Mapa
Espírito Santo
Espírito Santo, Estado da região sudeste,
Que no mapa do Brasil quase não aparece,
E que deve mesmo ter o “espírito santo”
Para não ser engolido pelo Atlântico.
Tem por capital o nome de rainha
Vitória, vulgarmente, Vitorinha,
Menininha lindinha
Misteriosa, uma ilha.
Aqui nascidos, somos tupiniquins,
Capixabas do roçado para milho e mandioca.
Os nativos com os imigrantes se entrelaçaram
Formando uma raça compatriota.
Dos imigrantes, o quê dizer?
Português a procriar
Formando a etnia popular.
Raças puras... Os alemães a labutar
A beleza italiana
Para o mundo se encantar.
Têm as praias, que lindeza!
A Bacutia, com a sua elegância,
É das pessoas belas da nobreza
É de entusiasmar.
Quem aqui vem, nunca mais vai embora,
Porque aqui, Deus não escreve por linhas tortas,
É o “espírito santo” a comandar.
O arquivo das estações
Guardei um mapa num lugar perdido,
onde o tempo, por descuido, hesita.
Os traços são rios que secaram cedo,
mas ainda guardam o murmúrio da vida.
As árvores falam línguas apagadas,
e suas folhas, arquivos de eras,
sussurram verdades disfarçadas
nos códigos de antigas primaveras.
O céu é um espelho de névoa e ferro,
onde as estrelas, frias, descansam.
Os ventos carregam ecos austeros,
memórias partidas que não se alcançam.
Ainda assim, no silêncio partido,
há mãos que moldam o que não existe.
Nas cinzas do velho, o novo é tecido,
num fôlego breve, sutil, mas persiste.
Os sonhos futuros não têm formato;
são só fragmentos em órbita errante.
Mas cada estação, num ciclo exato,
guarda uma semente sempre pulsante.
Políticas sociais: o mapa que guia a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde o acesso a direitos e oportunidades é garantido para todos.
Um dia um homem encontrou um mapa que levava a um tesouro que havia sido enterrado, então enviou no seu grupo de amigos no WhatsApp a seguinte mensagem:
“— Quem estiver disposto a ficar rico, estejam na minha casa às 05:00hrs, pois juntos encontraremos o tesouro e partilharemos de forma igualitária”
No outro dia a maioria dos amigos estavam lá, exceto um.
Com o Passar dos anos, o dinheiro acabou e esse homem havia se perdido nas suas próprias convicções. Agora alcoólatra, estava sem casa, sem família, pouca saúde e a única coisa que lhe restou foi o celular, então ele escreveu a seguinte mensagem no seu grupo de amigos:
“— Caros amigos, hoje estou precisando mais do que nunca da ajuda de vocês, estou sem morada e precisava de um lugar para passar a noite, quem puder me ajudar, estou em frente à igreja da matriz... S.O.S
Passou um minuto e nada, dois, três...Trinta... duas horas depois ele foi acordado por um tocar de mão em seu ombro. Ele acordou atordoado e surpreendido pôs a chorar. Todos havia negado ajuda, exceto um.
Moral: “Amizade é partilha. É legado. É fidelidade. Amigos de verdades não precisam de recompensa para tê-lo perto, pois a maior riqueza que um amigo pode proporcionar é a lealdade inexistente em todos os outros”.
Hoje posso assimilar com mais naturalidade o sentindo de explodir e implodir. Estou muito emotivo, e ninguém sabe o porquê. As vezes dizer algo é tão complicado que o silencio parece ser o único remédio capaz de evitar tanto transtorno, apesar que sufocar o que precisa ser expelido é tão perigoso quanto o desabafar transmitido pelo grito.
Teu rosto bonito é mapa a desvendar,
Terras ocultas que insistem em chamar.
Cada traço esconde um porquê,
Um enigma suave que convida a crer.
**Ponta Porã, Princesinha dos Ervais**
*por Yhulds Bueno*
Na linha sutil de um mapa sem muro,
Onde o Brasil e o Paraguai se dão as mãos,
Nasce Ponta Porã, em abraço maduro,
Terra de ervais, de cheiros e canções.
Princesinha cercada de verde e neblina,
Com a alma gelada do vento europeu,
Nos dias frios, o céu se inclina
E acaricia o mate que alguém aqueceu.
Aqui, o tereré canta em roda de amigos,
Fronteira sem porteira, só coração,
Mistura de línguas, de risos antigos,
De lendas que cruzam o chão do sertão.
Brasileiros e paraguaios se encontram,
Sem barreiras, sem pressa, sem porquê,
As histórias se fundem, os olhos se contam,
E a cultura floresce onde a paz quer viver.
Ó cidade das neblinas e do chimarrão,
Dos mitos que dançam no campo molhado,
És poesia na palma da minha mão,
Ponta Porã, meu canto encantado.
Sinto e penso no mapa que me guia, sobre o espírito de vitória que me vai acalentado, a cada passo que dou sem receio da vida que me está pela frente, num sentido desafiante e certeiro coloco a mulher divina do meu mundo, como a grande bússola que me conduz para a felicidade.
A independência deu-nos um mapa para exercermos com liberdade os nossos direitos, mas, não nos deu o direito de desonrarmos a memória dos bravos e valorosos heróis desta terra, que tudo fizeram para termos um País livre de qualquer pressão interna ou externa.
Fiz um caminho sem volta na estrada do teu coração, hoje esqueci-me do mapa que me leve a regressar para dentro de mim, porque tenho-te como a bússola mais preciosa que me leva a navegar com segurança no mar da felicidade.
Sou tão clara quanto a neve e tão escura quanto as trevas. Pra saber a direção, tem que ter o mapa do meu coração, senão, é fria, é abismo na certa.
Ninguém acerta sempre. O sucesso não é uma linha reta, é um mapa cheio de desvios, becos sem saída e caminhos improváveis. E, ironicamente, é exatamente isso que faz a jornada valer a pena.
Na Bíblia, a voz ancestral brilha,
Sábia luz que em páginas reluz,
Mapa do viajante, guia na trilha,
Para o peregrino, promessa seduz.
Palavras divinas, tesouro sagrado,
É bússola e farol, luz radiante,
Nas sendas da vida, roteiro honrado,
Para o cristão, fonte de fé constante.
Humildade se encontra em suas linhas,
No coração da igreja, alento e oração,
Caminho da verdade, palavras rainhas,
Estrada da paz, da esperança e perdão.
Para os justos, consolo e força guia,
Nos momentos de dor, fé que acalma,
Para o aflito, promessa de alegria,
Na incerteza, bússola que acalma.
Enfim, para todo ser, uma lição,
No livro santo, a verdade universal,
É farol, é amor, é inspiração,
A Bíblia, guia eterno, divinal.
Nas suas páginas, a história se faz,
É o laço que une a humanidade,
É farol na escuridão, luz que desfaz,
Em sua sabedoria, toda a verdade.
Assim, na Bíblia, encontra-se a luz,
Para a humildade, fé, e amor sem fim,
Guia para a vida, em Deus, a conduz,
Um livro eterno, mensagem para mim.
Nos versos antigos, a voz do eterno,
Palavra divina em sopro ancestral,
Escrita na Bíblia, livro sempiterno,
Verdade que liberta, verdade real.
Na simplicidade das suas narrativas,
Reflete-se a sabedoria do criador,
Em histórias simples, revelam-se vidas,
E o amor que guia com doce ardor.
É bálsamo nas horas de tormento,
Remédio na alma, consolo em dor,
Na palavra escrita, novo alento,
É renovo, é renovação interior.
Palavra de Deus, elo de ligação,
É verdade que liberta o coração,
Em cada linha, há transformação,
É a chave que abre a porta da redenção.
Bíblia bendita, luz que brilha e guia,
Nos caminhos incertos da existência,
Faz-se presente, como doce melodia,
Revelando a Deus em sua essência.
Na Bíblia, o divino se faz presente,
Na verdade pura, na mensagem clara,
É a voz do amor, sublime e eloquente,
É a verdade, a vida, a luz que dispara.
Assim, a Bíblia encerra em si tesouros,
Não apenas livro, mas farol a brilhar,
A revelação divina, em todos os louvores,
A palavra de Deus, a nos iluminar
Cada cicatriz na pele é um mapa de batalhas silenciosas, traçado por noites de coragem e lágrimas.
(LilloDahlan)
Sou andarilha num tempo que percorri ontem e mesmo com mapa e bússola não encontro o mesmo caminho que é hoje.
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