Manipulação
Jogo de Manipulação
Quando você plantou
a insatisfação com
a minha aparência,
por amor busquei dar razão.
Depois de um tempo pude
perceber que você através
do silêncio e da ofensa
queria devorar o meu juízo.
A boa educação, o gênio
doce e a minha boa-
foram subestimados por
você que implodiu todas
as pontes de diálogo comigo.
O quê vivi com você não
foi um relacionamento,
foi um pesadelo e puro
jogo de manipulação.
Não há mais milagre
que cure em mim o quê
você fez comigo,
Você nasceu para ser
o seu próprio castigo.
Cada péssima lembrança
tua e sempre que tentar
se reaproximar só penso
em dar passos em direção a Lua.
E se a Lua eu não conseguir alcançar,
ao menos moro num lugar
que dá para correr para as montanhas
sempre que tentar se reaproximar.
"O mestre da manipulação não grita para ser obedecido; ele sussurra tão baixo que você acaba acreditando que a voz dele é o seu próprio pensamento."
SerLucia Reflexoes
Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!
Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.
Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.
E então, de repente, chega Carpinejar.
Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.
Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.
E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”
É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.
Como ensinar o poder a amar sem possuir.
Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.
É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”
Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!
A comprovação da manipulação bem sucedida se dá quando você acredita que está certo só porque "pensa" como a maioria.
Nem toda certeza nasce da verdade — às vezes, é apenas fruto de uma manipulação muito bem-sucedida.
Há um certo conforto nas certezas.
Elas nos poupam do esforço de questionar, da angústia da dúvida, do desconforto de admitir que talvez não saibamos tanto quanto cremos.
No entanto, esse mesmo conforto pode se tornar uma armadilha silenciosa, onde ideias são aceitas não por sua veracidade, mas pela forma convincente com que se apresentam.
A manipulação eficaz não se impõe com violência; ela seduz.
Ela se disfarça de lógica, de senso comum, de urgência.
Ela encontra brechas nas emoções — medo, raiva, pertencimento — e se instala ali, criando convicções que parecem sólidas, mas que, na verdade, foram cuidadosamente construídas para servir a interesses que nem sempre são os nossos.
O mais inquietante é que, uma vez convencidos, passamos a defender essas certezas como se fossem descobertas próprias.
Compartilhamos, repetimos e até protegemos.
E assim, sem perceber, deixamos de ser apenas influenciados para nos tornarmos agentes da própria manipulação que nos alcançou.
Reconhecer isso exige muita coragem.
Não a coragem de enfrentar o outro, mas a de confrontar a si mesmo.
Questionar o que parece óbvio, revisar o que parece indiscutível, admitir a possibilidade de erro.
Em um mundo saturado de informações, talvez a verdadeira lucidez não esteja em ter respostas rápidas, mas em cultivar perguntas honestas.
Porque, no fim, a liberdade de pensar por conta própria começa exatamente no momento em que desconfiamos das certezas que nunca nos deram trabalho para questioná-las.
“Falsos mestres podem produzir falsos conhecimentos por meio da manipulação da realidade e da razão. Eles ao ensinarem o povo poderão adquirir grandes seguidores, mas no fundo não passarão de pobres criaturas enganadas. Por está razão nunca se esqueçam que o conhecimento verdadeiro e inabalável é somente aquele que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade.”
As palavras não são apenas instrumentos de linguagem. São, na verdade, força de manipulação.
A forma, o contexto, a ordem e a organização delas podem exprimir uma mesma questão de formas tão diferentes quel, em sua mente, delineará uma situação diferente para um mesmo fato.
Ela também define pessoas. Não por conta do significado das palavras ou adjetivos, mas por sua entonação e, ao contrário do que se pretende, o interlocutor não é quem define, é quem é definido por conta de suas palavras de como faz usa delas.
Basta ver o quão antipáticas algumas pessoas soam ao dizer algo que qualquer outra pessoa diria de forma doce, meiga, adequada.
Então, as palavras não apenas em suas traduções literais, mas em todos os parâmetros envolvendo-as, constroem personalidades às quais, sem perceber, possam nos aclamar ou nos destruir.
Não há que se reclamar da opinião que os demais tenham sobre nossa pessoa, afinal, é de nossa responsabilidade o uso das palavras que entonaremos.
Sendo assim, as palavras nada mais são do que víceras expostas que diagnosticam nosso eu emaranhado à nosso estado de espírito e à nossas reações diante das ações e dos fatos.
Cuidar das palavras e da forma como vamos utilizá-las é, portanto, cuidar de nossa imagem, reputação e de nosso eu.
A manipulação é geral. Manipulação dos políticos sobre os eleitores, do homem sobre a mulher, dos ricos sobres o pobres, do diplomado sobre o analfabeto. Ninguém escapa dessa manipulação. Somos mais um bloco nessa pirâmide que nunca foi invertida. Somos usados, abusados; fisicamente, financeiramente e intelectualmente e por vezes deixamos isso acontecer de forma passiva. Porém alguns que sabem desse poder de influência dos meios de comunicação tem algumas defesas, cabe a eles usá-las ou não, seja por comodismo, por apego materialista ou simplesmente por se deixar ser manipulado, do tipo sem querer querendo. Sua condenada só é uma cabeça servida como bandeja de repugnância, como exemplo de manipuladora e burguesa, dentre tantas outras que também encabeçaria essa lista. A sua condenada, é só mais uma raposa sedenta por lucro. E nós, somos mais um que assistimos e financiamos essas manipulação, seja pelo voto, pela audiência, pelo dízimo, oferta e impostos. Estamos nós nessa cama de gato impossibilitados de desatar esse nó. É um cordão umbilical que não se rompe, passando e vivendo nas entranhas capitalista.
O grande mal da humanidade é a ignorância do próprio homem... O poder nada mais é, que a manipulação de pessoas mal informadas.
Podem fazer o protesto que quiserem, a passeata que desejarem, a manipulação genética que preferirem, pode o homem dizer que é mulher e a mulher dizer que é homem. A família sempre foi e continuará sendo o rosto mais belo da humanidade!
A manipulação de sentimentos alheios é um projétil que você mira, mas tudo o que consegue manter por perto é o seu disparo, no próprio pé.
Base
Infelizmente muitos relacionamentos de hoje em dia são baseados em manipulação e posse , até porque Se existisse amor nos relacionamentos as Pessoas e nunca serem substituídas e sim valorizada e harmonizada pra uma vida a dois ..
Só uma dica mulheres nós somos coluna e base de um relacionamento e homens valorizam a sua base a sua coluna porque ela que segura vcs
Púlpitos não importa o local em que ele está, poderá ser usado para manipulação ou orientação verdadeira , estando as pessoa por cima ou por baixo ao lado, perto ou longe , em uma igreja o poder ali concedido sê não for controlado pelo Espírito Santo, o caminho de Deus será blasfemado e não O seguirão.
Já foi dito que a religião seria o ópio do povo, mas agora passou a exercer manipulação, domínio e controle social, está cada vez mais longe do Religare.
