cérebro humano é uma maquina quase perfeita. Ele tem a capacidade de se adaptar a qualquer situação.
Querer prever tudo que ira acontecer, nada mais é do que sobrecarregar o cérebro, assim como se sobrecarrega a memoria RAM de um computador. E na hora que o improviso se fara necessário, seu cérebro estará tão sobrecarregado que não ira responder a nenhum estimulo. Portanto, relaxe!
Se nós fossemos exatamente tudo que falamos/escrevemos, não seriamos humanos. Seríamos máquinas programas para não ferir, não magoar, não amar, e não teríamos o privilégio de crescer e amadurecer. A gente é o reflexo do que vivemos e não tem essa criatura que não seja assim. Somos um misto de sentimentos. Alguns intensos demais, alguns que chegam e acabam em poucas horas. O grande mal da humanidade é criar expectativas exageradas. Guarda a esperança no bolso e esquece de viver. Nunca prometa o que não pode cumprir. Se quer mesmo que um grande sonho aconteça, faça valer a pena. Se quer mesmo ter alguém por uma vida inteira, construa uma vida juntos sabendo que vão ter derrotas e vitórias. Mas que lá na frente vai valer a pena. Muitas vezes é na dor que criamos valores. Aprenda o máximo e guarde o melhor. Fica a dica.
Quando meu pai morreu me tornei metade monstro metade humano, metade máquina metade homem, metade anjo metade..."
Meus sentimentos se confundem mas minha conduta é inabalável!
Os homens odeiam-se até a morte, mas procuram desesperadamente
a humanidade nas máquinas
e nos animais.
O ser humano, a partir do momento em que começou a usar a
máquina como companhia social, como meio de trabalho e como lazer, não
pode ter sua cidadania vista da mesma maneira.
O trabalho é a mola propulsora do mundo mas nós seres humanos apesar de sermos a máquina mais perfeita que existe precisamos recarregar e o nome disso é descanso. O nosso cérebro e corpo precisam desfrutar de momentos de ócio, ócio produtivo, senão a tendência é estafa, stress, desânimo e depressão...
Máquinas Humanas
A vida moderna ao mesmo tempo em que nos tornou seres sedentários nos transformou em escravos do tempo, remetendo-nos a um ritmo de vida alucinante, biologicamente desumano.
Submissos ao senhor absoluto tempo, nem nos damos conta da velocidade a que somos submetidos.
Nesse corre-corre desenfreado não nos questionamos o porquê de tanta pressa, sequer paramos pra pensar que quanto mais corremos, mais perto do destino final chegamos. E o destino final indistintamente é o mesmo para todos - a morte.
Perante a imensidão do universo a vida é um sopro, um breve vôo de borboleta. Então que tal começar a andar mais devagar? Parar jamais, mas caminhar numa velocidade que nos permita contemplar a vida em sua plenitude, admirar a beleza de tudo que nos cerca, observar os detalhes, sentir com todos os sentidos, nos tornarmos templo de uma poesia viva e atuante, penetrar na intimidade mais profunda do nosso eu, atravessar essa tênue linha que separa sonho e realidade e sem pressa alguma viver intensamente cada segundo dessa dádiva maravilhosa que é a vida.
